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4 pilares de uma mente saudável

Nesse artigo vamos refletir sobre os 4 pilares de uma mente saudável e como cada um deles nos ajuda a ter uma vida melhor.
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Os 4 pilares de uma mente saudável são: Compreender a consciência, entrar em paz com sua história pessoal, descobrir seu proposito e estabelecer conexões com as pessoas.

Nesse artigo vamos nos aprofundar nos 4 pilares de uma mente saudável e ver o que cada um deles nos ajuda a ter uma vida melhor.

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Podemos começar indagando o que significa ter uma mente saudável. É ter saúde física? É ter os níveis hormonais equilibrados?

Sim, uma mente saudável tem a ver com a saúde física do cérebro, mas também com estarmos em paz e alegres. Se observarmos, perceberemos que tudo o que fazemos, por mais tortuoso que seja o caminho, tem como objetivo alcançarmos paz e alegria para nós mesmos.

Por exemplo, uma pessoa que compra compulsivamente, ela está buscando sentir alguns momentos de paz e alegria. E essa busca do ser humano nos leva a fazer escolhas muitas vezes incompreendidas por todos.

Afinal, quantas vezes não entendemos o caminho que alguém estava escolhendo percorrer e questionamos suas atitudes porque só conseguimos ver que aquilo traria apenas mais problemas e infelicidades para esse indivíduo?

Talvez nossos questionamentos fossem válidos, mas, certamente, na mente daquela pessoa, ela estava buscando paz e alegria para si. Por isso, considero encontrar a verdadeira paz e a consistente alegria na definição de se ter uma mente saudável.

Os quatro pilares para chegarmos a essa mente saudável são: a consciência, que é o pilar central, pois sem a consciência é impossível termos paz e alegria; a história pessoal; o propósito; e a conexão. A seguir, vamos nos aprofundar em cada um desses pilares.

Pilar 1 – Consciência

A temática da consciência vai aparecer diversas vezes neste curso, pois estamos falando de Atenção Plena, e considero impossível aprender sobre ela sem compreendermos o que a consciência significa.

A consciência é o centro de tudo, e a Atenção Plena é um caminho indireto para chegarmos até ela. 

Porque, quando começamos a prestar atenção nos nossos pensamentos, sentimentos e no mundo ao nosso redor, desenvolvemos nossa capacidade de sermos o observador.

Assim, nosso cérebro vai entendendo que existem as vivências, mas, anterior a elas, existe algo que as observa. É nesse ponto que devemos chegar no sentido da consciência, o ponto de sermos o observador da nossa própria vida.

Existe uma história Taoista, que sempre repito para os meus alunos, que diz: “Coloque seu barco no rio e deixe o rio te levar.” O rio é o Dharma. E Dharma é o caminho por onde tudo flui no universo.

Existe um fluxo natural no universo que é a paz, a alegria, a felicidade, porque essa é a única energia do Criador. Mas podemos, e fazemos isso com frequência, colocar nosso barco na água e remar contra a maré.

Para os taoistas, remar contra a maré é uma das duas posturas possíveis diante do rio; a outra é colocarmos nosso barco no rio e deixarmos esse fluxo de Dharma nos levar e nos mostrar o caminho.

Quando seguimos o Dharma, passamos a ser o Observador, porque não lutamos contra o rio, apenas observamos as paisagens, as sensações e as experiências que ele vai nos trazendo.

E o ato de observarmos gera autoconhecimento. E, quanto mais nos conhecemos, mais energizados ficamos, até chegar ao ponto em que nos iluminamos. Por isso, a consciência é fundamental!

O ato de praticarmos a Atenção Plena traz um desenvolvimento maior da consciência, porque fica cada vez mais claro em nossa mente que somos o observador. Assim, a vida deixa de ter um peso enorme, pois não somos nossas vivências, somos quem as observa.

Pilar 2 – A história pessoal

A consciência, por si só, é tudo e não tem história, visto que é uma fagulha de Deus. Em estados profundos de meditação, ou em contextos envolvendo experiências de quase morte, sentimos esse estado de integração com tudo que é a consciência.

A história pessoal é a história do seu ego. Por isso, enquanto não resolvermos nossa história pessoal, enquanto não fizermos as pazes com ela e desenvolvermos amor e compaixão pelo que vivemos, não chegaremos à paz e à alegria.

Quando nascemos neste planeta, é como se estivéssemos começando uma peça de teatro. Situações positivas e negativas vão acontecendo em nossa vida. Até que, mais cedo ou mais tarde, essa história pessoal vira um saco de pedras em nossas costas.

Isso ocorre porque vamos associando nossa história pessoal a mágoas, rancores, indisposições e várias outras coisas negativas. É como se cada coisa que acontecesse em nossa existência aqui na Terra fosse uma pedrinha a mais para carregarmos.

E aí vamos carregando esse saco pela vida, que vai ficando cada vez mais pesado. Até o momento em que ele está tão pesado de mágoas, rancores e rusgas que não conseguimos mais caminhar.

Então, o primeiro ponto da história pessoal é aprendermos a ter compaixão por nós mesmos. Compreendermos que o que fizemos 20 anos atrás não diz nada sobre quem somos hoje. Naquela época, tínhamos outra compreensão da vida, do mundo e da realidade, diferente da que temos hoje.

Essa aceitação é muito desafiadora para nós, tanto que é mais fácil perdoarmos os outros do que a nós mesmos. 

No entanto, mais do que nos perdoarmos, precisamos fazer isso de um modo profundo, ou seja, realmente entendendo que tudo o que aconteceu em nossa vida nos trouxe ao que somos hoje. 

Podemos nos imaginar como uma rocha bruta que é moldada pela água e entender, assim, que não existe essa ideia de negativo ou positivo.

Existe a vida, com seus fatos e situações, que vão moldando quem somos. Por meio da autocompaixão, conseguimos ser gratos por tudo o que nos aconteceu. 

Nutrir ódio por situações passadas, por mais que tenham sido dolorosas, não fará o tempo voltar para a consertarmos.

Nosso ódio pelo passado não faz com que ele seja desfeito. Por isso, precisamos da autocompaixão, mesmo que outra pessoa tenha nos machucado, pois, somente com esse sentimento, conseguimos compreender que nenhum dos envolvidos tinha a consciência expandida o suficiente para ter agido de modo melhor.

Todos nós estamos aprendendo, e fazemos isso testando, o que significa acertar e errar contínuas vezes. Ninguém que está encarnado aqui neste momento possui uma consciência absoluta, tampouco está livre de errar consigo e com os outros.

Conforme vamos tendo compaixão e perdoando nossos erros, vamos limpando a nossa história pessoal e nos livrando das pedras que estávamos carregando. Os xamãs ensinam que, antes de dormir, devemos deixar passar todo o fluxo da história pessoal, sem nos apegarmos – novamente, à ideia do Observador.

Então, comumente nesse momento, o nosso inconsciente libera uma ou mais memórias do passado que estavam retidas. Devemos simplesmente observar essas memórias e deixá-las fluir.

Esse exercício “descarrega” o inconsciente, ajudando-nos a liberar memórias que não fazem mais sentido mantermos guardadas. E, quanto mais praticamos isso, mais fundo chegamos no ponto em que somos gratos por nossa história.

Porque, se um milímetro tivesse mudado, se um elemento desses tivesse sido diferente, não seríamos quem somos hoje. 

Então, está tudo certo. Claro, não necessariamente gostamos de quem somos hoje, mas sabemos que podemos continuar mudando.

Para concluirmos este segundo pilar, trago a parábola do escorpião, que começa assim:

“A floresta estava pegando fogo, então, o escorpião pediu ao sapo para atravessar o rio nas costas dele. O sapo negou, pois achava que, se colocasse o escorpião nas costas, o escorpião o picaria. 

O escorpião jurou que não picaria o sapo e, assim, o sapo finalmente aceitou atravessar o rio com ele nas costas.

Quando estavam chegando na margem oposta, o escorpião picou o sapo. O sapo atordoado, instantes antes de morrer, perguntou ao escorpião por que ele havia feito aquilo. O escorpião disse que tentou se segurar, mas que era da natureza dele picar.”

Essa parábola quer nos mostrar que não existe essa moralidade de “bom” ou “mau”, e sim que cada um age de acordo com a sua natureza. Então, não é ficando magoado ou bravo com as pessoas que mudamos seus atos.

Cada um está agindo de acordo com o que é agora, e não podemos fugir da nossa natureza atual, embora possamos sim mudar e, consequentemente, melhorar nossas ações. Mas a mágoa ou a raiva que sentimos pelo outro dá mais ênfase àquilo que ele nos fez.

Talvez por um tempo permaneça um mal-estar, mas podemos ir observando, trabalhando e ressignificando tudo isso. Porque, em algum momento, vamos precisar aceitar que fomos machucados, mas precisamos seguir o nosso caminho e a pessoa o dela.

Somente liberando, compreendendo e perdoando a nossa história pessoal podemos ter uma vida mais leve. 

A Atenção Plena nos ajuda a chegar ao observador que pode acessar essas imagens sem se apegar a elas, encaixando tudo como um quebra-cabeça, de forma a conferir sentido ao que vivemos.

Pilar 3 – Propósito 

Se considerarmos que propósito é o que nos faz levantar da cama todos os dias, para alguns ele poderá ser pagar as contas, para outros salvar os cachorros do planeta e para outros talvez seja fazer a comida mais gostosa para os seus familiares.

Todos esses são exemplos de propósito, mas, quando falamos do propósito da nossa existência, ele pode ser esses mesmos que mencionamos – ou seja, aqueles que são mais simples –, ou, talvez, sejam propósitos mais profundos. Em ambos os casos, está tudo bem.

O problema começa quando não temos nenhum propósito, pois isso nos faz viver uma vida vazia. É como pegar um barco e deixá-lo à deriva no mar, não se vai a lugar algum.

Por sua vez, quando colocamos um propósito na vida, nossa consciência está determinando o que veio fazer aqui. Porém, não temos como saber o nosso propósito se não tivermos uma conexão com a nossa consciência.

Então, quanto mais conectados com a nossa consciência estivermos, mais vamos conhecer nosso propósito. Mas, entendam, propósito não é missão! Precisamos tirar essa ideia da cabeça, pois não temos missão alguma.

O filme Soul, da Disney, retrata isso muito bem, porque o personagem principal busca a missão de vida dele durante o filme inteiro. Mas, na verdade (olha o spoiler!), a missão de vida dele era simplesmente viver.

Então, por exemplo, cozinhar pode ser um propósito para nós porque é uma atividade que nos dá prazer. E, quando amamos algo, queremos levar isso aos outros, compartilhar.

Alguém que ama cozinhar fica feliz ao ver os outros reproduzindo suas receitas ou comendo sua comida. Talvez a pessoa abra um restaurante, compartilhe com mais pessoas o que sabe e se sinta ainda mais feliz.

Quando fazemos o que nos dá prazer, quanto mais fazemos, mais isso nos alimenta. É assim que nosso propósito vai nos guiando. Mas a base do propósito é sempre a alegria e a paz.

O propósito tem que nos trazer alegria e paz. Então, alguém que ama cuidar dos animais sente alegria e paz quando ajuda um animal. Assim, essa pessoa pode ir ajudando cada vez mais.

Talvez ela abra uma ONG e passe a dedicar todo o seu tempo para esse propósito, mas ela faz isso porque isso a deixa feliz. O propósito não é uma ordem: “Vá para a Terra e resgate cachorros!”.

Propósito é fazer o que nos dá prazer. Porém, só chegamos a esse nível de propósito quando compreendemos quem somos, o que gostamos de fazer, o que não gostamos e o que nos faz levantar da cama estando felizes todos os dias.

Isso também passa por compreendermos que nosso tempo aqui na Terra é finito. Daqui a pouco, nem eu, nem você, nem mais ninguém da nossa geração, ou que convive com a gente hoje, vai estar aqui.

Então, podemos pensar sobre o que vamos fazer nesse intervalo entre o nosso nascimento e a nossa morte física. Porque podemos estar “mortos” durante a vida, simplesmente reproduzindo tarefas, sem obtermos alegria alguma disso.

Afinal, estar vivo é estar alegre, pleno e feliz. Mas a maioria de nós não sente isso 24 horas por dia porque não compreendeu o seu propósito, não conhecemos aquilo que nos alimenta e nos energiza.

A Atenção Plena nos ajuda a estarmos presentes como observadores e a percebermos o que nos faz sentir bem e o que nos faz sentir mal. 

A partir do momento que temos esse entendimento, torna-se uma questão de escolha fazer o que nos faz bem ou fazer o que nos faz mal.

Deveria ser óbvio, mas nem sempre descartamos pessoas e situações que nos fazem mal, mesmo sabendo que não temos muito tempo por aqui. 

No momento do nosso desencarne, vamos carregar duas coisas dentro de nós: tudo aquilo que vivemos e a sensação de que esse todo valeu a pena ou não.     

Depois teremos outras vidas, outros teatros para representarmos, mas esta vida, como temos agora, com estes personagens, não volta. É vivermos uma vida com propósito que vai nos trazer a sensação de que tudo valeu a pena.

Pilar 4 – Conexão

Já conversamos sobre como Deus é tudo, mas vamos voltar a esse tópico para entendermos o quarto pilar, a conexão. Deus quer estar conectado com Ele mesmo, e essa conexão se dá com pessoas, com a natureza e com nós mesmos.

Sem conexão, sentimos que estamos separados de tudo e criamos uma ideia egóica (não é da consciência) de que estamos sozinhos. Mas nunca estamos sozinhos! Isso porque fazemos parte de tudo, somos uma única energia.

Por exemplo, se estamos precisando de um emprego, são as pessoas que trarão as oportunidades e a vaga de que precisamos. 

É fundamental entendermos que, no fim, tudo se resume às pessoas, a estarmos conectados com elas.

Muitas vezes, fazemos o movimento contrário, afastamo-nos das pessoas por causa de nossos medos e nossos preconceitos. Ao fazermos isso, afastamo-nos das oportunidades e, por consequência, da alegria e da paz.

Porém, quando desenvolvemos a Atenção Plena, trazemos consciência para esse movimento e identificamos porque estamos nos afastando de determinado grupo de pessoas, como quando, por exemplo, cortamos vínculos por medo da rejeição ou do preconceito encarados devido ao predomínio de uma orientação sexual diferente da nossa.

Assim, trazendo à consciência, podemos rever esse afastamento, já que tudo é Deus e todo mundo é uma fagulha divina. Logo, afastando-nos das pessoas, estamos nos afastando de Deus!

E esse afastamento não é ao acaso, pois reconhecemos nossas falhas e nossos defeitos nos outros. As pessoas que mais nos incomodam são aquelas que carregam uma sombra similar à nossa.

Por exemplo, se a futilidade de alguém nos incomoda, é porque a futilidade está dentro de nós também. 

O outro tornou-se apenas um espelho para que vejamos esse nosso aspecto, que, provavelmente, tentamos esconder ou suprimir.

Então, aquilo pelo que mais temos preconceito é aquilo que está dentro de nós, assim como a pessoa que mais nos desperta medo de nos relacionarmos tem o que está dentro de nós.

Em outro exemplo, temos medo de nos relacionarmos com determinada pessoa e sermos feridos por ela. Essa pessoa já despertou um medo em nós, e esse medo tem a ver com nossa história pessoal.

Observando nossa história pessoal, podemos identificar o ponto de origem desse medo. Compreendendo o motivo para termos medo de nos relacionarmos com essa pessoa, expandimos nossa consciência.

Expandindo nossa consciência, ganhamos mais energia, mais luz e mais sabedoria. Ganhando sabedoria, vamos nos tornar mais compreensivos com a nossa história e com a gente mesmo.

Claro, muitas vezes rompemos conexões que realmente não queremos e que nos fazem mal. Isso é sadio! Mas, na maior parte das vezes, rompemos nossas conexões e criamos um mundo individual por medo.

Então, passamos a agir como os donos de um castelo que envia flechas a todo mundo que se aproxima, em especial àqueles que não têm a mesma visão de vida que nós.

Com a Atenção Plena, começamos a derrubar esses muros, porque trazemos questionamentos às nossas ações. 

Afinal, por que Fulano me incomoda tanto? Ao nos depararmos com essa questão, se tivermos coragem de ir até a raiz do problema, veremos que não é o outro que incomoda, é algo em nós mesmos que nos perturba.

Isso porque, novamente, não existe separação, tudo é Deus. E o outro é um espelho de nós mesmos. 

Obviamente, esse processo pode ser doloroso, e por isso fugimos tanto dele, mas, com certeza, ele proporciona um autoconhecimento extremamente gratificante.

Além disso, não há problema em admitirmos as nossas falhas. Paciência se somos fúteis ou arrogantes… 

O problema está em negarmos esses aspectos, pois, quanto mais oposição colocamos, mais energia gastamos com isso, ao passo que, se aceitarmos nossa futilidade, não há gasto de energia. Simplesmente aceitamos. 

E aí sim poderemos trabalhar essa futilidade e melhorar esse aspecto se quisermos.

Aceitando quem somos, paramos de tentar nos afastar das outras pessoas, e, assim, tudo, absolutamente tudo na nossa vida, pode vir até nós: dinheiro, conhecimento, expansão da consciência.

Tudo vem através de trocas com outras pessoas. Claro, ainda há a conexão com a natureza, que nos energiza, e com os animais, que nos trazem outras percepções da vida.

Estar conectado com tudo é estarmos de coração aberto, receptivos para tudo aquilo que o outro pode nos oferecer. E estar fechado às conexões é viver em um castelo com uma flecha na mão, fugindo dos outros, mas, principalmente, de si.

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