5 medos comuns da projeção astral

sensações da projeção astral
sensações da projeção astral

Se a projeção astral é algo natural no ser humano, por que tantas pessoas têm medo dela?

Elas têm medo porque são séculos de tradições religiosas durante os quais foram divulgados conceitos equivocados e lendas negativas para impedir os indivíduos de fazerem a projeção astral de forma lúcida.

A partir do momento que praticamos projeção astral de forma consciente, não precisamos de religiões ou intermediários para nos dizer como é a realidade. Essa autonomia é o oposto do que as religiões oficiais querem, porque isso tira o poder e o domínio das mãos delas.

Fazer a projeção astral conscientemente é libertar-se de dogmas externos.

Existem dois tipos de medo quando falamos de projeção astral: o medo psicológico e o medo físico.

O medo psicológico é criado pela sociedade. Para superá-lo, basta estudarmos e termos alguma compreensão sobre o que significa projeção astral.

Temos medo do desconhecido, e isso nos aprisiona. Tornar o desconhecido conhecido, por sua vez, faz com que o medo se torne menor ou desapareça.

O medo físico é o mais desafiador no que se refere a ser superado, pois ele se manifesta através de instintos. Possuímos uma região no cérebro que se chama amígdala cerebral.

Quando essa região sente que corre perigo, ela libera hormônios, na corrente sanguínea, que estimulam ações de luta ou fuga.

Por exemplo, quando acordamos no meio da noite e não conseguimos nos mexer, o cérebro não entende o que está acontecendo; ele considera isso como uma situação de risco e dispara um sinal de alerta no corpo físico, o qual libera adrenalina no sistema, causando pânico físico.

O mesmo acontece quando vemos vultos ou seres no quarto: o cérebro imediatamente entra em estado de alerta e joga adrenalina no sangue, fazendo com que o coração bata mais rápido. Ficamos, então, fisicamente com medo.

O segredo para não sentirmos tanto medo físico é ensinar o cérebro, por repetição, que o corpo não corre riscos. Você precisará de paciência para educar o cérebro físico por meio da repetição.

Esse movimento tem como premissa o mesmo processo do salto com paraquedas. Na primeira vez que alguém salta, o corpo dessa pessoa libera uma quantidade imensa de adrenalina no corpo.

Depois de 200 saltos, o cérebro se acostuma e sabe que não corre perigo.

Garanto que, quanto mais você praticar, menos amedrontadoras serão as sensações.

Medo 1 – Não vou voltar para o corpo

Um medo comum é o de não conseguir voltar para o corpo físico.

O único momento que não retornaremos para o corpo físico será no momento da morte, quando os laços energéticos são rompidos. Tirando essa única situação, toda vez que saímos do corpo para ele voltamos. Isso acontece porque o nosso corpo físico está ligado com o corpo astral através de laços energéticos incompressíveis para a razão humana.

Em quase todas as noites, o corpo astral fica flutuando sobre o corpo físico para que os dois corpos consigam fazer os processos de limpeza, regeneração e energização de modo mais eficiente.

Noutras vezes, o corpo astral consegue sair do campo magnético do corpo físico e, com isso, temos experiências multidimensionais conscientes ou inconscientes.

Nas duas situações, devido a vários processos energéticos e físicos, sempre somos atraídos novamente para o corpo material. Assim, enquanto o corpo físico estiver vivo, sempre retornamos a ele.

Novamente, afirmo: fazemos projeção astral desde o momento que viemos para a terceira dimensão, então, se tivesse a possibilidade de não retornarmos para o corpo físico, isso já teria acontecido.

Medo 2 – Cordão de prata se romper

Esse medo é muito comum e surgiu de uma lenda muito antiga, a qual afirma que, quando estamos fora do corpo, o cordão de prata pode se romper, ou que seres negativos podem cortar nosso cordão de prata.

O chamado cordão de prata é um condutor energético entre o corpo físico e o corpo astral.

Quando estamos acordados, o corpo físico e o corpo astral estão unificados em energia; quando estamos fora do corpo, metade dessa energia fica no corpo físico para mantê-lo vivo, e a outra metade é transferida para o corpo astral.

Nessa separação do corpo físico e do corpo astral, é criado um cordão energético ligando esses dois corpos, o qual chamamos de cordão de prata, e é essa conexão que não pode ser rompida.

É através dessa conexão energética que o corpo astral continua emitindo informações para o corpo físico quando está projetado e vice-versa.

Portanto, trata-se de um mito a ideia de que o cordão de prata pode se romper ou que alguém pode cortá-lo durante a projeção astral.

Se isso representasse realmente algum risco, já teríamos morrido faz tempo, pois o que não falta são seres negativos tentando nos prejudicar.

Muitos seres negativos levam anos para conseguir levar uma pessoa a um estado de suicídio, mobilizando, para tanto, sugestões mentais e manipulação energética.

Seria muito mais fácil se eles simplesmente cortassem o cordão de prata. Por que não o fazem? Simplesmente porque esse gesto é inviável.

Medo 3 – Outro ser vai possuir meu corpo

Outro medo comum é o de que outro ser vai possuir o corpo físico enquanto o sujeito estiver projetado.

Esse medo surge porque muitas pessoas acreditam que o corpo fica “sem dono” quando estamos projetados e, por isso, pode ser invadido por outro ser.

Como vimos anteriormente, o cordão de prata une todos os corpos e, portanto, a consciência permanece nos dois corpos ao mesmo tempo. Dessa forma, tirando o caso da morte física, o corpo nunca está “sem dono”.

Além disso, o corpo astral, o corpo físico e a consciência possuem um código energético específico.

Por isso, não podemos entrar no corpo físico de outra pessoa, nem outra pessoa no nosso.

Imagine que o código energético do corpo físico é 139157, que o código do corpo astral é 139157 e que, portanto, somente a consciência 139157 poderá se ligar a eles.

Devemos separar dois pontos importantes desse contexto: o de incorporação e o de possessão.

No processo de incorporação, um médium dá permissão, ou deveria ter esse controle, para que entidades controlem alguns aspectos específicos dos corpos energético e físico.

No caso de possessão, o indivíduo está em processos energéticos lastimáveis, com sua frequência vibracional baixa e, muitas vezes, se encontra ligado a obsessores muito antes da vida terrestre.

Esses dois casos não cabem no tema desse livro e merecem estudos posteriores para quem se interessar.

Medo 4 – Vou ver espíritos

Você verá espíritos e fantasmas fora do corpo? Sim, você verá.

Mas o que são espíritos ou fantasmas?

Nesse momento, a nossa consciência está ancorada no corpo físico, e esse corpo é o veículo de interação com o que chamamos de terceira dimensão. Existem outras dimensões paralelas a essa.

A que chamamos de quarta dimensão, ou de dimensão astral, é a mais próxima da dimensão que estamos.

As dimensões estão interpoladas: seres da quarta dimensão conseguem se comunicar com seres da terceira. O que chamamos de espíritos ou fantasmas, por sua vez, são seres da quarta dimensão interagindo na terceira dimensão.

Nesse caso, então, já fomos fantasmas, porque não tínhamos corpo físico antes de virmos para a terceira dimensão, e, com certeza, no futuro, seremos fantasmas, porque perderemos esse corpo físico e sairemos da terceira dimensão.

Aliás, existem mais seres desencarnados (sem corpo físico) que encarnados no planeta Terra. A única questão é que não os vemos.

Isso ocorre porque os olhos do corpo físico foram projetados para captar as frequências vibracionais da dimensão física, então, com a exceção de alguns médiuns que veem os seres da quarta dimensão, nós não vamos vê-los.

Mas que fique muito claro: não é porque não estamos vendo que eles não existem; não é porque não vemos as bactérias que elas não estão na nossa pele; não é porque não vemos os ácaros que eles não estão nos nossos travesseiros. Já passou da hora de nos livrarmos do paradigma do só acredito vendo.

No processo de projeção, deslocamos nossa consciência para o corpo astral, também chamado corpo da dimensão astral.

Logo, se ancoramos a nossa consciência em um corpo da quarta dimensão, teremos olhos para enxergar a quarta dimensão, e, quando isso ocorre, nós passamos a ver o que já existia na quarta dimensão, mas que não víamos antes, devido a nossos olhos de terceira dimensão.

Não é a projeção astral que atrai fantasmas para nossa casa. Eles já estão lá.

O medo de ver fantasmas é enfiar a cabeça embaixo do travesseiro e achar que tudo vai desaparecer se não estivermos olhando.

Porém, não é o fato de colocarmos a cabeça embaixo do travesseiro que faz tudo desaparecer: os seres continuam lá, na nossa casa, no nosso local de trabalho, em todos os lugares.

Os monges tibetanos aconselham nos prepararmos em vida para a morte. E o que isso quer dizer? Que, agora, temos a oportunidade de irmos aos poucos entrando em contato com “o mundo espiritual”, que, no fim, é para onde vamos.

Não é incomum pessoas que, no momento do desencarne, tomam um grande susto, ficam perdidas e não sabem como agir.

Quando estamos no corpo astral, vemos espíritos? Sim, mas é melhor que seja agora, com calma e de forma controlada, do que fingir a vida inteira que isso não existe e tomar um grande susto no desencarne.

Devemos pensar que, se sairmos na rua, vamos ver seres humanos; se formos para outra dimensão, portanto, vamos ver os seres que estão nessa dimensão. Isso é lógico e completamente normal.

O espírito é um ser igual a nós — ele só não tem um corpo físico, mas é uma pessoa como eu e você. Inclusive, esse destino é certo: um dia também deixaremos de ter o corpo físico. Não existe essa coisa de fantasma, quando desencarnamos vamos querer ser visto como um?

Se o conceito de fantasma é alguém que fica atormentando, que assusta as pessoas, que causa medo, então muitas pessoas encarnadas poderiam ser chamadas de fantasmas.

Não é porque não temos um corpo físico que deixamos de ser conscientes, de termos uma personalidade, de sermos uma pessoa.

Por meio da projeção astral, você entrará em contato com mentores, amigos e diversos tipos de seres, negativos e positivos. Todos irão te ensinar algo e auxiliar na expansão da sua consciência.

Deixar o medo de ver espíritos impedir que você pratique projeção astral é renunciar a muitas experiências positivas, proporcionadoras de muitos aprendizados.

Claro, ver esses seres exige uma adaptação do nosso cérebro. É normal, num primeiro momento, ficarmos muito assustados e voltarmos para o corpo físico, mas, quanto mais contato tivermos, mais o medo vai diminuindo, até chegar o momento em que estamos habituados com essa realidade.

Eventualmente, algo até pode nos assustar, mas o medo não será como no início, pois agora sabemos o que esperar e como agir.

Medo 5 – Vou me perder na viagem astral

O último medo comum é o de se perder no mundo astral.

Como devem imaginar, esse medo não tem fundamento. Você se lembra que existe uma conexão energética entre o corpo físico e o corpo astral? Logo, podemos estar em qualquer local no mundo astral: quando chegar o momento de voltarmos para o corpo físico, imediatamente seremos puxados para a terceira dimensão.

Não é incomum acordarmos com a sensação de estarmos caindo ou de uma atração inevitável, às vezes até sentimos como se nosso corpo estivesse se encaixando em algo nesse momento.

Essas sensações ocorrem quando o corpo físico puxa o corpo astral e isso se dá independentemente de estarmos longe dele ou não.

As noções de tempo e espaço são muito diferentes entre a terceira e a quarta dimensão.

Na terceira dimensão, se queremos ir ao parque, vamos ter que nos deslocar, seja caminhando ou de carro, do ponto A até o ponto B. Na quarta dimensão, não precisamos percorrer esse caminho, podemos estar no ponto A e aparecer no ponto B.

Quando esse deslocamento é feito na quarta dimensão, ele ocorre em uma velocidade tão alta que a nossa mente não é capaz de compreender. Então, mesmo que estejamos no local mais longínquo do astral, no momento de voltarmos para o corpo físico, vamos imediatamente a ele retornar.

O corpo astral é sugado para o corpo físico e, por isso, não existe a possibilidade de nos perdermos.

Espero que esse módulo tenha esclarecido os principais medos em relação à projeção astral e porque eles são infundados.

Compreender esses medos é fundamental para que o cérebro não identifique a projeção como algo que nos coloca em risco, o que dificultaria muito a plenitude da projeção consciente.

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