A história da radiestesia

Esse é um artigo com um resumo breve sobre a história da radiestesia e com a finalidade de ilustrar o quão antiga ela é, e como essa ciência foi amplamente utilizada por diferentes povos, em diversos períodos de tempo.

Esse é um artigo com um resumo breve sobre a história da radiestesia e com a finalidade de ilustrar o quão antiga ela é, e como essa ciência foi amplamente utilizada por diferentes povos, em diversos períodos de tempo. Para dar uma ideia inicial, só nos registros da nossa civilização, ela existe desde a Pré-História.

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A história da radiestesia e a palavra “rabdomancia”

A palavra radiestesia pode ser considerada uma nomenclatura moderna, pois, antes dela, usava-se a palavra “rabdomancia”.

O primeiro registro dessa palavra, “rabdomancia”, é no poema épico Odisseia, atribuído a Homero, datado do século VIII a. C., na Grécia Antiga.

O que quer dizer rabdomancia

“Rabdomancia” é a união de duas palavras, rhabdos, que quer dizer varae manteia, que quer dizer adivinhação; logo, temos, algo como “adivinhação por vara”.

Mais tarde, somente no início do século XX, surgiram estudos próprios e a técnica foi alçada à categoria de ciência, recebendo, então, o nome de radiestesia.

Por isso, em boa parte do contexto histórico da radiestesia, perceberemos que o termo “rabdomancia” será mais utilizado.

Somente quando entrarmos no final da Idade Moderna e início da Idade Contemporânea ele será substituído pela nomenclatura atual, a saber, radiestesia.

A história da radiestesia e a Pré-História

Os primeiros registros da rabdomancia são de 9 mil anos a.C., em pinturas rupestres encontradas no Peru. Nessa pintura rupestre, é possível observar um homem segurando uma vara e tentando adivinhar algo, em clara referência ao uso da radiestesia.

A historia da radiestesia

Era comum que as tribos usassem a adivinhação por vara, tanto para encontrar água, como para caçar animais, ambos os recursos fundamentais e valiosos para o ser humano pré-histórico.

Eles acreditavam que, por meio da rabdomancia, poderiam localizar animais para, então, abatê-los e alimentar a tribo.

A rabdomancia e a China

A civilização chinesa já utilizava a rabdomancia muito tempo antes da civilização Ocidental.

Inclusive, há lendas que dizem que o Embaixador e explorador italiano Marco Polo foi o responsável por levar a rabdomancia da China para o Ocidente a partir do ano 1269.

marco polo e a história da radiestesia

Essa teoria não é comprovada, mas existe porque Marco Polo foi o grande comunicador do Ocidente com o Oriente.

Por isso, coloca-se que provavelmente foi ele quem trouxe essa técnica para Europa, a qual se desenvolveu em especial entre os alemães, que a utilizavam, com constância, para detectar minerais.

A história da radiestesia e o Imperador Kwang Yu

Na China, durante a dinastia Han, o Imperador Kwang Yu era conhecido por detectar inundações utilizando a rabdomancia. Ele usava um instrumento similar a uma forquilha e, com ele, detectava lençóis freáticos, o que, na época, parecia algo muito místico.

Confúcio reconheceu a habilidade do Imperador dizendo que ele era o grande mestre das inundações.

A cultura chinesa basicamente vem do taoísmo, e a base do taoísmo é o conceito de yin e yang. Então, os chineses acreditavam que a varinha era capaz de detectar um chi específico, no caso, yin e yang.

FENG SHUI

A base do Feng Shui parte das técnicas da rabdomancia, tanto que, através dela, aprende-se a detectar pontos de energia baixa e pontos de energia alta na malha magnética da Terra.

Os chineses, portanto, estudam isso há muito tempo, porém, com nomes folclóricos, como por exemplo “veias do dragão” e “saídas do demônio”.

Eles acreditavam que os instrumentos eram capazes de detectar, nos ambientes, fluxos de energia positivos, negativos, benéficos ou maléficos ao ser humano.

Esse estudo energético dos ambientes e, por consequência, a rabdomancia, eram muito importantes para os chineses, de modo que toda construção, de casas a palácios, levava em consideração os fluxos energéticos.

Por exemplo, não se construiria uma casa em cima de uma Veia de Dragão, que provavelmente eram lençóis freáticos ou algum tipo de formação mineral sob o solo, uma vez que isso ocasionaria certa influência negativa na energia da casa.

A rabdomancia e o Egito

Existe toda uma aura mística em relação aos egípcios. Isso porque, explicando de modo breve, os sacerdotes egípcios acreditavam que a população não tinha conhecimento, nem domínio suficiente, do que eles chamavam de artes mágicas, ou artes sobrenaturais.

Então, existia uma separação entre o que era permitido à população geral e o que era só de alcance dos sacerdotes.

Tudo relacionado ao uso de pêndulos, às perguntas e respostas, à arte divinatória, à cura e a todo o uso mais profundo da rabdomancia ficou para os sacerdotes.

Para o povo, só era permitido localizar água, minerais e comida através dela.

Além da rabdomancia, o mesmo acontecia com o uso de ervas para cura, cromoterapia e incensos.

Tudo o que, hoje, chamamos de sobrenatural era reservado a uma elite, já que era considerado um conhecimento muito avançado e passado só aos iniciados. A população simplesmente não tinha acesso a esses conhecimentos.

A história da radiestesia e o pêndulo egípcio

Uma curiosidade sobre os pêndulos é que há um tipo de pêndulo conhecido como pêndulo egípcio.

Ele foi descoberto em uma câmara funerária no Vale dos Reis, no Egito, local onde as tumbas dos faraós eram construídas, e, desde então, todos os pêndulos com formato similar a esse passaram a ser chamados de egípcios por sua influência.

Mas a verdade é que não existiu um único pêndulo egípcio. Cada região do Egito e cada grupo de sacerdotes tinha o seu próprio modelo de pêndulo.

Porém, esse tipo de pêndulo em particular acabou se tornando uma prova material do uso da rabdomancia pelos egípcios e também foi um dos primeiros modelos a chegar no Ocidente.

A rabdomancia e a Grécia

Como citei no começo do nosso estudo histórico, a primeira documentação escrita da palavra rabdomancia foi no poema épico Odisseia, de Homero.

Porém, Homero não usou a palavra no sentido que nós usamos hoje, uma vez que, para ele, rabdomancia significava “vara de adivinhação”.

Também na Odisseia, Homero chamou rabdomante de “caduceu”.

O caduceu

O caduceu é um bastão com asas na sua parte superior e com duas serpentes entrelaçadas ao longo de sua extensão. Esse é um antigo símbolo associado ao deus grego Hermes, conhecido como Mercúrio pelos romanos.

Hermes, entre outras atribuições, era considerado o mensageiro dos Deuses e o deus da divinação. Observem na imagem abaixo como o caduceu de Hermes tem um formato pendular.

Essa é uma percepção sutil, mas interessante, envolvendo a rabdomancia e um símbolo que permanece importante até os dias atuais.

A rabdomancia e Roma

Já deve estar claro nessa linha do tempo que, desde o começo, tanto para os egípcios quanto para os chineses, ou mesmo para os gregos, era comum, por parte da população, o uso do conhecimento sobre rabdomancia para encontrar a água, minerais e animais, do mesmo modo que hoje nossa vó faz um chá para aliviar algum desconforto.

Na verdade, até hoje algumas culturas rurais ainda utilizam a vara rabdomance para encontrar água.

Mas a parte oculta, mística, desse instrumento era reservada aos sacerdotes, aos iniciados.

Isso continuou ocorrendo até o começo do século XX, quando finalmente o conhecimento de modo mais completo foi deixando de pertencer somente a uma elite.

O uso popular e o uso oculto

É como ter duas histórias diferentes sobre o mesmo assunto: se pegarmos o uso comum da rabdomancia, vamos encontrar a população buscando água e alimento; no entanto, se pegarmos tratados de magia antigos, se estudarmos a história oculta das sociedades secretas do mundo inteiro, encontraremos a rabdomancia sendo usada de modo divinatório e para curas.

Por isso, consideramos que o conhecimento radiestésico foi passado em duas camadas, a camada mais popular e a camada mais oculta.

E quanto mais temos acesso a essa história oculta, mais percebemos que o uso místico da rabdomancia, embora escondido, era muito comum na elite da sociedade antiga.

Finalmente, falando da civilização romana, vou citar uma das maiores lendas dessa sociedade envolvendo a rabdomancia.

A mitologia romana conta que Rômulo e Remo eram dois irmãos gêmeos, sendo que Rômulo foi o fundador de Roma e seu primeiro rei.

A rabdomancia entra nessa lenda porque diz-se que eles se utilizaram da ajuda de um rabdomance conhecido na época para determinar a melhor localização para fundação de Roma.

Além dessa lenda, a rabdomancia era usada comumente para outros fins na sociedade romana. Era usual, por exemplo, que toda tropa romana tivesse um grupo de rabdomances.

A função deles era determinar onde havia reservas de minerais e água quando a tropa invadia uma nova região.

Esses eram alguns dos usos populares da rabdomancia, mas, como falamos, também havia o uso oculto, promovido pelos sacerdotes romanos para curas, adivinhações e outros fins.

A rabdomancia e a Idade Média

Chegamos à Idade Média em nossa linha do tempo na história da rabdomancia.

Foi nesse período que o Cristianismo se espalhou pela Europa e, logo, com a Igreja instituída como centro de poder, a rabdomancia foi considerada magia negra e bruxaria.

Dessa forma, todo o conhecimento da rabdomancia, que até então era permitido apenas aos sacerdotes, trocou de mãos e foi para o alto clero da Igreja.

Tudo o que os sacerdotes praticavam passou a ser praticado pelo alto clero, que continuaram isolando esse conhecimento da população em geral. Isso se deu principalmente por poder e domínio, pois sabemos que conhecimento é poder, e quanto mais conhecimento temos mais poder conquistamos.

O alto clero da Igreja também sabia disso e, obviamente, usufruía de todo o conhecimento que veio das bibliotecas antigas, dos sacerdotes e de tudo o que eles saquearam.

Para quem tem interesse no assunto, recomendo o romance O nome da rosa, do escritor Umberto Eco. Esse livro descreve brilhantemente os bastidores da Igreja Católica na Idade Média.

A rabdomancia não só continuou oculta, em sua completude, pela Igreja, como também foi proibida, mesmo em seus usos mais simples, pela população.

Porém, não é porque foi proibido que as pessoas não praticavam, elas continuaram usando suas varinhas para buscar água, animais e minerais.

Afinal, não é proibindo que se retira um elemento de cultura tão enraizado como a rabdomancia.

Porém, após o final da Idade Média, já na Idade Moderna, houve uma nova proibição total da rabdomancia por Martinho Lutero, o fundador do protestantismo, sob a acusação de satanismo.

Na verdade, todo o conhecimento do ocultismo, para a Igreja, seja protestante ou católica, era considerado diabólico.

No entanto, mesmo com essa altíssima restrição, também na Idade Moderna, ocorreu um fenômeno: alguns padres começaram a desenvolver estudos sobre a rabdomancia e trazer isso, pouco a pouco, para o público.

Esse movimento provavelmente se deu porque esses padres tiveram acesso a

documentos, livros e estudos que eram feitos no alto clero e se sentiram instigados a trazer esse conhecimento à tona novamente. Repito, o padrão de manter conhecimentos ocultos do povo ocorria porque, até o começo da era industrial, o ocultismo era o máximo de tecnologia que existia. Claro, eles não compreendiam os fenômenos, mas sabiam que davam resultado.

Até hoje, ainda há uma grande inaptidão geral para usar os conhecimentos ocultos e espirituais de modo ético. Nas grandes cidades, os postes são repletos de anúncios de amarrações e trabalhos que sabemos irem contra leis divinas como o livre-arbítrio. Esse é um pequeno exemplo de como a população realmente ainda não está preparada para utilizar o ocultismo. Então, embora o poder e o domínio fossem uma motivação para manter sigilosos alguns conhecimentos, não podemos negar que há um fundo de razão em mantê-los fechados em alguns grupos.

As escolas iniciáticas, principalmente, existem com essa função de passar conhecimentos para pessoas que tenham algum nível de preparação para lidar com aquela ferramenta. Quanto maior o poder, mais desastroso pode ser seu uso pelas mãos erradas.

Porque sim, muito conhecimento foi oculto da população por poder, mas também se ocultou essas informações por despreparo do povo para lidar de maneira ética e coerente com esse material. Ainda hoje, muitos usam a espiritualidade de modo mesquinho, seja por ganância, para amarrações ou com a finalidade de inflar o próprio ego, quando, na verdade, ela deveria ser usada para o bem coletivo.

Da Idade Média ao começo do século XX

Relembrando rapidamente, na Idade Média a rabdomancia ficou restrita ao alto clero da Igreja, de modo que, abaixo dele ninguém podia acessar esse conhecimento. Já na Idade Moderna, Martinho Lutero, o fundador do protestantismo, intitulava a radiestesia como demoníaca, embora muitos líderes da Igreja a estudassem de modo oculto.

Vimos também que a radiestesia foi dividida em duas escolas por força do seu contexto histórico: uma mais materialista e popular, outra mais mística e oculta. A escola mais materialista, que usava o conhecimento da rabdomancia para buscar minerais, água e animais, foi praticada por diversos grupos sociais por toda Europa. Já a escola mais oculta, que utilizava a radiestesia para curas, adivinhações e trabalhos holísticos, foi infiltrada nas escolas iniciáticas de magia, que só eram acessadas por uma elite intelectual. Por toda a Europa, depois da Idade Média, principalmente no Renascentismo, existiam muitas escolas iniciáticas de magia e ocultismo, sendo que algumas perduram até os dias atuais.

Continuamos por todo período da Renascença, até o começo do século XX, com a radiestesia sendo utilizada dessas duas formas, uma de modo prático e a outra sob a forma de escolas de ocultismo. Essa divisão, que se propagou através do tempo, deu origem a duas linhas de pensamento sobre a radiestesia, as quais vamos conhecer melhor mais à frente.

A origem da palavra “radiestesia”

Finalmente, chegamos ao começo do século XX, e esse é um marco em nossa linha do tempo, porque foi nesse contexto em que a técnica que estamos abordando ganhou o nome radiestesia e, então, gradualmente, deixou de ser chamada de rabdomancia.

O nome em questão foi dado por dois abades da Igreja Católica, o Abade Mermet e o Abade Bouly. Provavelmente, isso se deu porque, dentro da Igreja, continuou-se estudando e praticando a radiestesia ao longo do tempo. O nome “radiestesia” significa sensibilidade à radiação, sendo radiusdo latim “radiação” e aisthesisdo grego “sensibilidade”. Esse termo, na época, era muito moderno, tão moderno quanto falar de mecânica quântica hoje.

A física estava começando a estudar a radiação e comprovar que todo corpo a emitia. Então, provavelmente, impulsionados pelo racionalismo crescente na humanidade, que via como necessidade a comprovação científica dos processos, os abades resolveram incorporar ao nome o termo radiação, para demonstrar que a radiestesia possuía uma base científica.

Em 1929, foi criada a Associação Francesa e Internacional dos Amigos da Radiestesia, em que radiestesistas do mundo inteiro se uniram para debater e, principalmente, pesquisar sobre a radiestesia, seus fenômenos e efeitos. Esse fato demonstra como ela foi ganhando um cunho mais científico com o passar do tempo. Ainda hoje, a radiestesia não é considerada uma ciência oficial, isso porque alguns elementos dela não foram comprovados, embora, para muitos estudiosos, ela seja sim uma ciência. Agora, com o avanço da mecânica quântica, já podemos ver que muitos dos pontos ainda sem explicação estão sendo cientificamente esclarecidos.

Até agora vimos, na história mundial, o caminho que a radiestesia percorreu até os dias atuais. Mas a radiestesia também tem sua história no Brasil, afinal, somos um dos maiores polos de radiestesia do mundo, com o maior uso de gráficos e mesas radiônicas. Porém, adianto, o caminho não é só de flores, há muito a avançar. Falaremos disso a seguir.

As três escolas de radiestesia

Para concluir esse contexto histórico da radiestesia, vamos entender aonde todos esses caminhos do passado nos trouxeram. Como vimos, uma parte da radiestesia ficou para uso popular e a outra parte ficou para as escolas iniciáticas, e essa divisão levou ao surgimento de duas linhas de estudos radiestésicos.

Uma delas é a radiestesia física, que defende que o radiestesista não tem papel nenhum na técnica, sendo fundamental apenas o instrumento. Segundo essa linha de estudo, o que capta a informação é o instrumento que o radiestesista usa, seja o pêndulo, o cajado ou qualquer outro instrumento. Por isso, radiestesistas buscam criar uma ligação entre o instrumento e o objeto de pesquisa. Por exemplo, para eles, um instrumento de pedra seria ideal para se encontrar água, e assim por diante, considerando, para tanto, os outros elementos da natureza e os possíveis objetos de pesquisa.

Essa linha de estudo é considerada antiga, utilizada muito no começo da radiestesia, porque, como expliquei anteriormente, não havia contato entre o conhecimento das sociedades secretas e o conhecimento popular. Logo, essa vertente mais popular, sem o conhecimento do papel do radiestesista, prevaleceu por muito tempo. Ainda hoje existem radiestesistas que seguem essa linha, de modo que acreditam que apenas o instrumento usado é capaz de captar as ondas energéticas.

Por sua vez, a outra linha de estudo é a radiestesia mental, que é exatamente oposta à radiestesia física. Essa vertente traz à tona o conhecimento oriundo das escolas de ocultismo. A radiestesia mental diz que o instrumento não tem importância nenhuma, o radiestesista, sozinho, com seus poderes mentais é capaz de captar essas informações energéticas e dar o resultado da pesquisa.

Agora, peço que façam uma reflexão comigo, ok? Imaginem que um violão maravilhoso é dado a alguém que não sabe tocar. Sairá boa música dele? Não. E se alguém que toca muito bem tiver que usar um péssimo violão, terá sua melhor performance? Não também. O mesmo ocorre na radiestesista: não adianta um instrumento maravilhoso sem um bom radiestesista, mas tampouco um bom radiestesista terá sua melhor performance sem um bom instrumento.

Por isso, surgiu uma terceira escola, a radiestesia técnica. Ela busca unir o instrumento e o radiestesista, ambos como elementos importantes no processo. Deve ter ficado claro que, no meu ponto de vista, essa é a linha que mais possui lógica e embasamento.

Além disso, nessa linha de estudo, busca-se desenvolver pesquisas científicas para comprovar como a radiestesia funciona. No mundo, de modo geral, e principalmente na Europa, a linha da radiestesia técnica é a de maior sucesso. Porém, no Brasil, nem tanto, pois ainda usamos muito de misticismo e tendemos a usar mais a radiestesia mental, acreditando que apenas o radiestesista importa, com seus poderes mentais, mediúnicos e paranormais, para se obter resultados.

Embora no Brasil a radiestesia técnica não prevaleça, somos um dos maiores polos de radiestesia do mundo e onde se faz o maior uso de gráficos e mesas radiônicas. No mundo, a radiestesia técnica ganha espaço por ser fundamentada no método científico, e, com isso, já existem vários livros modernos que estão desenvolvendo a radiestesia e a levando a novos caminhos.

Concluímos nosso estudo histórico com essas três escolas. A seguir, aprenderemos a importância do instrumento, a importância do radiestesista e a união desses dois na aplicação da técnica.

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