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A meditação e o cérebro

Neste artigo, vamos explorar como a meditação afeta o cérebro e quais são os seus benefícios para a saúde mental e física.
a meditação e o cérebro

A meditação é uma técnica antiga que tem sido praticada por diversas culturas ao longo da história. Ela pode ser definida como um estado de consciência elevado, em que a pessoa fica mais atenta e presente no momento presente. A meditação tem diversos benefícios para a saúde, tanto física quanto mental.

Recentemente, a ciência tem se interessado pelos efeitos da meditação no cérebro humano. Os estudos mostram que a meditação pode ter efeitos positivos na saúde mental, como a redução do estresse, da ansiedade e da depressão. Além disso, a meditação também pode melhorar a memória e a concentração, além de promover o bem-estar geral.

Neste artigos, vamos abordar os aspectos que envolvem a meditação e o cérebro físico. Vamos entender como a meditação afeta o cérebro e quais os seus benefícios para a saúde mental e física.

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Como disse anteriormente, não vou me abster da parte espiritual nesse curso, mas é fato que estamos encarnados em um corpo físico, não podemos ignorar isso. Isso quer dizer que recebemos uma influência real do nosso corpo.

Por exemplo, se estamos com dor no braço, essa dor é real, assim como, se o nosso cérebro funciona de modo perfeito e de maneira otimizada como ser espiritual, teremos uma vida mais vantajosa e equilibrada na Terra, da mesma forma que, usando um carro em perfeitas condições, conseguimos ir de uma cidade a outra tranquilamente.

Porém, usando um carro com o motor falhando e com o pneu furado, essa mesma viagem seria bem mais difícil.

O cérebro, ou a estrutura neurológica, de todas as criaturas existentes em nosso planeta é 100% utilizado. Então, precisamos derrubar o mito de que usamos apenas 10% da nossa capacidade cerebral.

Veja, a natureza não gasta energia à toa, portanto, não produziria o cérebro se ele não fosse totalmente utilizável. Muitas vezes, culpamo-nos ou usamos essa ideia de baixa produtividade do cérebro como desculpa para agirmos como agimos.

Inclusive, outros mitos surgiram através desse, como, por exemplo, o que diz que Einstein utilizava 30% do cérebro. Na verdade, como espécie, só estamos há milhões de anos aqui, graças ao nosso cérebro.

Só que uma coisa é vivermos em uma caverna na Pré-História, e outra é vivermos em uma cidade nos tempos atuais. Tudo isso causa diferentes impactos no cérebro, fazendo com que o utilizemos de maneiras diversas.

Outras ideias que devem ser derrubadas são: quando um neurônio morre, nunca mais nasce outro; nosso cérebro só se desenvolve até os 15 anos de idade; e tudo o que aprendemos na infância não pode mais ser modificado por nós.

Essas ideias criam um conceito errôneo de que existe uma idade limite para o aprendizado, para o crescimento e para a mudança. Mas esses são mitos que já foram derrubados cientificamente há algum tempo.

Já se sabe que, quando um neurônio morre, outro nasce; que o cérebro está constantemente desfazendo e refazendo conexões, do momento em que nascemos até a nossa morte; e que chamamos essas capacidades de reestruturação de plasticidade cerebral.

Então, não perdemos neurônios durante a vida, tampouco nossas conexões neurais são fixas ou as nossas experiências e os nossos hábitos modificam o nosso cérebro. Isso quer dizer que podemos mudar hábitos e experiências, de modo a sermos uma pessoa diferente amanhã.

Essa habilidade torna o ser humano uma das espécies mais adaptáveis existentes no planeta Terra: se colocamos um ser humano no gelo, no deserto, no alto da montanha, no meio da cidade, no campo, ou em praticamente qualquer situação, ele sobrevive.

E sobrevive porque o cérebro humano tem plasticidade, sendo capaz de se adaptar aos mais diversos ambientes e situações. A meditação, assim como diversas outras coisas, é capaz de mudar o cérebro e a maneira como o utilizamos.

Digo isso porque, muitas vezes, encontrei clientes e alunos que se diziam nervosos, por exemplo. Mas eles não estavam nervosos, esse era o resultado de alguma área hiperestimulada no cérebro deles.

Isso é muito mais profundo do que ter uma característica imutável. E esse é o motivo pelo qual, mesmo sendo um curso com abordagem espiritualista, estamos falando de cérebro físico.

Afinal, somos uma consciência encarnada e somos influenciados por nosso corpo físico. Então, se o corpo físico tem uma área do cérebro hiperestimulada, como, por exemplo, a amígdala cerebral, isso nos torna nervosos em relação às outras pessoas.

Desse mesmo modo, se estivermos em um corpo que tem o córtex pré-frontal mais estimulado, teremos mais empatia pelas pessoas. E uma das maneiras de estimularmos essa região do cérebro para termos mais amor, empatia e compaixão é meditando.     

Por isso, seria burrice não considerarmos nosso corpo físico na equação de quem somos nós, visto que estamos nele aqui e agora. Modificando o corpo físico, começamos a modificar quem somos.

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