O medo da morte e a projeção astral

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O medo da morte é uma experiência quase universal, profundamente enraizada na condição humana. Desde o alvorecer da consciência, os seres humanos têm ponderado sobre o fim inevitável da vida, gerando uma vasta gama de respostas emocionais, culturais e filosóficas.

Este artigo busca explorar as diversas facetas do medo da morte, examinando como ele influencia nossas vidas, crenças e comportamentos. Através de uma análise cuidadosa, propomos entender melhor esse temor profundo, bem como discutir abordagens para enfrentá-lo, na esperança de encontrar maneiras de viver com mais plenitude e aceitação diante da nossa mortalidade inegável.

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O medo da morte

O medo da morte é considerado um dos maiores medos enfrentados pelos seres humanos. Este temor, no entanto, não é diretamente relacionado à morte em si, mas ao vasto desconhecido que a segue.

Questões como “Para onde irei após a morte?”, “Será que enfrentarei alguma forma de punição divina?”, ou “O que acontecerá com as pessoas que amo depois que eu partir?” são comuns e atravessam a mente de muitos ao longo de suas vidas. Na essência, não é a morte que nos assusta, mas a incerteza que ela traz. O desconhecido, em sua natureza, nos preenche de temor.

Entendendo o Medo do Desconhecido

A morte é a única certeza da vida, mas o que vem depois permanece como uma das maiores incógnitas da existência humana. Esta incerteza sobre o pós-morte gera ansiedade, pois enfrentamos a possibilidade de uma punição divina, o nada absoluto, ou a transformação em algo que não compreendemos. O desconhecido desperta um medo intrínseco, pois é um território não mapeado que todos eventualmente terão que explorar.

O ego, uma construção psicológica que nos ajuda a viver, é profundamente afetado pela ideia da morte. Sabendo que sua existência é limitada ao plano terreno, o ego se confronta com a ideia da finitude, o que pode desencadear um intenso medo e negação. Este medo não é apenas um reflexo da preocupação com o desconhecido, mas também uma resistência à aceitação de que tudo o que conhecemos e somos chega ao fim.

A Influência da Cultura Materialista

Vivemos em uma cultura predominantemente materialista, onde grande ênfase é colocada na acumulação de bens materiais. Este foco no material muitas vezes nos desvia de explorar e entender aspectos espirituais da vida, incluindo a morte. Tal negligência pode nos deixar despreparados e aumentar o medo do desconhecido, pois não temos o conhecimento ou o conforto espiritual que poderia ajudar a mitigar nossas inseguranças sobre o pós-morte.

A falta de conhecimento ou compreensão sobre o que ocorre após a morte contribui significativamente para o medo que muitos sentem. Ao ignorar os estudos espirituais e focar exclusivamente no material, perdemos a oportunidade de explorar e entender conceitos que poderiam oferecer consolo ou respostas às nossas perguntas mais profundas sobre a morte.

O medo da morte, embora universal, é complexo e multifacetado. Ele se arraiga não apenas no temor do desconhecido, mas também na resistência do ego à ideia da finitude e na influência de uma cultura materialista que nos afasta da exploração espiritual.

Para enfrentar esse medo, é necessário um equilíbrio entre o entendimento material da vida e a abertura para o conhecimento espiritual, permitindo-nos preparar melhor para o inevitável e, possivelmente, encontrar paz na aceitação da morte como parte integrante da existência.

As religiões e o medo de morrer

Para lidar com o medo constante da morte, a humanidade desenvolveu as religiões, que atuam como válvulas de escape para as inquietudes do ego. As crenças religiosas oferecem explicações sobre o pós-morte, criando uma sensação de conforto diante da incerteza que envolve a morte.

Estórias sobre paraísos, infernos, umbral, colônias espirituais, entre outras, são compartilhadas como visões do que nos espera após a vida terrena. Esses relatos buscam oferecer alguma forma de certeza em um terreno onde, na realidade, prevalece a incerteza.

A Função das Religiões no Medo da Morte

As religiões surgem como uma tentativa de explicar o inexplicável, de dar sentido ao que parece desprovido de significado. Por meio de narrativas sobre o que acontece após a morte, as religiões tentam aplacar o medo inerente ao desconhecido, prometendo destinos pós-morte baseados nas ações e escolhas feitas durante a vida. Estas explicações religiosas podem variar enormemente, refletindo a diversidade cultural e espiritual da humanidade.

Enquanto muitos encontram consolo e direção nas promessas das religiões, persiste a dúvida intrínseca sobre a veracidade desses ensinamentos. No íntimo, a pergunta “Será que isso é mesmo verdade?” ecoa em nossas mentes, revelando uma incerteza fundamental que as narrativas religiosas tentam, mas nem sempre conseguem, resolver. Esta dúvida sublinha a complexidade da fé e da crença humana, especialmente quando confrontadas com o mistério da morte.

Além do medo da morte, o medo da punição divina

As narrativas religiosas, ao tentarem oferecer conforto e explicação para o grande mistério da morte, acabam por vezes exacerbando o medo que nos assola. Uma das principais maneiras pelas quais esse efeito é alcançado é através da ideia do castigo divino.

Somos seres humanos falíveis, propensos a erros ao longo de nossa jornada, mas muitas tradições religiosas estabelecem que, caso não sigamos um determinado código ético ou doutrinário, estaremos sujeitos a uma punição no além. Assim, aos medos já existentes — especialmente o medo do desconhecido — somamos o temor de um julgamento e consequente punição divina após a morte.

O Peso do Castigo Divino

A ideia de um castigo divino atua diretamente sobre nossas inseguranças mais profundas, sugerindo que nossas falhas e erros durante a vida podem nos levar a consequências eternas e, muitas vezes, terríveis. Isso não apenas intensifica o medo da morte, mas também adiciona uma camada de ansiedade moral e espiritual à nossa existência.

Ao invés de aliviar os temores relacionados à morte, essa abordagem pode intensificar a angústia e a preocupação com o pós-morte. A expectativa de um julgamento divino após a morte adiciona uma pressão imensa, fazendo com que o medo do desconhecido seja acompanhado pelo medo de sermos punidos pelos nossos erros. As religiões, embora busquem orientar e confortar, podem assim contribuir para uma complexa rede de medos que cercam o conceito da morte.

Filosofias Orientais e o Medo da Morte

As religiões orientais, como o Budismo e o Taoismo, oferecem abordagens distintas sobre a morte, que contrastam significativamente com as perspectivas mais dualistas e punitivas de muitas tradições ocidentais. Ao invés de enfatizar o medo do castigo divino, estas tradições concentram-se na compreensão da morte como parte integral do ciclo da vida, enfatizando a importância da aceitação, do desapego e da transformação.

A Perspectiva Budista sobre a Morte

No Budismo, a morte não é vista como um fim, mas como uma transição em um ciclo contínuo de renascimento, conhecido como Samsara. Este ciclo é impulsionado pelo karma, a lei de causa e efeito, onde as ações de uma vida determinam as circunstâncias da próxima.

A morte, portanto, é uma oportunidade para o renascimento em uma nova vida, que pode ser mais propícia ao crescimento espiritual, dependendo das ações praticadas na vida anterior.

A meta última do Budismo é alcançar o Nirvana, um estado de liberação do ciclo de renascimento, caracterizado pela extinção do sofrimento, dos desejos e do ego. A morte, nesse contexto, é vista como um passo crucial no caminho da iluminação, onde a compreensão profunda da impermanência de todas as coisas é fundamental. A preparação para a morte, assim, envolve práticas espirituais que cultivam a desapego, a compaixão e a sabedoria.

A Visão Taoista sobre a Morte

O Taoismo, por sua vez, encara a morte como um aspecto natural da vida, enfatizando o fluxo contínuo e a harmonia entre todos os seres e o universo. Segundo essa tradição, a vida e a morte são manifestações do Tao, o princípio fundamental que é a origem e o fim de tudo. A morte é, portanto, apenas uma transformação, um retorno ao Tao, onde a separação entre vida e morte dissolve-se na unidade de todas as coisas.

Para os taoistas, a preparação para a morte envolve viver de acordo com o Tao, praticando a virtude, a simplicidade e o desapego. A morte é vista como uma transição suave quando se vive em harmonia com o Tao, sem resistência ou medo. A prática taoísta inclui meditação, exercícios de respiração e outras técnicas que promovem a saúde e o equilíbrio, preparando o indivíduo para enfrentar a morte com serenidade.

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Estudar sobre a morte

O estudo da morte, apesar de ser a única certeza que temos na vida, é frequentemente evitado em nossa sociedade. Em vez de encararmos e compreendermos este fenômeno, muitos de nós escolhemos viver em negação, como se ao não falar sobre a morte, pudéssemos de alguma forma evitá-la. Essa relutância em discutir ou reconhecer a morte é uma forma de negação que nos impede de apreciar plenamente o ciclo da vida, do qual a morte é uma parte integrante e inevitável.

Estudar a morte não é apenas sobre entender o processo biológico do fim da vida, mas também sobre explorar as questões filosóficas, espirituais e culturais que a cercam. Tal estudo pode oferecer insights valiosos sobre o significado da vida, ajudando-nos a viver de forma mais consciente e plena. Ao nos familiarizarmos com a morte, podemos aliviar muitos dos medos e ansiedades que temos sobre ela, substituindo o medo por uma compreensão mais profunda de nossa existência.

Viver em Negação Versus Aceitação

A tendência de esconder a morte e evitar discussões sobre o tema é um reflexo de nosso medo e desconforto com a finitude. Essa negação nos impede de encarar a realidade de nossa mortalidade, o que pode nos levar a adiar a busca pela felicidade e a vivência de uma vida significativa. Em contraste, dedicar tempo e esforço para compreender a morte pode enriquecer nossa experiência de vida, proporcionando uma maior apreciação pelo momento presente e incentivando-nos a viver cada dia com mais propósito e gratidão.

A conscientização da nossa mortalidade traz uma profundidade única ao momento presente. Saber que nossa existência é finita pode nos motivar a buscar uma vida plena e significativa, valorizando as relações, experiências e momentos que realmente importam. A aceitação da morte como parte do ciclo da vida pode transformar nossa perspectiva, incentivando-nos a não deixar para amanhã a busca pela felicidade e satisfação.

A educação sobre a morte é essencial para uma vida plena e consciente. Ao estudarmos e aceitarmos a morte como parte integral da vida, podemos aliviar nossos medos interiores e viver com maior plenitude e presença.

Essa aceitação nos permite apreciar o agora, encarar a vida com coragem e viver cada momento com significado e propósito. A verdadeira profundidade e riqueza da vida vêm da compreensão e aceitação de nossa finitude, permitindo-nos viver de forma mais autêntica e plena.

Bardo Thodol

O “Bardo Thodol”, tradicionalmente conhecido no Ocidente como o “Livro dos Mortos Tibetano”, é um texto antigo do budismo tibetano que serve como guia para o período de transição entre a morte e o renascimento, conhecido como bardo. Este texto é utilizado para instruir os moribundos e os mortos sobre como navegar por este estado intermediário, com o objetivo de alcançar a libertação do ciclo de renascimento ou uma renascença favorável.

O “Bardo Thodol” ensina que a morte é apenas uma etapa em um ciclo contínuo de existência, enfatizando a oportunidade de liberação espiritual que o bardo oferece. O texto é recitado por lamas e praticantes budistas ao lado do leito de moribundos, guiando a consciência do falecido através das várias fases do bardo, que incluem encontros com divindades pacíficas e iradas, e a eventual busca por renascimento.

Estrutura do Texto

O livro é dividido em várias partes, detalhando as experiências esperadas no bardo, instruções para alcançar a iluminação e evitar o renascimento negativo, e preces e rituais para apoiar o morto. Essas instruções são destinadas a ajudar a consciência a reconhecer a natureza ilusória das visões e sons do bardo, permitindo que ela se liberte dos apegos e desejos que causam o renascimento.

Além de seu uso cerimonial, o “Bardo Thodol” tem profundo significado filosófico e espiritual. Ele fornece insights sobre a natureza da mente, a realidade e a ilusão, e o processo de morte e renascimento, oferecendo aos praticantes uma perspectiva rica sobre como viver uma vida que prepara para uma morte consciente e um renascimento auspicioso.

Na prática moderna, o “Bardo Thodol” não é apenas um manual para os moribundos ou recém-falecidos; ele serve como uma fonte de meditação sobre a impermanência da vida e a importância de viver de forma ética e consciente. Através do estudo e da contemplação deste texto, praticantes buscam entender melhor o ciclo da vida e da morte, e como navegar pela existência de maneira que conduza à libertação final do samsara.

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Projeção Astral e o Medo da Morte

Na projeção astral, a consciência se aventura fora do corpo físico, proporcionando uma perspectiva única que confirma nossa existência além da matéria. Essa experiência demonstra que a morte não é o fim, mas uma transição para diferentes estados de ser. Muitos que praticam a projeção astral relatam ter observado seu próprio corpo deitado enquanto exploram outros planos de existência, evidenciando a separação entre consciência e matéria.

Transformação da Percepção sobre a Vida e a Morte

A capacidade de visitar locais astrais e espirituais através da projeção astral elimina a dependência de narrativas externas sobre a vida após a morte. Essas experiências diretas fornecem conhecimento autêntico sobre a multiplicidade dos planos dimensionais, reforçando a compreensão de que a vida terrena é apenas uma entre infinitas realidades possíveis. A prática constante da projeção astral muda a maneira como percebemos nossa existência, evidenciando que somos, na essência, consciências infinitas vivenciando diversas realidades.

Liberação do Medo da Morte

Um dos benefícios mais significativos da projeção astral é a dissolução do medo da morte. Ao experimentar conscientemente a separação do corpo e reconhecer a continuidade da existência, compreendemos que a morte é apenas uma mudança de estado, não um término absoluto. Esse entendimento libera os indivíduos do temor do desconhecido, permitindo viver com mais liberdade e autenticidade.

A projeção astral encoraja a exploração pessoal e a aquisição de conhecimento através da experiência direta, ultrapassando limites impostos por crenças e ensinamentos tradicionais. Essa jornada de descoberta pessoal revela a verdadeira natureza da nossa existência e a vastidão do universo, destacando a importância de explorar o infinito com a própria consciência.

A projeção astral é mais do que uma prática espiritual; é uma ferramenta de transformação que expande nossa compreensão sobre a vida, a morte e a continuidade da consciência. Ao proporcionar experiências diretas que confirmam nossa existência além do físico, a projeção astral nos ensina a valorizar cada momento da vida, reconhecendo a morte não como um fim, mas como um passo em nossa jornada evolutiva infinita.

Livros sobre Projeção Astral

Graham Coleman – O livro tibetano dos mortos

O livro tibetano dos mortos’ é um guia completo para o viver e o morrer. Escrito em estilo primoroso, contém orientações e práticas ligadas à transformação de nossas experiências cotidianas, ao modo de abordar a morte e os estados posteriores a ela e à forma de ajudar os moribundos. 

C. W. Leadbeater – Plano Astral e Plano Mental

C. W. Leadbeater explora em ‘Plano Astral e Plano Mental’ as complexidades dos universos não-físicos acessíveis através da consciência expandida. O livro detalha as características, habitantes e leis desses planos, oferecendo um guia profundo sobre a estrutura do invisível e o impacto desses domínios na evolução espiritual humana.

Sandie Gustus – Experiências Fora do Corpo ao Alcance de Todos: Guia Prático Para Compreender a Consciência e Usufruir os Benefícios da Vida Interdimensional

Este guia prático oferece uma abordagem acessível às experiências fora do corpo. Gustus fornece dicas, técnicas e insights para entender a consciência, explorar a vida interdimensional e aproveitar seus benefícios.

Conclusão

Concluir um artigo sobre o medo da morte exige reconhecer a complexidade e a profundidade desse temor universal. O medo da morte permeia diversas facetas da existência humana, influenciando comportamentos, decisões e percepções sobre a vida.

No entanto, a exploração desse medo, seja através da educação, da reflexão filosófica, ou da experiência espiritual, como a projeção astral, revela que a compreensão e aceitação da morte podem enriquecer a experiência de viver. A morte, embora inevitável, não precisa ser encarada com temor, mas pode ser compreendida como um aspecto natural da existência, incentivando uma apreciação mais profunda pelo presente e motivando um viver mais pleno e consciente.

Ao enfrentarmos o medo da morte com coragem e curiosidade, podemos desvendar camadas de sabedoria e insight, transformando nosso relacionamento com a finitude em uma fonte de força e inspiração.

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