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A prosperidade divina e a do ego

A prosperidade do ego não existe pois como uma criança carente ele nunca estará satisfeito.
prosperidade divina

Vimos, anteriormente, que somos duas partes, ego e Divino. Então, existe o nosso Divino, que é Deus, esse espírito que está em tudo e, também, dentro de nós; e existe o ego, que é essa persona, esse ser criado pelo Divino para brincar de ser eu, brincar de ser você, brincar de ser tudo.

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Essas duas partes são como yin e yang. Isso porque o ego aterra o Divino e faz com que o Ele tenha uma personalidade na Terra. E o Divino eleva o ego e traz a noção de espiritualidade para ele.

Por isso, é um equívoco pensar que precisamos aniquilar o ego. Se ele fosse aniquilado, voltaríamos a ser o Divino puro e mergulharíamos no mar quântico, de modo a fazermos parte do corpo do Criador novamente. Porém, nesse contexto, não teríamos consciência individual, porque a noção do Eu vem do ego.

Então, qual é a relação ideal entre ego e Divino? Quando há equilíbrio entre eles, ou seja, quando usamos o ego para vivenciar as relações aqui da Terra, mas, ao mesmo tempo, sabemos que somos o Divino.

Quando ego e Divino estão equilibrados, tudo na vida flui, pois podemos agir, sentir, pensar e desejar a partir da nossa individualidade, sem esquecermos que já somos e temos tudo, afinal, somos um pedaço de Deus.

A neurose da nossa sociedade é acreditar que existe apenas o ego. Dessa forma, esse ego, que era para ser uma ferramenta, passa a ser o carrasco, pois ele quer dominar nossa vida e fazer escolhas pensando unicamente em si.

E esse é o motivo de estarmos falando de ego e Divino em um curso de prosperidade. Porque quem cria as coisas é o Divino, mas, quando o ego cria, ele cria problema. Afinal, não é sua função criar, o ego é o executor da ordem do Divino.

Em nossa sociedade, vemos basicamente o ego sendo o comandante e o Divino sendo rejeitado. Assim, o ego está rumando sozinho, em todos os seus desejos e alucinações, sem ninguém puxar o freio, como um cavalo selvagem correndo em uma praia.

O que proponho aqui é tentarmos fazer o processo contrário, isto é, exercitarmos o Divino comandar o ego e os desejos do ego serem os desejos do Divino. Para ficar mais claro, vamos a um exemplo prático de como tudo o que o ego colapsa é problema. Imaginem alguém que deseja um carro, mas que deseja porque quer mostrar-se superior, quer sentir-se melhor que os outros, exibindo, para tanto, poder e riqueza, de modo a dispor status social. Nesse caso, o carro é um desejo do ego. Porque tudo que gira em torno do Eu, do egoísmo, de uma noção de inferioridade ou superioridade, é um desejo do ego. Já uma pessoa que deseja um carro para levar sua família para passear, para otimizar seu tempo ou para usá-lo como ferramenta de trabalho, trazendo mais prosperidade para aqueles ao seu redor, parte de um lugar diferente. Nesse caso, é o Divino que deseja ter um carro. Aliás, o Divino deseja ter tudo, só que o desejo Dele sempre gira em torno da alegria, da felicidade, do prazer e do bem-estar de todos.

Voltando à primeira pessoa do nosso exemplo: o ego dela deseja o carro e deseja agora, porque o ego não tem tempo ou tampouco paciência para esperar. Então, mesmo não tendo condições financeiras, ela compra um carro. Essa pessoa colapsou o carro? Não, ela não colapsou o carro, e sim problemas. Isso porque essa pessoa que comprou o carro não tem condições para mantê-lo, e a alegria de ostentar o carro no churrasco da família durará bem pouco. Cedo ou tarde, os problemas financeiros virão, e talvez essa pessoa perca muita qualidade de vida por estar preocupada com as dívidas ou por estar trabalhando mais para tentar pagar o carro. Logo, o ego colapsou problema.

Precisa ficar bem claro que somente o Divino colapsa solução. E saber se algo foi colapsado pelo ego ou pelo Divino é bem simples, basta observarmos o que aquilo nos trouxe. Se trouxe alegria, amor, paz, estabilidade ou ganho coletivo, então foi o Divino que colapsou. No entanto, se trouxe egoísmo, briga, intranquilidade, agitação, ansiedade ou insônia, foi o ego.

O ego até colapsa, mas não dá meios para mantermos esses desejos. Então, até podemos comprar o carro dos sonhos ou investirmos em uma bolsa de grife no cartão de crédito, mas, se essas demandas vierem do ego, não vamos conseguir manter nada disso.

O ego não se preocupa com o futuro, em como vai pagar por algo, e tampouco liga para as consequências disso para si e para os que estão à sua volta, ele simplesmente quer. O Divino não, Ele traz gradualmente as conquistas para a nossa vida.

Assim, conforme vamos chegando em um patamar e conseguimos lidar com ele de modo saudável, Ele nos oferece mais. Por isso, quero que nesse curso entendam que o ganho real só existe quando colapsamos com o Divino, e que colapsar com o ego é um erro.

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