A triste realidade dos obsessores espirituais

obsessores espirituais

O que são obsessores, encostos ou qualquer entidade multidimensional que denominamos dessa forma e que influenciam a nossa realidade? Primeiramente, cabe mencionar que, sempre que vou ensinar este assunto, gosto de dividir esses obsessores, ou encostos, em vários grupos.

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Obsessores espirituais encarnados

O primeiro grupo é o dos obsessores encarnados, o qual diz respeito a pessoas que estão aqui na terceira dimensão e que ficam o tempo todo mandando frequências vibracionais negativas para outras pessoas, isto é, elas exercem pressão sobre outras, de maneira a escravizá-las e explorá-las. No limite, essas entidades drenam a energia dos indivíduos para prejudicá-los.

Qual é o grupo de pessoas que faz parte desses encostos encarnados?  Todos nós. Todos nós somos obsessores de outras pessoas. Basta eu emitir um pensamento negativo para outra pessoa que eu já me torno um obsessor dela.

Posso ser obsessor por alguns segundos, posso ser por alguns minutos, ou posso ter a ideia fixa na outra pessoa, de maneira a ficar obcecado com a vida da outra pessoa a ponto de me tornar um encosto permanente dela.

Pensamentos são frequências vibracionais

Vamos voltar ao conceito básico de que nossos pensamentos são frequências vibracionais. Quando eu penso em alguém, quando eu penso qualquer coisa na minha vida, eu estou emitindo frequências vibracionais, as quais são ondas de energia que percorrem o tempo e o espaço até atingirem as outras pessoas, influenciando, assim, um local, uma cidade ou mesmo um planeta inteiro.

Quando José está na minha frente e eu fico com inveja dele, estou desejando o mal para José. Quero que ele se prejudique. Quando eu estou constantemente mandando frequências vibracionais para José, essa energia penetra no campo vibracional dele e começa a influenciar todo o corpo energético dele.

Veja, quando eu estou emitindo um pensamento negativo para alguém, quando eu desejo algo negativo para alguém, eu não estou numa frequência positiva, mas sim em uma frequência baixa. É impossível que alguém que tenha paz, tranquilidade e amor, bem como esteja com a vida resolvida, ficar emitindo esses tipos de frequências vibracionais.

Geralmente, quando a pessoa já está nesse nível de ficar desejando o mal para todos ao seu redor, demonstrando-se obcecada com as outras pessoas, é porque está vibrando de uma maneira negativa, numa frequência baixa.

Voltando ao exemplo de José: se ele também estiver com uma frequência baixa, quando eu emito uma energia negativa para ele, essa frequência baixa penetra no corpo energético dele. Agora, se ele estiver com uma frequência alta, a energia ruim que emiti não tem poder algum sobre ele.

Amarração e Magia Negativa

Nós vemos isso, por exemplo, em trabalhos de magia, sobretudo naqueles casos das denominadas amarrações, as quais, usualmente, prometem trazer a pessoa amada de volta em certo período de tempo. Isso nada mais é do que a instrumentalização de uma frequência vibracional.

O feiticeiro negativo, aquele que está fazendo esse tipo de trabalho, ele pega um objeto da pessoa – e esse é o mesmo tipo de trabalho realizado na radiestesia –, o qual, naturalmente, possui uma frequência vibracional dessa pessoa, impregna esse objeto com formas-pensamento negativas e, depois, solta isso na malha quântica.

Quando essas frequências vibracionais vão pelo ar, se José está na mesma linha energética que a do trabalho feito – por exemplo, o trabalho negativo foi feito na frequência 8.9 e José também está no nível 8.9 –, então, pronto, a manifestação atinge José. Isso começa a danificar o corpo energético dele.

Porém, se José estiver na frequência vibracional de nível 101.3, então a energia emitida não lhe atinge. Esse ponto é de fundamental compreensão para que, depois, possamos entender melhor os encostos desencarnados.

Colhemos o que plantamos

Então, todos nós somos obsessores uns dos outros. Por isso, novamente, eu cito a importância de ficarmos vigiando nossos pensamentos. Por quê? Para isso, existe um segundo princípio, que é o princípio da causa e efeito, um princípio hermético que postula que “Toda vez que eu desejo mal para alguém, essa onda vai. Quando essa onda bate na outra pessoa, ela volta.”

Nessa perspectiva, se eu desejei mal para alguém, essa forma-pensamento se movimenta até o indivíduo para quem eu emiti aquela frequência. Porém, ao penetrar no campo energético dessa pessoa, se ela está com uma energia positiva, o que foi emitido bate e, como um espelho, volta para mim.

Esse é o modo de o universo ensinar seres irresponsáveis como nós a terem responsabilidade. Tudo bem, você pode até prejudicar o outro porque isso é uma lei física, não tem como o universo barrar esse movimento.

Você deseja algo para alguém, e isso vai para o campo vibracional da pessoa caso ela esteja na mesma frequência. Mas, em contrapartida, você recebe o mesmo tipo de forma-pensamento que emana. Isso é uma forma de o universo falar: “Tenha responsabilidade com o que você deseja!”.

Basicamente, se você fica desejando que o outro perca o emprego, quem acaba perdendo o emprego é você. Se você fica desejando doenças para os outros, quem acaba ficando doente é você, pois essa onda vai, mas volta para você.

Nós somos os maiores obsessores

Então, nós somos os maiores encostos que existem. Por isso que, muitas vezes, acho injusto falarmos algo como “Vou no centro tirar esse obsessor!” ou “Eu tenho um obsessor na minha vida, e ele precisa ser exterminado!”. Mas nós somos os maiores obsessores do planeta Terra!

Vamos nos lembrar de que estamos na mesma frequência física que as outras pessoas, então, é muito mais fácil nossos pensamentos penetrarem o campo magnético de outras pessoas do que o dos obsessores que estão na quarta dimensão. Enfim, somos os maiores obsessores uns dos outros.

Qualquer tipo de pensamento negativo é uma forma de você emitir frequência vibracional baixa. Mesmo que a sua intenção seja boa, lembre-se: tudo é medido por frequência vibracional. Para o universo, não existe intenção boa ou intenção má, existe frequência vibracional.

Processo de vítima

Agora, considerem uma pessoa que está num processo de vitimização. Isso ocorre porque esse indivíduo ainda não compreendeu que tudo que acontece na vida dele é de sua responsabilidade. Essa pessoa culpa as circunstâncias ao seu redor, às vezes, até mesmo Deus, pela situação em que se encontra.

Esse sujeito está numa frequência vibracional baixa. Caso você mande uma frequência vibracional de que a pessoa é uma “coitada”, isso vai contra o princípio da própria criação, afinal, todos nós somos Deus, então, como eu posso considerar que Deus tem algum problema? Como eu posso achar que Deus é um coitado?

Essa pessoa está simplesmente num desequilíbrio momentâneo de ego, pois todos os problemas estão nos desequilíbrios do ego, não no segmento divino que nos compõe. Então, jamais eu posso achar que meu próximo é um coitado.

No máximo, eu posso ver o meu próximo como um ser em desequilíbrio que precisa se estabilizar, mas não um coitado, mesmo porque ela tem todo o conhecimento necessário dentro dela para, sozinha, se restabelecer, para, sozinha, chegar às compreensões da vida.

Se o indivíduo não quer acessar esse saber, esse é um processo de ignorância da pessoa. Nesse caso, temos o mesmo funcionamento daquele previsto numa relação de apego. Todos nós nascemos sabendo que nada aqui é nosso. Uma prova disso é as pessoas morrerem e largarem fortunas aqui.

Porém, porventura, por algum desequilíbrio do ego, o indivíduo pode achar que as coisas são dele, exclusivamente dele. Ele começa a achar que o carro é dele, que a casa é dele, que a outra pessoa é dele. Essa pessoa está indo contra o que a vida está mostrando.

Em algum momento, ela vai perder. Ou ela vai perder o carro, ou o companheiro, ou vai desencarnar e deixar tudo aqui. Então, ela mesma está plantando o próprio sofrimento no futuro. Por ignorância, por não conseguir ver como as coisas são.

Viemos sem nada para esta dimensão e vamos partir daqui sem nada. O que levamos é a experiência que tivemos. Agora, se a pessoa entra num surto egóico e assume que as coisas são dela, em algum momento ela vai perder esses itens e vai sofrer. Pode ocorrer também de ela desencarnar e ficar aqui.

Obsessores desencarnados

Nesse segundo caso, tem-se um obsessor desencarnado. Nesse contexto, o indivíduo desencarna, mas ainda fica obcecado com a casa, com o carro, com tudo o que possuía, achando que isso tudo é dele. Por se recusar a ir para outro plano astral, fica preso em dimensões perto desta, que é a dimensão física, e atormenta as pessoas que estão aqui.

Agora, quem criou tudo isso? A própria pessoa, com base em ignorância. E esse é o mesmo processo que o das pessoas que se vitimizam. Quem se vitimiza não compreende que – falando em termos quânticos – está atraindo aquilo que é por ele vibrado. Esta é uma lei que não falha: você atrai aquilo que você vibra.

Como falei na aula passada, eu experimentei isso na minha vida. Portanto eu não estou falando de teoria, mas sim a partir de uma perspectiva prática. No momento em que eu resolvi ser feliz, o que envolvia abrir mão de tudo que me aprisionava, as coisas começaram a acontecer, por incrível que pareça, sem esforço.

Enquanto eu mantinha pedindo desesperadamente pelas coisas, nada acontecia na minha vida. Quando o meu ego se cansou e eu assumi “Agora eu vou ser feliz!”, tudo mudou. Ao decidir ser feliz e praticar a felicidade na minha vida sem pensar em ter dinheiro, ou mesmo em encontrar uma companheira, as coisas começaram a acontecer.

Eu simplesmente mudei de frequência vibracional. Eu saí daquela frequência de problemas e passei a viver de acordo com uma energia diferente. Isso não tem como falhar.

Se uma pessoa está num processo de vitimização, ela fica achando desculpas para os contextos em que está inserida. Tudo no exterior é usado para justificar as suas experiências negativas. A culpa é do governo, da sociedade, de Deus… Nada nem ninguém presta.

O que essa pessoa não compreende é que ela é quem está atraindo todo esse processo de culpabilização, o qual é inteiramente pautado em frequências muito baixas, afinal, a frequência da culpa é uma das mais baixas que existem. Ela fica vibrando culpa e atrai indivíduos que ficam alimentando esse sentimento. Então, quando você está tratando uma pessoa como vítima, você está alimentando a culpa dessa pessoa.

Qual é o papel do terapeuta nesse contexto? Fundamentalmente, temos que fazer a pessoa perceber que ela não é vítima de nada. A vida está nas mãos dela. Ela tem que ser protagonista da própria vida, não vítima. Podemos abordar essa questão de maneira mais ou menos direta, a depender do perfil do paciente. Mas, de qualquer forma, abordamos essa pauta sempre com amor.

Obsessores desencarnados inocentes

Consideremos, agora, o segmento dos obsessores desencarnados, mencionado anteriormente. Temos, de um lado, os obsessores desencarnados que denomino de inocentes. E por que eles são inocentes? Porque são pessoas que, ao morrerem, não entendem que desencarnaram.

Isso ocorre por falta de conhecimento espiritual. Essa pessoa, nessa circunstância, anda pela rua, vai para casa, assiste à televisão com a família… É como naquele filme “O Sexto Sentido”, com o Bruce Willis. Às vezes, o sujeito fica dez, vinte anos nisso.

A questão é: depois que você desencarna, para você se manter na dimensão física, precisa-se de uma energia chamada ectoplasma. É essa energia que densifica o corpo astral e que possibilita que esses seres fiquem um pouco mais grudados à terceira dimensão.

Se uma pessoa fica muito tempo neste plano astral depois que desencarna, recusando-se a ir para a quarta dimensão, começa a haver uma modificação no seu corpo astral. Essa pessoa começa a adquirir aspectos monstruosos, pois seu corpo astral começa a ser deformado.

Por isso, muitas vezes, os indivíduos contam que, ao saírem de seus respectivos corpos, encontraram monstros em seus quartos, por exemplo. Não são monstros, são pessoas que estão perdidas. Elas não fizeram isso por mal. Elas nem tinham a intenção de prejudicar alguém.

Existem casos, inclusive, em que a pessoa começa a se transformar em formas animais, porque a energia animalesca é a energia da terceira dimensão. A deformação pode atingir este nível.

Até aí, nenhum problema! A pessoa um dia toma consciência disso, vai com um mentor para a quarta dimensão e é posta em recuperação energética. Depois de algum tempo, o corpo fica normal, pois o corpo astral é muito plasmado, ele se modifica facilmente. Então, não é como se a pessoa fosse ficar deformada para sempre.

Os vícios e os obsessores

Vamos considerar, agora, uma pessoa alcóolatra que desencarna e que não se dá conta de que morreu. Preso nesta dimensão, ela resolve ir para o bar, pois estava acostumada a fazer isso. Aqui, cabe mencionar que, não perdemos nossos vícios quando desencarnamos. Portanto, se um indivíduo desencarnou alcóolatra, ele vai procurar álcool.

Só que essa pessoa não pode beber. Isso porque ela não consegue pegar o copo e tomar qualquer coisa, afinal, ela não tem mais aparelho digestivo para absorver o álcool. Ainda assim, ela fica no bar que costumava frequentar.

Nesse ponto, vamos considerar que o Tibério chega nesse local e pede uma cerveja, toma-a e vai embora. Até aí, nenhum problema. Tibério chega no segundo dia e faz a mesma coisa do dia anterior, toma uma cerveja e vai embora.

O desencarnado fica de olho em todo esse processo. Conforme Tibério visita o bar, dia após dia, o indivíduo desencarnado começa a acoplar o campo energético dele ao do Tibério, pois entende que eles possuem certa proximidade, afinal, ambos gostam de beber.

Nesse caso, há o que chamamos de acoplamento áurico. Quando Tibério toma uma bebida, ele está ingerindo uma frequência vibracional no seu corpo energético. O ser que está com a aura acoplada ao Tibério pega um pouco dessa frequência vibracional. Então, ele bebe por tabela.

Conforme o tempo passa – dias, meses, anos até –, cria-se uma amizade astral. Todos nós temos um monte de amigos astrais mesmo sem sabermos! Alguns deles acabam até nos protegendo de certos obsessores mais raivosos.

O problema nessa relação ocorre quando o Tibério resolve parar de beber. Nesse ponto, o amigo astral começa a ficar bravo com ele. Primeiro, porque ele vai perder a pessoa que manda os fluidos desejados para ele, que envia essas frequências vibracionais para ele. Em segundo lugar, porque ele vai perder um amigo de bebida.

Por esses motivos, o espírito obsessor começa a ficar buzinando na cabeça do Tibério coisas como “Não… Que parar de beber que nada! Esse negócio é besteira!”. Ele passa, então, a ter dificuldade para parar com o vício. É nisso que mora o problema da situação.

Vejam, existem tanto obsessores que agem positivamente quanto obsessores que atuam em chave negativa. Por exemplo, se eu gosto de tocar violão, eu começo a atrair espíritos – e aí não são obsessores, são simpatizantes – que gostam de violão, que gostam de música. Eles ficam me escutando tocar e, quando eu acabo, eles vão embora, pois eles só queriam aproveitar aquele contexto.

Ou, por exemplo, se eu começo a me aprofundar em terapia holística, eu passo a atrair seres que também são terapeutas holísticos do outro lado. Essas entidades podem, muitas vezes, prestar auxílio à minha pessoa diante de trabalho difícil, realizar um processo de canalização ou mesmo me ajudar num tratamento com fins de cura.

Os obsessores são aqueles que prejudicam nossa jornada

O problema com os obsessores é que eles nos impedem de melhorar, o que significa que nos prejudicam, pois emanam frequências vibracionais de ordem negativa para nós. Então, se você era uma pessoa violenta que começou a atrair seres violentos para perto de si – afinal, as frequências se atraem –, quando você decide fazer uma reformulação de vida, de maneira a deixar de ser agressiva, os obsessores tentam te prejudicar nessa mudança. Este é o problema nesse contexto.

Obsessores Desencarnados Profissionais

Vamos comentar, agora, sobre os obsessores profissionais. Existem instituições, principalmente no umbral, com seres muito piores do que aqueles que, de modo geral, chamamos de demônios. Consideremos um indivíduo que desencarnou com uma vibração muito baixa. De repente, ele acorda no umbral, nessa região densa do plano astral – afinal, você vai para as regiões de mesma frequência daquela em que você está vibrando –, e lá estão três seres com um porrete na mão.

Esses seres do umbral escravizam o indivíduo que acabou de desencarnar por meio do medo. Eles dão porretada em sua cabeça, colocam-no preso a uma corrente, arrastam-no com um cavalo e, depois, ficam fazendo pressão dizendo que vão prejudicar a família da pessoa se ela não fizer o que eles querem.

Eles querem toda energia possível

Devido ao medo, o sujeito desencarnado se submete às ordens dessas entidades. E uma das principais coisas que esses seres irão pedir ao desencarnado é que ele recolha, na terceira dimensão, chi e prana. Isso porque a coisa mais valiosa que existe no universo é a energia, até mesmo na terceira dimensão.

Para tudo o que eu for fazer na minha vida, pelo menos na terceira dimensão, eu preciso de energia. Se alguém está fazendo por mim o que eu deveria estar fazendo, é porque eu estou pagando para essa pessoa usar a energia vital dela em meu lugar.

Isso, no plano astral, é ampliado muitas vezes, de modo que a coisa mais cobiçada nesse âmbito é energia. A grande questão é: esses seres negativos não compreendem que energia é de graça. Eles chegam num nível tão grande de ignorância e de revolta contra o Criador que não admitem que eles não existem, não admitem que o ego deles não existe.

Essas entidades creem que precisam ficar roubando energia dos outros. Então, eles agrupam essas legiões de escravos – e são muitos escravos mesmo, todos imersos em vampirização – e ameaçam essas pessoas dizendo que, se não voltarem ao umbral com energia, irão prejudicar suas famílias ou castigá-las.

O escravizado, desse modo, persegue diversos indivíduos a fim de tentar conseguir usurpar energia vital. Porém, se você tiver uma frequência vibracional mais alta que a desse espírito desencarnado, não tem como ele roubar seu chi e seu prana.

Por outro lado, quem está com uma frequência vibracional de nível baixo, acaba sendo submetido. Esse é o caso de uma pessoa bêbada andando na rua, ou mesmo de um casal brigando. O espírito escravizado drena a energia desses sujeitos e, dessa forma, enche a caixa a ser entregue aos monstros do umbral.

Ao entregarem a energia vital recolhida, o líder do umbral ainda obriga aquele espírito a passar por um processo de mendicância, oferecendo-lhe uma minúscula centelha do chi e do prana jogando-os ao chão. A maior parte da energia vai para um estoque, do qual essas entidades deformadas tiram os elementos necessário para criar chips, implantes e aparelhos.

Assim como aqui, lá acontece uma guerra. Há um conflito estabelecido entre os negativos, que querem destruir tudo e os positivos, que tentam segurar a onda. Espíritos desencarnados que roubam a energia vital de seres vivos alimentam essa guerra.

Como vimos, muito disso é feito porque certos espíritos são escravizados. No entanto, existem aqueles que gostam disso. Gostam de estarem vibrando negativamente, gostam de prejudicar a Criação, ou seja, fazem isso por prazer.

Ou você trabalhar para a luz ou para as trevas

Ou você trabalha para a Luz, ou você trabalha para as Trevas. Você tem que escolher para qual lado vai se dispor. É simplesmente uma questão de escolha entre Yin e Yang. Esses dois lados pertencem ao Criador.

Inclusive, os seres que mais impulsionam as pessoas para a Luz são os das Trevas – lembrem-se de que o Yang gera o Yin e vice-versa. Afinal, se não existissem as Trevas, as pessoas ficariam na zona de conforto.

São os obsessores e os encostos que ficam o tempo todo atormentando as pessoas de forma a obrigá-las a aumentar suas frequências vibracionais. Assim, todos esses seres que chamamos de trevosos, são eles que, na verdade, impulsionam os indivíduos rumo ao crescimento, ao desenvolvimento.

Entretanto, mesmo levando essa perspectiva em consideração, existem seres que trabalham para as Trevas e que admitem que estão neste plano apenas para prejudicar as pessoas, pois têm prazer nisso.

Esse contexto pode ser ilustrado pela nossa própria sociedade atual, que nada mais é do que um reflexo desse outro plano. Existem sujeitos que vão roubar ou matar por circunstâncias específicas; mas existem pessoas que têm prazer em praticar esses atos, independentemente das conjunturas que se apresentam.

Esses outros encontros configuram um problema bem sério. Eles são profissionais, pois estudam como funciona o corpo energético e aprendem a influenciar as pessoas. Essas entidades sabem psicologia, física e, sobretudo, mecânica quântica. São seres altamente inteligentes.

Cada um deles possui um conjunto de seres encarnados aqui no plano físico dos quais roubam energia periodicamente. Todos os dias, esses sujeitos perdem chi e prana. Essas entidades inteligentes, inclusive, chegam a proteger os indivíduos de quem tiram energia, de modo que, se outros obsessores vierem tentar roubar a energia vital da pessoa de quem se nutrem, elas não deixam.

Esses obsessores dotados de más intenções vão fazer de tudo para que a pessoa se mantenha numa frequência baixa. Eles vão promover o medo na pessoa, vão prejudicar o trabalho dela, vão fazer com que ela participe de brigas… O objetivo deles é manter os indivíduos em frequências baixas, isso porque, se a pessoa sobe a frequência vibracional, ela escapa deles.

Por isso é muito difícil sairmos de frequências muito densas, pois além do vício químico do cérebro em frequências baixas – sim, porque as pessoas são viciadas em pensar negativamente, em ter sentimentos ruins –, ainda há os obsessores que ficam o tempo todo à nossa volta fazendo com que nossas frequências vibracionais sejam rebaixadas, subjugadas. E esses obsessores farão de tudo para nos manter como propriedade deles.

Obsessor Vingador

Existem, ainda, mais dois tipos de encostos. Vamos abordar, agora, o obsessor vingador. Para isso, vamos supor que, em 1620, eu estava na minha fazenda na Inglaterra quando meu vizinho chegou ali e brigou comigo.

Nesse contexto, eu peguei uma tocha e promovi um incêndio na casa dele, com a mulher e os filhos dele dentro. No último segundo de vida, esse meu vizinho olhou para mim e disse: “Eu vou te perseguir pela eternidade!”

Esse tipo de obsessor nós temos conosco, em maior ou menor grau, porque ninguém foi santo. Se puxarmos nosso histórico, todos nós temos uma longa “ficha criminal” – por isso que essa informação é, inclusive, escondida de nós.

No caso do exemplo mencionado, o vizinho com quem me desentendi ficaria vindo vida após vida para se vingar de mim. Se você desencarnou no astral, ele te persegue; aqui, neste plano, ele te persegue – esse obsessor fica fazendo de tudo para destruir a sua vida.

Enquanto ele não achar que foi vingado efetivamente, isto é, que você pagou por aquilo que fez para ele, vai ficar te perseguindo.

Diante dos outros tipos de obsessores indicados, os mentores até aliviam a nossa barra – não muito, pois eles sabem que você está atraindo os obsessores pela sua frequência vibracional –, agora, no caso desse tipo de obsessor que busca vingança, os mentores não se metem no conflito.

Por quê? Coloque-se no lugar da pessoa que se tornou o obsessor. Você foi lá e ateou fogo na fazenda dela, com sua mulher e seus filhos dentro. O que prevalece, aqui, é a lei de causa e efeito do hermetismo. Assim, cabe que você se questione: o que você espera que a outra pessoa retribua para você diante da sua atitude?

“Ah, mas eu não tinha consciência naquela época!”, você pode argumentar. É, mas quem bate não lembra, e quem apanha nunca esquece. A pessoa vai ficar vindo atrás de você, vida após vida, até chegar ao ponto de apaziguar o sentimento que nutre por você.

Trabalho dos mentores com obsessões

O trabalho que os mentores fazem, nesses cenários, é o de tentar colocar um fim para esse ciclo de vingança quando ele se estende por diversas encarnações sem que haja resolução entre as partes. Uma possibilidade, nesse contexto, é fazer com que, por exemplo, uma das partes venha como filha outra. Quem sabe se com o amor de mãe e filho esses laços de ódio não possam ser dissolvidos?

Muitas vezes isso será suficiente, mas em outras não. Pode ocorrer de o processo de revolta seguir em vida. Nesse caso, os mentores vão colocando esses seres em conflito em vários personagens para ver se isso se quebra em nome da criação de um laço de amor.

Se os indivíduos, ainda assim, ficarem presos em vingança por dois mil anos nesse, então não há o que fazer. Por isso que aí entra o fundamento do Ho’oponopono, o qual postula “Me desculpa, sinto muito, eu te amo”. Por que eu peço desculpas? Porque não sei o que eu fiz para você na outra vida.

A questão é: o que vai volta. Se você está me prejudicando agora, é porque em algum momento da minha existência eu te prejudiquei. Então, eu devo pedir desculpas. Inclusive, o nosso papel com as pessoas que querem nos prejudicar é nós pedirmos desculpas para elas. Por isso que o Ho’oponopono funciona.

Aliás, é bom retomarmos o fato de que não existe passado, presente ou futuro – tudo está acontecendo neste exato momento, todas as minhas vidas estão acontecendo agora, na malha quântica, em frequências vibracionais. Quando eu peço desculpas por algo que fiz no passado, na verdade eu estou deixando de fazê-lo agora, neste exato momento. Quando eu deixo de fazer agora, eu desfaço essa frequência vibracional, eu mudo essa frequência vibracional.

Por isso que, diante da pessoa que mais te humilha na vida, que mais tenta te prejudicar, você não deve brigar com ela, mas sim dizer-lhe: “Me desculpa, sinto muito, eu te amo!”. Com certeza, existem entrelaçamentos quânticos que vêm de outras vidas, e você está desfazendo isso ao pedir desculpas.

Obsessores Diretores

Agora, vamos comentar nossa última categoria, a dos “diretores” do umbral. Quero indicar, neste ponto, uma perspectiva que vemos nas escolas iniciáticas, a qual diz que “Quanto mais você ganhar a luz, mais vem a sombra com você”. A questão é, quando você começa a aumentar a sua frequência vibracional, você começa a sair do campo de atuação desses obsessores simples.

Quanto mais você controla seus pensamentos e muda a sua frequência vibracional, menos contato você tem com esses seres negativos, o que permite que você acumule mais chi dentro do seu corpo energético. Esse chi brilha no escuro, faz com que você comece a virar uma espécie de mel para urso.

Esses encostos olham para você e veem uma reserva inesgotável de chi e prana. Por isso, você começa a ter um preço estipulado pela sua cabeça lá embaixo. Quanto mais você crescer na espiritualidade, maior vai ser o nível do obsessor que virá te pegar.

Só que aí, quando você chega em um nível de espiritualidade muito grande, e com muita reserva de chi, não é mais o encosto básico que vai tentar rebaixar a sua frequência vibracional acionando as coisas à sua volta.

Nesse caso, os chefes do umbral é que se mobilizam para atingir, em especial, os seus pontos fracos. Eles podem, por exemplo, diante de alguém que possui certo orgulho dentro de si, criar maneiras de desequilibrar um pouco mais esta sombra. Para isso, eles começam a colocar gente para falar que amam esse indivíduo, que ele é o melhor professor do mundo, ou qualquer elogio desse tipo.

Isso vai alimentando o orgulho dessa pessoa, e ela não percebe que está em um processo de obsessão, ela acha que está tudo fluindo na sua vida. Conforme a sombra começa a se desequilibrar, o sujeito começa a se sentir cada vez mais importante, mais distante dos outros. Ele passa a se achar o deus, o líder espiritual. Pronto! Nesse momento, a frequência vibracional dele já despencou, e ele nem percebeu. O orgulho pegou ele.

O mesmo ocorre com uma pessoa que está se equilibrando espiritualmente, mas que ainda tem dentro de si certa sombra do materialismo. Um obsessor pode tornar esse indivíduo milionário a fim de desequilibrá-lo. De repente, a materialidade toma totalmente conta da vida da pessoa, de modo que ela passa a viver em função do dinheiro. Resultado: a frequência despenca.

Ainda assim, porque esse tipo de ser tem muito chi e muito prana acumulado, ele vira mel, torna-se cobiçado! A partir do momento em que a sua frequência vibracional despenca, vem uma legião de obsessores com uns baldes na mão para pegar esse chi, esse prana dessa pessoa.

Proteção contra obsessores

Colocar uma cruz na parede da minha casa me protege desse tipo de coisa? Não, não protege. Alguma simpatia funciona para garantir minha segurança? Não, não funciona. A única forma de precaução é cuidar da sua frequência vibracional.

Portanto, não é colocando uma turmalina negra na minha casa que vou me afastar dos obsessores. Não, esse cristal vai simplesmente purificar as frequências vibracionais do ambiente. Mas os meus pensamentos não podem ser purificados pela turmalina negra, pois eles não têm relação com uma influência externa. Eu sou o responsável pela minha frequência vibracional, e somente eu.

Waldo Vieira – vejam o trabalho dele, é muito bom! – comenta que apenas uma ou outra pessoa está no estágio de absoluto domínio dos seus pensamentos aqui na Terra, ou seja, é raro que tenhamos tanto controle assim quanto ao que pensamos. É realmente aquele ponto de Buda, de você não se incomodar com mais nada.

Auto obsessão

Apenas para fechar o tópico da obsessão, um adendo: nós podemos ser nossos próprios obsessores. Isso ocorre quando, por exemplo, eu fico o dia inteiro produzindo pensamentos de doença.

Depois de um tempo emitindo as mesmas frequências vibracionais, dia após dia, isso começa a virar uma forma-pensamento, de modo que as frequências vibracionais se fixam ao meu campo energético. Elas, então, ficam me rodeando, bem como irradiam essa energia de volta para mim.

Assim, se eu já estou pensando em câncer o dia inteiro, as formas-pensamento que são criadas ficam irradiando e volta para mim frequências vibracionais que fazem com que eu não pare de pensar nisso o dia inteiro, mesmo que eu não queira pensar.

Essas formas-pensamento são visíveis para todos os obsessores, o que faz com que elas conheçam o modo como podem te desestabilizar. Essas entidades vão acionar o seu ponto fraco para fazer com que a sua frequência vibracional despenque. Quando isso ocorre, esses seres trevosos grudam os cabos deles em você, roubam sua energia vital e te largam com seus problemas.

Portanto, coisas negativas que nós pensamos repetidamente acabam virando formas-pensamento, e essas formas-pensamento viram nossos obsessores. Novamente: controle do que se pensa e se sente. É isso! Orai e vigiai. Não tem outra solução.

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Trabalhos de desobsessão

Tratando de trabalhos de desobsessão no Brasil, se há duas ou três que fazem isso de maneira séria, isso é muito! Você até pode ir em um centro espírita e tomar um passe – o obsessor não entra nesse local porque esse é uma ambiente protegido por mentores –, mas, ao sair de lá, já existem obsessores te esperando.

Ainda que você tome o passe e fique com a frequência vibracional um pouco mais alta, se, ao entrar no carro, você começar a ter algum pensamento negativo – por exemplo, “Puxa, meu chefe… Aquele maldito… Melhor que ele morra, pois eu não aguento mais ele!” –, o que acontece com a sua frequência neste momento? Ela baixa!

Não existe trabalho de desobsessão sem que se passe pela autodesobsessão. Pensamentos e sentimentos, sentimentos e pensamentos.  Cada um de nós tem que ter seus próprios dispositivos para aumentar a própria frequência vibracional.

Por exemplo, eu gosto de correr. Então, se eu percebo que eu acordei estranho, eu já coloco um tênis e vou correr por meia hora, pois sei que isso vai fazer com que eu me sinta um pouco melhor.

Coisas simples, como assistir a um filme de comédia romântica, ouvir uma música da qual se gosta, também funcionam. Entendam quais são os dispositivos que vocês têm dentro de si que fazem aumentar a frequência vibracional que vocês carregam. Corram para os seus gatilhos de segurança quando precisarem!

Se a frequência vibracional cair um pouco, até certo ponto, você consegue voltar para onde estava, mas, quando ela começa a decair muito, vai ficando cada vez mais difícil retomá-la, até que se chega ao momento em que você vai precisar da ajuda de outras pessoas para, pelo menos, você sair daquele aprofundamento denso.

Livros sobre Obsessores Espirituais

Mario Mas – Auto-obsessão: Quando fazemos mal a nós mesmos

“Auto-obsessão: Quando fazemos mal a nós mesmos” de Mário Mas é uma exploração profunda dos padrões de autossabotagem que muitas vezes nos prejudicam. O autor oferece uma análise perspicaz sobre como nossas ações, pensamentos e emoções podem afetar negativamente nossa vida. Com insights valiosos e orientações práticas, este livro ajuda os leitores a reconhecer e superar a auto-obsessão, promovendo um caminho em direção ao bem-estar e ao crescimento pessoal.

Rubens Saraceni – Guardião da meia noite

“Guardião da Meia Noite” de Rubens Saraceni é uma emocionante obra de ficção que mistura elementos de espiritualidade e mistério. A história segue um Guardião da Meia Noite, um protetor espiritual que defende a humanidade contra forças sombrias. Saraceni combina magia, esoterismo e mitologia em uma narrativa envolvente que cativa os leitores enquanto os transporta para um mundo mágico e cheio de intrigas.

Robson Pinheiro – Corpo Fechado

“Corpo Fechado” de Robson Pinheiro é uma exploração profunda da mediunidade e da espiritualidade. O autor compartilha experiências pessoais e oferece insights sobre como proteger-se energeticamente contra influências negativas. O livro aborda temas como obsessão espiritual, vampirismo energético e a importância de manter o “corpo fechado” para evitar problemas espirituais. É uma leitura esclarecedora para aqueles que desejam entender e fortalecer sua conexão com o mundo espiritual.

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Como Parar de Idealizar as Pessoas

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Descubra como parar de idealizar as pessoas, entendendo a psicologia por trás desse hábito e adotando estratégias para relações mais realistas.

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