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Amar o que faz

Amar o que faz é fundamental para começar ter paz e alegria na vida e atrair a prosperidade e abundância.
amar o que faz

Um trabalho com propósito é aquele que faz você sorrir, que te permite estar alinhado com sua missão, habilidades, competências e valores todos os dias.”

É muito difícil termos prosperidade fazendo algo que não gostamos, somente pelo dinheiro. Já dizia o Mestre Jesus: tudo o que fizer, faça com amor. Ele não falou isso de maneira romântica; estava ensinando uma ferramenta prática, pois tudo o que fazemos com amor fazemos bem feito.

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Afinal, nosso desempenho e nosso poder criativo são superiores quando fazemos um trabalho que nos dá tesão. E, claro, quando fazemos um bom trabalho, com excelência, a sociedade reconhece e nos paga por isso. Novamente, não há problema algum em recebermos pelo nosso trabalho, e é ainda mais merecido quando fazemos o que fazemos com amor.

Agora, sei que muitos dirão “Eu não sei o que amo fazer.” Por isso vou propor um novo exercício. Peguem uma folha de papel e escrevam na parte de cima dela: “O que, se eu estivesse fazendo hoje, me deixaria 100% feliz?”. Respondam, com sinceridade, e sem restrições, quais atividades trariam prazer e felicidade, de forma natural, para você. E se descobrirem que o que fazem hoje não é o que os deixa felizes, precisam apenas desenvolver uma estratégia para mudar isso.

Com um plano prático criado, podemos dar pequenos passos em direção ao que, agora, sabemos trazer felicidade. O que não adianta é ficarmos remando contra a maré. Isso porque nunca faremos bem feito o que não amamos, e só afastamos a prosperidade das nossas vidas assim. Afinal, a prosperidade é uma consequência do que somos e fazemos.

Se contratamos um pintor que trabalha para ganhar um troco, sem que, no entanto, goste do que faz, provavelmente ele irá pintar de qualquer jeito a nossa casa. É claro, com um serviço mal feito, não vamos indicá-lo ou chamá-lo novamente. Então, ele até pode ganhar um troco como pintor, mas não vai sair disso. Por outro lado, se contratarmos alguém que ama pintar, ele vai chegar na nossa casa e fazer a melhor pintura possível. Será visível que foi feito com amor. Esse pintor nós chamaremos para um novo serviço, além de indicarmos para a família e os amigos. Desse modo, provavelmente dentro de dois ou três anos, ele estará ganhando muito dinheiro, pois estará sempre com a agenda cheia. Tudo porque ele está alinhado com o que gosta de fazer. Quando fazemos o que gostamos, não estamos preocupados com quanto vamos ganhar ou com quanto vamos perder. Fazemos por prazer e, consequentemente, ganhamos dinheiro.

O problema é que, na nossa sociedade, a maioria das pessoas não faz o que gosta. Um fez medicina porque a família pressionou. O outro é engenheiro porque tem mercado de trabalho. Há quem trabalhe no banco porque ouviu que ser músico não dá dinheiro, só que sabemos que existem muitos artistas ganhando dinheiro e fazendo o que amam. Mas a pessoa não acredita que com ela vai acontecer assim. Ela crê que precisa de um trabalho no banco para garantir o dinheiro do mês, sendo que poderia ganhar muito mais tocando seu violão, ou o que quer que fosse, se fizesse por amor. Naturalmente, seria reconhecida como uma boa violonista e as oportunidades apareceriam. Um estúdio que chama para fazer uns arranjos; outro que chama para uma trilha; um músico convida para uma parceria. Todo mundo vai reconhecendo que essa pessoa toca violão muito bem… Assim, o dinheiro começa a entrar, mas não porque ela está preocupada com dinheiro, e sim porque quer tocar violão.

Uma vez, vi uma entrevista do Kurt Cobain, na qual ele dizia não querer ser famoso. Ele afirmava que sentia falta do tempo em que tocava na sua garagem ou em pequenos bares. Como sabemos, no fim das contas, todo o dinheiro e toda a fama que conseguiu foram realmente demais para ele.

Outro exemplo é o de um diretor de teatro que conheci, que trabalhava em uma cidade do interior. Ele tinha sucesso em sua cidade e não almejava sair de lá para uma cidade grande, pois a cidade inteira apreciava as peças dele. Ele dava aulas de teatro, sustentava-se com isso, tinha uma casa boa e uma vida confortável.

Ele não tinha pretensão de virar um diretor da Globo, porque fazia o que fazia por amor, e o reconhecimento que tinha na cidade lhe bastava. Ele era feliz. Alguns podem argumentar que ele não ganhava milhões, que poderia ter mais. Sim, mas prosperidade não tem nada a ver com valores; prosperidade é estar feliz.

Quem quer milhões porque acredita que isso trará felicidade está se iludindo. Para sermos felizes, precisamos apenas do básico: vida organizada, um lugar para morar e comida na geladeira.

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