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Chakra Básico – O portal da sobrevivência

Nesse artigo vamos refletir sobre o Chakra Básico e os seus dois conceitos fundamentais: Sobrevivência e Independência.
chakra básico

O chakra básico é um portal da consciência responsável pela sobrevivência no planeta Terra. Sobreviver e ter segurança são as duas palavras relacionadas com o Chakra Básico.

Abaixo vamos nos aprofundar nesses dois temas e entender um pouco mais as lições que precisamos aprender com o Chakra Básico.

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Existe um chakra secundário na sola dos pés, que a medicina chinesa chama de ponto do rim 1. Esse chakra capta a energia telúrica e envia por canais de energia para o chakra básico.

Então, não é que o chakra básico que capta a energia da Terra, mas sim sobre ele ser o responsável pelo armazenamento e manutenção dessa energia em nosso sistema.

Chakra Básico e Planeta Terra

Para entender o chakra básico é fundamental entendermos a Terra. E, para compreender a Terra, acredito que devamos adotar uma abordagem Taoista, ou seja, observarmos a natureza para encontrarmos a explicação de qualquer uma de nossas dúvidas, pois nada é escondido de nós.

Um ponto fundamental que podemos observar sobre o planeta Terra é que todas as espécies que vivem aqui têm como norte fundamental a sobrevivência.

Por isso, a palavra do chakra básico é sobrevivência. Mas, o que é sobreviver no planeta Terra? Sobreviver no planeta Terra é se alimentar e dar segurança ao corpo físico.

Todos os seres existentes aqui buscam, incessantemente, alimentaram-se e protegerem-se, e essa é a energia fundamental que vem do referido planeta para o chakra básico.

Porém, quando temos medo da sobrevivência, toda essa energia que deveria ser posta em movimento se acumula no chakra básico.

Chakra Básico e Kundalini

Os hindus antigos possuíam uma metáfora para explicar esse conceito, a Kundalini. Segundo eles, a Kundalini é uma cobra que fica enroscada no chakra básico e que devemos fazer ascender até que ela atinja o chakra coronário.

Essa cobra é um grande fluxo de energia estagnada. O objetivo da yoga seria justamente desprender essa energia para que ela possa subir.

De acordo com meus estudos, digo que essa energia Telúrica tem que subir até o chakra cardíaco e, ali no coração, encontrar-se com a energia Divina, que desce pelo coronário.

Hermetismo e Chakras

Unir a energia Telúrica e a energia Divina é o que o Hermetismo chamou de transformar chumbo em ouro.

Essa metáfora do Hermetismo nos fala sobre a ascensão através dos chakras, pois transformar chumbo em ouro quer dizer irmos, pouco a pouco, vencendo nossos instintos básicos, dados pela energia Telúrica e pelo nosso corpo físico, e irmos sutilizando esses instintos.

A maioria das pessoas já consegue sutilizar um pouco seus instintos. Isso é demonstrado, por exemplo, na capacidade de nos conectarmos com o Divino, ou de pelo menos tentarmos. Ainda assim, esse instinto animal pulsa forte dentro do nosso corpo físico.

A amígdala cerebral

Isso é comprovado pela neurociência em estudos da amígdala cerebral, região do cérebro responsável pelos nossos instintos básicos.

Foram esses instintos que possibilitaram a perpetuação da nossa espécie; o problema é que eles ainda reverberam em nossa vida, mesmo que quase sempre não façam mais sentido. Isso faz com que estejamos sempre em modo de ataque ou de defesa, nunca nos abrindo a viver plenamente uma situação ou relação.

Isso é agravado porque a consciência está limitada ao corpo físico. Assim, nossas ações nem sempre são as melhores ou mais coerentes. Por isso, é um trabalho da consciência reconhecer o que é um instinto físico e, pouco a pouco, ir se libertando dele.

Por exemplo, se vamos trabalhar em um novo local, em um primeiro momento, ficamos na defensiva, depois, se alguém nos desagrada, entramos no modo ataque.

Essa é a realidade da maioria das pessoas, elas estão reativas emocionalmente. Não conseguem identificar seus medos e suas feridas, projetam suas dores no outro e , muito facilmente, partem para todo tipo de agressão, da mais sutil à mais descarada e cruel.

Nesse modo reativo, as emoções não possuem freio, não há tempo entre a situação gatilho e a reação desproporcional, pois as emoções não chegam a ser trabalhadas no córtex pré-frontal.

Quando conseguimos não reagir instantaneamente, a chance de agirmos com inteligência emocional aumenta muito.

O trabalho de elevar os chakras, de subir a energia Telúrica e uni-la com a energia Divina, unir Kundalini e Shiva como falam os hindus, é passar os instintos básicos pela consciência antes de reagirmos a qualquer coisa na vida.

É o filtro da consciência que nos dá a capacidade de agir ou não, e, se decidimos agir, podemos escolher pelo melhor para todos os envolvidos ou não. Sem isso, simplesmente fazemos as coisas por fazer e nos tornamos reféns de nossas próprias emoções.

O chakra básico e o sexo

Outro aspecto fundamental da sobrevivência que vemos no planeta Terra é que, além de manter nosso corpo físico vivo, temos que perpetuar a espécie. Aí entra o sexo, que sei ser um assunto delicado, pois é uma questão não resolvida para a maioria das pessoas.

Porém, gostem ou não desse fato, o sexo é um dos instintos mais básicos que existe no planeta Terra. Aliás, não existiríamos se nossos antepassados não tivessem feito sexo, e a humanidade deixaria de existir em poucos anos se as pessoas desistissem de procriar.

Então, comida, segurança e o sexo são os três pilares do chakra básico. E são os três pilares nos quais a humanidade tem problemas. O problema fundamental do chakra básico é o medo de sobrevivência, ou seja, medo de não ter comida e um teto sobre a cabeça.

O Chakra Básico e o medo

Isso se reflete em pessoas que temem constantemente não terem comida ou dinheiro para pagar o aluguel; serem demitidas; serem abandonadas; serem atacadas – pessoas que têm medo em vários níveis e diversas formas. Aliás, o que pulsa no chakra básico da humanidade é o medo.

Esses medos são medos primitivos, relacionados à nossa capacidade de estar na Terra e de suprir nosso corpo físico. Por isso, digo: não adianta querer equilibrar os chakras superiores e desenvolver a espiritualidade com o chakra básico vibrando no medo.

Isso é demonstrado na escala de Maslow, que diz que o primeiro nível a ser resolvido na vida de qualquer pessoa é a sobrevivência básica.

Atualmente, podemos resumir a questão da sobrevivência a resolver a questão financeira. Isso porque, neste planeta, diferente dos animais, nós, seres humanos, utilizamos o dinheiro para sobreviver. Os animais, se querem comida, vão atrás de plantas ou outros seres para se alimentarem.

O ser humano substituiu o ato de caçar e plantar por dinheiro. Se temos o dinheiro, vamos ao mercado e compramos comida. Se temos dinheiro, alugamos uma casa e temos onde morar.

Sem resolver essa camada mais básica de sobrevivência, não adianta tentar atingir a espiritualidade, pois ninguém atinge níveis superiores de consciência estando com fome, morando na rua, estando desprotegido ou nutrindo medo. É impossível.

Chakra Básico e Sobrevivência

Por isso, devemos priorizar resolver todas essas questões ligadas à nossa sobrevivência e, a partir disso, essa energia será liberada para o chakra seguinte, que é o sexual. Repito, não adianta tentar se elevar espiritualmente com a vida financeira bagunçada.

Por isso que muitas pessoas, como os monges, por exemplo, preferem ir para um monastério, pois assim resolvem a questão de onde morar e o que comer. Uma vez que isso não é mais uma questão, eles conseguem liberar suas mentes para as questões espirituais.

Os padres podem ficar rezando o dia inteiro porque têm proteção e comida. Os monges podem ficar meditando o dia inteiro porque têm proteção e comida. Tirando um ou outro que vai sozinho para uma caverna, a maioria prefere viver em retiros espirituais e “resolver” a questão da sobrevivência.

Agora, a maioria de nós vive em sociedade, não quer ou não pode ir para um retiro, e nem acho essa a melhor opção para a maioria, uma vez que considero que nos tornamos um melhor guerreiro na guerra, não fugindo dela.

Então, nosso desafio é estarmos em sociedade, nesse mar de materialismo, e, ao mesmo tempo, expandirmos nossa consciência e nos conectarmos com o espiritual. Só que, enquanto não resolvemos a questão da sobrevivência, não há expansão da consciência, porque estamos presos aos instintos mais básicos do corpo.

Quando não comemos há quatro dias, a necessidade de sobrevivência do corpo físico vai falar mais alto do que praticamente qualquer coisa. Não adianta querer fugir desse instinto de autopreservação do próprio corpo, pois é a energia mais forte que existe nele.

O corpo vai usar todas as reservas energéticas, todas as suas armas, vai se autodigerir se for necessário – fará de tudo para se manter vivo. Então, se queremos evoluir como seres, precisamos começar oferecendo segurança para nosso corpo.

Chakra básico e a criança interior

E aí entra o conceito da criança interior, porque a nossa criança interior é aquela que precisa ter suas necessidades básicas atendidas para crescer saudável e sem medo. A criança interior precisa de proteção.

Se não oferecemos à nossa criança interior proteção, isto é, a certeza do alimento, da segurança e do lar, ela estará o tempo todo com medo. Por isso, sem resolver as questões do chakra básico, ou da base da pirâmide de Maslow, não subimos para o próximo degrau.

Até chegarmos ao topo da pirâmide e começarmos a trabalhar as questões relacionadas à espiritualidade, temos um trabalho totalmente prático para desenvolver os chakras inferiores. Não ha nada de místico nesse processo.

Podemos dizer que é um trabalho de reforma íntima, de modificar muitas questões práticas da vida. Reitero que, se queremos atingir nossa espiritualidade, precisamos resolver nossa vida material antes, pois não adianta tentar meditar passando fome ou com boletos a pagar.

Se a energia está presa no medo, não temos como pensar em outra coisa; o corpo fica constantemente nos lembrando das suas necessidades não atendidas. Em decorrência disso falo tanto de espiritualidade e de prosperidade, apesar dos julgamentos.

O dinheiro

A sociedade separou o dinheiro da questão espiritual e fica nessa neurose entre querer o dinheiro e a culpa de tê-lo. Mas o dinheiro é espiritual, e é o nosso primeiro desafio a vencer no planeta Terra.

Isso é ser espiritual. É saber ser capazes de sobreviver, de estar aqui no planeta com conforto e segurança. Isso porque, quando sabemos que podemos nos prover, apesar das adversidades, ganhamos algo chamado poder pessoal.

Porém, enquanto não temos certeza de que, com nossas habilidades, com nosso conhecimento acumulado de várias vidas, somos capazes de sobreviver aqui, estaremos sempre com medo do futuro, das pessoas e das situações. E esse medo nos aprisiona.

Por isso, precisamos tirar da cabeça que dinheiro é algo sujo, porque estamos falando de chakra básico. Lembrem-se: os animais se alimentam todos os dias e não se sentem mal por isso; se eles têm fome, eles comem! Nós precisamos de dinheiro para ir ao mercado comprar comida.

O dinheiro que nos provê alimento e nos mantém na Terra, portanto, ele não pode ser sujo. Além disso, é com dinheiro que podemos ajudar outras pessoas, bem como termos tempo livre para meditar e estudar.

Se somos obrigados a trabalhar 12 horas por dia para pagar as contas, como vamos meditar, estudar e refletir? Era por isso que grande parte dos maiores filósofos gregos da Antiguidade eram ricos, aristocratas ou financiados por alguém dotado de fortuna.

Precisamos internalizar que espiritualidade não é algo distante, ela é prática e um dos desafios de estarmos no planeta Terra é resolvermos nossa sobrevivência. Uma pessoa que sabe, com convicção, que tem condições de sobreviver com sua inteligência, sabedoria e poder pessoal não tem medo da vida.

Se for demitida, vai vender brigadeiro ou água na rua, fará qualquer coisa dentro dos seus limites éticos, mas não vai se desesperar. No entanto, quando não reconhecemos esse poder em nós, ficamos dependentes e à mercê do poder dos outros.

Assim, nosso poder fica totalmente trancado no chakra básico, porque, como nos faltamos, estamos sempre temerosos que o outro também nos falte, que o outro não nos dê comida, emprego ou proteção. Estamos à mercê da vontade alheia.

A independência

Vejam, na natureza, todos os animais são independentes. À exceção dos filhotes, por motivos óbvios, todos vão atrás da própria sobrevivência. E essa independência é uma lição que o universo nos ensina quando estamos no planeta Terra.

Temos todo o poder que precisamos para garantir nossa sobrevivência, portanto, se não aprendemos a usar esse poder, alguém o usará sobre nós. Porque o poder é um lugar que nunca fica vazio: se a gente não o exerce, alguém irá fazê-lo.

Então, se não resolvemos a questão do medo, da sobrevivência e da sexualidade, continuamos estagnados nos temas do chakra básico. Percebam como o sexo e o dinheiro são grandes tabus na sociedade, ambos taxados como sujos e até mesmo demoníacos.

Agora, como esperar que avance uma sociedade que considera demoníacas as questões mais básicas de se estar aqui na Terra? Por isso que a sobrevivência e o sexo são os grandes problemas da humanidade há milênios, e a maioria de nós nem vislumbra o próximo passo.

Quando falamos sobre sexo e dinheiro de um ponto de vista saudável, todo mundo joga pedra ou sai correndo. Porém, secretamente, veem a pornografia, estão cheios de problemas na vida sexual e sentem vergonha de si próprios.

Estamos presos no primeiro degrau porque não conseguimos compreender que sexo e dinheiro também são divinos. São questões que todo ser que encarna na Terra precisa resolver com urgência.

E o universo nos coloca na escola perfeita, mas muitos não querem aprender a lição, pois, para isso, precisamos olhar nossos medos, nossas carências, nossas dependências e nossos sentimentos de insuficiência.

O chakra básico e o Karma

Outro ponto importante sobre o chakra básico é que nele fica acumulado o karma. O karma é um modo de regular o universo, não uma punição divina, como muitos acreditam. Aliás, precisamos esquecer essa ideia de que Deus nos castiga.

O karma é a lei que diz que colhemos o que plantamos. Isso porque nossas ações, nossos pensamentos e nossos sentimentos se refletem no nosso campo energético. Então, se vibramos ódio constantemente, criamos formas-pensamentos de ódio.

Formas-pensamentos são frequências vibracionais mais densas que ficam ao nosso redor, em nosso campo magnético. Logo, por um processo de similaridade, atraímos aquilo que emitimos, e isso não é castigo, é a lei de causa e efeito.

Por exemplo, se matei alguém três vidas atrás, criei uma frequência vibracional negativa em meu campo vibracional. Além disso, provavelmente, essa pessoa passará a nutrir raiva de mim, e isso me afetará, pois o ódio dela entrará em ressonância com a frequência do meu campo.

Essa pessoa, por querer se vingar, pode passar a me perseguir e me prejudicar. Mas, vejam, eu mesmo criei essa situação e, portanto, sou o responsável por todas as adversidades que decorrerem dela, logo, isso não é um castigo Divino.

Com isso, duas ou três vidas depois, revolto-me com Deus, sinto-me injustiçado por ter um obsessor nas costas e só penso em me livrar dele.

Causa e efeito

No entanto, Deus não manda o encosto para nos atormentar; nós criamos isso com nossas ações. Se nossas ações não tivessem consequências, como aprenderíamos? Somos crianças espirituais, egos infantis, e o universo nos ensina mostrando que toda ação tem uma reação.

No chakra básico, fica armazenado o karma negativo, mas, a título de conhecimento, explico que também existe o karma positivo. Por exemplo, se ajudei alguém que estava passando fome de forma desinteressada, criei uma frequência vibracional positiva em meu campo.

Além disso, se essa pessoa for agradecida, mesmo que seja várias vidas depois, ainda nutrirá um senso de gratidão por mim. E, talvez, em algum momento, quando eu esteja precisando de ajuda, essa pessoa venha me socorrer, seja aqui ou no plano astral.

Como disse, nossas frequências vibracionais negativas, dessa e de outras vidas, ficam armazenadas no chakra básico. Só por isso, percebam o vespeiro que é falar sobre os assuntos que o envolvem, além de serem elementos difíceis, para os terapeutas holísticos, tratar.

O primeiro desafio

Por isso, recomendo focar sua atenção nos chakras inferiores, em especial no básico. Trabalhá-lo e limpá-lo bem é essencial, pois a maioria das pessoas têm desequilíbrios nele . Como vimos, não adianta focar em um tratamento no coronário se a pessoa mal consegue pagar o próprio aluguel.

Aliás, quando nem as nossas necessidades básicas são atendidas, costumamos amaldiçoar Deus e tudo o que se relaciona à espiritualidade.

Percebam, se uma pessoa está com medo da vida, sem comida em casa, com contas atrasadas, ela não vai pensar em Deus, no universo e na reencarnação. Na verdade, o mais comum, é que essa pessoa queira que tudo se exploda.

A consciência dela está totalmente voltada para o mais instintivo do planeta, porque ela precisa urgentemente trabalhar e liberar essa energia.

Por isso, é tão importante pararmos para pensar no que estamos fazendo aqui. Porque, com exceção de algumas poucas encarnações forçadas, feitas por benevolência dos mentores quando alguém não está em condições de decidir o melhor para si, a maioria de nós pediu para reencarnar aqui, mesmo que não lembre.

Viemos para cá por escolha própria porque chegamos à conclusão de que essa vida nos daria as oportunidades de aprender o que precisamos aprender.

E, como vimos até agora, a lição básica da Terra, e que desenvolvemos através do chakra básico, é a de não dependermos de ninguém para sobreviver.

Conclusão

Aprender isso passa por uma outra grande e importante lição, a da auto responsabilidade. O que temos em comum como almas aqui na Terra é que dispomos de egos infantis, o que nos leva a ser como crianças que esperam que os outros resolvam seus problemas.

Por isso é tão comum vermos uma pessoa culpando a outra por suas dificuldades. Egos adultos, por sua vez, não culpam os outros, a vida ou Deus pelo que lhes acontece; eles assumem o poder e a responsabilidade que vêm junto com ele.

Assumir o poder de nos sustentarmos vai além do planeta Terra, vale para a eternidade. Isso porque somos seres que vieram de vários planetas durante milhões de anos e, se não desenvolvemos nossa capacidade de adaptação, não conseguimos lidar com os processos.

O desapego é um dos aspectos dessa capacidade de adaptação que precisamos desenvolver aqui. Como vamos nos aceitar como seres eternos se estamos apegados a tudo de uma encarnação? Ser um ser eterno significa perder e ganhar coisas o tempo todo.

Ficaremos a eternidade inteira mudando, e isso não deve ser motivo para sofrimento, pois não devemos sofrer por ser quem somos, e somos nômades conscienciais.

Isso também tem a ver com a sobrevivência, uma vez que não importa para onde o universo nos mande, somos capazes de nos adaptar, sobreviver e nos curar.

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