fbpx

Chakra Coronário – O portal do divino

Nesse artigo vamos refletir sobre o Chakra Coronário e os seus dois conceitos fundamentais: Conexão e Divino.
chakra coronário

O chakra coronário é a nossa conexão com outras dimensões. É onde captamos informações do corpo mental inferior e superior é onde a fagulha divina se conecta com o ego.

O chakra coronário está em constante conexão com todos nossos corpos dimensionais e é considerado o chakra mais Yang que temos no planeta terra.

Inscreva-se para receber artigos toda semana

Chakras Inferiores

Muito bem, vimos que primeiro precisamos resolver as questões dos chakras da Terra, ou seja, devemos lidar com a sobrevivência, as escolhas e o poder.

Uma vez que nosso poder se manifeste através do chakra do plexo solar, ele é transferido para o cardíaco.

Se não houvesse a consciência Divina “descendo”, esse poder vindo da Terra seria um poder mais bruto.

Na verdade, é como o conhecemos na história da humanidade, um sinônimo para dominação, conquista e escravidão. Afinal, grande parte das pessoas desse planeta só exercem sua conexão mais terrena.

Mas o pior é que nem essa conexão ocorre plenamente, pois estamos presos no chakra básico e no chakra sexual, de modo que poucos conseguem acessar seu poder pessoal.

A questão principal é a difícil união da consciência e da energia telúrica e devido a essa desconexão.

São essas problemáticas que vamos analisar agora, entendendo como a consciência divina é ancorada no corpo físico e porque essa conexão está interrompida no ser humano.

Porém, aviso, essa será uma conversa abstrata e metafísica, pois não há como fugirmos disso quando falamos dos chakras superiores. Para começar, precisamos entender que só existe o Criador e nada além Dele.

O criador

O Criador é o começo e o fim, o alfa e o ômega, é tudo que existe porque é a união de todas as frequências vibracionais, a origem de toda energia existente em todas as dimensões.

Aonde quer que possamos ir, só existe o Criador. O Criador tem a eternidade inteira pela frente, para experimentar ser tudo o que existe.

Porque, vejam, Ele poderia passar a eternidade sem fazer nada, mas, como a zona de conforto impede a expansão da energia, o próprio Criador tem que estar em constante movimento.

E, para criar esse movimento constante, Ele se individualizou em tudo o que existe. Logo, tudo o que existe são pequenas fagulhas do Criador individualizadas através de um ego.

O Criador elabora um ego, que é como se fosse um jarro no qual a consciência Dele fica ancorada. E assim Ele vai criando, sem parar, pelo infinito. Lembrando que para Ele não existe tempo e espaço, pois essa é uma noção humana.

As dimensões

O Criador tudo é, tudo foi e tudo será no momento presente. Então, quando Ele se individualiza, essa consciência divina presa ao ego existe em todas as dimensões.

As dimensões nada mais são do que mudanças de frequências vibracionais da energia e da matéria.

Na verdade, não existe a primeira ou a última dimensão. A numeração que usamos é somente para facilitar nossa compreensão, pois, na realidade, as dimensões são infinitas.

Cada dimensão tem uma frequência vibracional única e, portanto, um arranjo atômico específico. Essas frequências do Criador vêm de infinitas dimensões e vão se reduzindo e se reorganizando até chegarem aqui, no que chamamos de terceira dimensão.

Porém, o modo de ver a existência física e essa dimensão varia de acordo com a linha de estudo.

Por exemplo, para os yogues e os budistas, a terceira dimensão é a dimensão mais imperfeita que existe.

Platão, o famoso filósofo grego da Antiguidade, também falava que esse mundo é uma cópia imperfeita do Mundo das Ideias.

Para eles, a dimensão física é a dimensão mais imperfeita porque seria a mais longe da ideia original do Criador.

Para os sufistas, e concordo com essa visão, a terceira dimensão é a mais perfeita que existe. Isso porque aqui é onde a forma ganha mais significado, é onde se dá a individualização perfeita.

Ainda assim, a forma não existe somente na terceira dimensão, pois, em projeção, vemos que no astral existem cidades, carros, tudo igualzinho aos elementos daqui, só que em uma frequência vibracional diferente.

Porém, a partir da quinta dimensão, a noção de forma começa a ser dissolvida e tudo passa a existir como mandalas, triângulos, quadrados e afins, as chamadas geometrias sagradas.

Da sexta dimensão para cima, a forma simplesmente desaparece, tudo é energia pura.

A partir da sexta dimensão, uma consciência pode criar uma realidade virtual para interagir, ou seja, ela projeta a realidade que quer.

Por exemplo, vamos supor que duas bolinhas de luz, dois corpos energizados, encontram-se e querem projetar uma montanha.

Essas consciências criam essa montanha em uma realidade virtual e interagem com ela. Só que a forma em si já não existe, é apenas uma manifestação mental desses seres.

Por isso, os sufistas consideravam a terceira dimensão a obra-prima do Criador, porque aqui Ele está materializado.

Lembrem que avisei que os tópicos seriam bem metafísicos, pois não há como compreender esses chakras falando de coisas terrenas.

A fagulha divina

Continuando, a consciência é uma fagulha Divina que age como um canal que liga todas as dimensões ao Criador. Então, o Criador está recebendo informações de todas as dimensões e de todos os egos, ao mesmo tempo, através desse canal de energia.

A Fraternidade Branca chama essa conexão com o Divino de A Divina Presença Eu Sou. Esse canal de energia está ligado a absolutamente tudo, mandando informações do que estamos vivendo para que o Criador tenha novas experiências e perspectivas Dele mesmo, o que Lhe permite se manter energizado.

Esse canal de energia vem do infinito, dimensão após dimensão, ligando os corpos dimensionais, e se conecta aqui no corpo físico pelo chakra coronário.

Relembrando: conectamo-nos à energia telúrica pelo chakra básico. Inclusive, podemos abrir parênteses para dizer que esse corpo físico pertence ao planeta Terra.

Somos formados por elementos químicos oriundos dela e, por isso, quando morremos, essa matéria retorna para a Terra.

Tanto esse corpo não nos pertence que o carbono que forma nossas células pode já ter formado, também, uma árvore, uma outra pessoa, um animal, qualquer coisa.

E, assim como nosso corpo físico é formado de substâncias da Terra, nossa consciência é formada de substâncias do Divino.

Somos seres yin e yang. Nossa parte yin é o nosso corpo e nosso ego terreno; a parte yang é a nossa consciência. Quando essas energias, das quais somos formados, conectam-se no chakra cardíaco, há uma expansão do nosso ser.

Agora, podemos começar a responder porque essa conexão não ocorre facilmente para nós. Aqui, vou resumir e abordar duas teorias sobre os motivos de estarmos desconectados da consciência divina.

primeira teoria: nosso dna é “incompleto”

A priori, recomendo uma série de vídeos no YouTube chamada Saga Anunnaki, pois nela está a história completa sobre como o planeta Terra foi povoado e acerca de como chegamos ao corpo físico que temos hoje.

Bom, ambas as teorias dizem que seres de outros planetas muito avançados, habilidosos geneticistas, resolveram povoar o planeta Terra.

Assim, começaram a fazer experiências genéticas de corpos que poderiam existir aqui. Ao longo da história do planeta, várias civilizações surgiram vindas dessas experimentações, como, por exemplo, Atlântida e Lemúria.

Após a implementação do corpo humano similar ao que conhecemos hoje, as duas teorias divergem em um importante detalhe.

A primeira diz que foi retirada, propositalmente, uma parte do nosso DNA que permitia a manifestação da conexão com o Divino, que fazia a ancoragem da Divina Presença Eu Sou no corpo físico.

Dessa maneira, fomos criados “quebrados”, com a falta de um pedaço fundamental para que essa conexão ocorresse.

Lembrando que essa conexão é natural em seres de outros planetas, por isso eles percebem facilmente outras realidades e a unidade do Criador.

segunda teoria: estamos “quebrados”

A segunda teoria é a que acredito, pois tenho um relato próximo sobre a ocorrência dela.

A primeira vez que tive acesso a essa informação foi com o Hermínio Reis, um mestre para mim, o qual me ensinou projeção astral ainda no início da minha adolescência.

Na década de 70, ele e sua companheira, Bianca, tiveram contato com extraterrestres.

Em especial com um E.T., chamado Karran, que, entre suas longas conversas, ensinou-os uma série de técnicas para conseguirem se projetar astralmente de forma consciente.

Ele também explicou que, há muito tempo, houve uma explosão solar muito forte, a qual acarretou uma intensa radiação em nosso sistema solar.

Essa radiação obrigou os seres extraterrestres que aqui estavam a irem embora e a largarem as pessoas que viviam aqui.

Tempos depois, quando a radiação diminuiu, esses seres voltaram e perceberam que havia ocorrido uma modificação no cérebro físico humano.

A radiação havia rompido alguns circuitos neuronais, inativando glândulas que faziam a conexão com o Divino.

A partir disso, éramos seres encarnados em corpos físicos que não ancoravam mais a consciência Divina.

Então, houve um conselho cósmico que precisou decidir entre destruir esses corpos e depois reencarnar aquelas consciências em corpos “consertados” ou deixar esses corpos danificados aqui na Terra.

Como podemos constatar, o conselho decidiu por manter aqueles corpos na Terra, e, assim, surgiu o projeto Terra, ou seja, a experiência de como consciências altamente desenvolvidas se comportariam presas em um corpo com baixa capacidade de conexão com o Divino.

Nesse contexto, alguns seres, incluindo nós, candidataram-se voluntariamente, pois ninguém foi obrigado a vir para o projeto Terra.

o cérebro está quebrado

E é por isso que é tão difícil compreendermos a existência de outras dimensões e a nossa ligação com o Divino. Estamos presos em nossa fisicalidade.

Vejam, não é que a energia Divina não chegue até nós; na verdade, estamos constantemente recebendo essa energia do Todo, assim como recebemos a energia Telúrica.

Só que a energia cósmica entra pelo nosso chakra coronário e não é absorvida. Quando chega ao nosso cérebro físico, ela não tem como ser transcodificada e compreendida, afinal, nosso aparelho físico não tem mais recursos suficientes para isso.

Então, se estamos danificados, estamos fadados eternamente a essa desconexão com o Divino? A resposta é não, pois alguns mestres antigos viram que existem modos de driblarmos essa deficiência do corpo físico e criarmos um estímulo para que pelo menos um pouco dessa energia Divina flua e chegue ao coração.

Como concertar o cérebro

É aí que entram práticas como a yoga e a meditação, pois elas reorganizam o cérebro físico.

Isso é necessário porque, assim como ensinou Karran, o mais importante para adquirirmos novamente essa conexão é reorganizarmos o aparelho físico.

Por isso, a meditação, antes de ser uma prática transcendental, é uma prática física. Ela estimula áreas do nosso cérebro, melhora o córtex pré-frontal, diminui a ação da amígdala e desenvolve importantes circuitos neuronais.

Assim, o cérebro se torna mais preparado para ancorar uma quantidade maior da energia Divina que chega até nós.

Não que ele vá ancorar como os Arcturianos conseguem, pois eles possuem um corpo físico completamente alinhado com o fluxo Divino e, em especial por isso, para eles, é muito normal compreenderem que tudo é Deus e que todos somos iguais.

Em função da nossa deficiência física, esses conceitos são muito difíceis de serem compreendidos e observados por nós.

A glândula pineal

Como vimos, a energia Divina se ancora no chakra coronário, e esse chakra está ligado à glândula pineal.

Essa glândula é como um grande Wi-Fi cósmico em nosso cérebro, mas que, nesse processo de radiação solar, foi totalmente atrofiada.

Em seu estado normal, a pineal deveria captar a energia da Divina Presença Eu Sou e a transcodificar. Abro parênteses para enaltecer o poder dos cristais, pois a glândula pineal é repleta deles, e são eles que favorecem essa captação energética.

Porém, como está atrofiada na maioria das pessoas, esse fluxo de informações que vem do Todo está majoritariamente cortado.

Além disso, os negativos não querem que a humanidade desenvolva a pineal, pois a conexão com o Divino acabaria com quase a totalidade das barbaridades que vemos por aqui.

Ainda assim, apesar das muitas atrocidades que cometemos, não devemos nos culpar por isso, afinal, nosso cérebro está com defeito.

Não controlamos com facilidade nossos pensamentos e, dessa maneira, comumente temos vários problemas de ordem mental, tais como depressão, ansiedade etc.

ainda somos mestres

Os mentores e os mestres não nos julgam por nossas falhas, pois eles sabem de nossa condição delicada.

Quando frequentava as sessões de Kryon, ele sempre começava nos saudando assim: “Bem-vindos, amados Mestres”.

Sim, eles nos consideram mestres. Mas por quê? Porque sabem o quão complexo é o que nos voluntariamos a fazer aqui.

Éramos seres que possuíam todo o conhecimento do universo. Nesse contexto, não existia carência, problemas ou morte, pois esses estados de completude são condições naturais quando se está conectado com nossa parte Divina, somos seres assim.

Mesmo diante disso, propusemo-nos, por livre e espontânea vontade, a encarnar em um corpo que limita a maior parte de quem realmente somos.

E isso, perante os mestres e mentores, é uma escolha louvável, afinal, é preciso ter muita coragem para aceitar esse nível de redução consciencial.

O preço de vir para terra

Ademais, a partir do momento que resolvemos encarnar no planeta Terra, dentro dessa máquina quebrada, começamos a ter ações primitivas, ligadas apenas aos chakras inferiores.

Só que a lei do karma vale para todos, então, voluntariamente, entramos na Roda de Samsara, a roda da causa e efeito.

Por isso, existem muitos seres passando sofrimentos extremos no umbral, eles estão presos a esses processos psíquicos, a essas amarrações mentais que esse corpo físico trouxe.

Por isso, são largamente amparados por uma legião de mentores e seres da Luz. A Luz sabe que 99% das ações que eles fizeram, chamadas de negativas, são porque estavam dentro de um corpo danificado.

E nós que resolvemos encarnar somos como a linha de frente, seres de muita coragem. Isso deveria ser motivo de orgulho para todos nós.

Imaginem um ser que era totalmente livre encarnar no planeta Terra e se programar para ser um indigente, por exemplo.

Viver essa experiência porque faz parte da jornada no planeta Terra… Por isso que Jesus olhava para todos nós e nos via como irmãos, não importando as condições físicas ou espirituais das quais dispúnhamos.

Ele nos via como divinos, pois até o pior bandido é um ser de alta capacidade consciencial que entrou nesse projeto e danificou sua própria consciência.

E não é porque somos seres de alta capacidade consciencial que não recebemos influência das nossas ações terrenas. A partir do momento que aceitamos rebaixar nossa consciência, sofremos todas as consequências de se estarmos em frequências energéticas baixas.

Os mentores não se veem superiores porque enxergam tudo isso, consideram- nos heróis pelo coragem que tivemos e pelo nível de aprendizado que estamos adquirindo. Afinal, uma existência tão complexa permite um alto nível de expansão da consciência.

A experiência do planeta terra

Existem seres no universo que não sabem o que é sentir dor, não sabem o que é sentir saudade, apego, raiva, simplesmente não sabem.

O corpo físico deles está tão ligado à Divina Presença Eu Sou que esse conceito não existe para eles. Mas nós, quando concluirmos esse projeto – e cada um levará seu próprio tempo para isso –, seremos seres com um nível de experiência muito maior do que aqueles que se recusaram a vir para cá.

Daqui a milhões de anos, alguém pode nos perguntar: “Você sabe o que é dor? Você sabe o que é carência? Você sabe o que é estar desconectado do Divino?”.

E poderemos dizer que sabemos o que é sentir e experienciar tudo isso.

Porém, precisamos saber que o tempo todo a energia do Divino, que evitaria todos esses desconfortos, entra em nosso chakra coronário; é apenas a informação que não é absorvida. Por isso, precisamos parar o processo de julgamento.

Não é culpa das pessoas que não consigam enxergar além das suas conexões terrenas.

E, na maioria das vezes, não adianta o Tibério, o padre ou o pastor falar, precisamos ver com nossos próprios olhos a realidade expandida.

A projeção astral

Por isso que, para Karran, a projeção astral era o melhor instrumento de libertação.

Quando praticamos projeção astral consciente, compreendemos em profundidade conceitos básicos para um melhor aproveitamento da nossa existência.

Por exemplo, compreendemos que a morte não existe e que a nossa realidade não é a única. Esse deveria ser um conhecimento natural para nós, mas, como nossa conexão com o Divino está rompida, precisamos praticar e nos esforçar para nos reconectarmos.

E aí entram os exercícios para o desenvolvimento da glândula pineal, mantras, meditação, yoga e atividades afins.

Eles, fundamentalmente, desenvolvem a glândula pineal e reorganizam o cérebro para que possamos entender parte daquilo que deveríamos compreender de modo natural.

Esses exercícios, no entanto, não consertam o cérebro, pois, para isso, todos os corpos humanos da Terra precisariam deixar de existir e os geneticistas responsáveis por nossa criação recolocariam aqui corpos consertados. Porém, exercendo essas práticas, podemos ampliar um pouco nossa conexão com o Divino.

Meditação

Na meditação, por exemplo, estimulamos o cérebro a alcançar as ondas Theta, o que faz com que ele reduza seu estado de alerta.

Assim, o fluxo de energia que entra pelo coronário consegue ir direto para o coração, evitando a parte danificada.

Percebam, não há necessidade de misticismo para explicar a meditação. Ela funciona porque desliga temporariamente nosso cérebro, que atrapalha nossa conexão com o Divino.

Só que, mesmo com essa energia chegando ao coração, essas experiências Divinas seguem sendo algo totalmente abstrato para nós, não conseguimos explicar.

Isso porque quem cria a explicação racional para as coisas é o cérebro, e ele está desligado nesse caso. Mesmo assim, sentir esse mar de frequências abstratas já é o suficiente para termos mais equilíbrio e paz na Terra.

não julgar

Porém, conseguir essa conexão não deve ser motivo para superioridade, pois, na verdade, estamos burlando o sistema. O projeto é encarnar no planeta Terra dentro de um corpo quebrado e ter uma vida humana, absorver experiências desta vida.

Nós é que, por algum motivo, queremos dar uma turbinada no corpo físico e restabelecer o que for possível da conexão.

Mais uma vez, não devemos julgar quem não busca esse caminho, porque essas pessoas não estão fora das ordens de Deus.

Elas estão apenas vivendo o projeto que elas se propuseram a viver. Claro, se nosso cérebro fosse perfeito, as informações que entram pelo chakra coronário seriam interpretadas racionalmente e, assim, tudo seria claro para nós.

Essa informação chegaria ao chakra frontal e até veríamos seres de outras dimensões. Essa realidade expandida não causaria medo ou espanto em nós, como ver um “fantasma” causa em muita gente.

Para nós, tudo isso se torna algo místico e sobrenatural porque nosso cérebro físico não está preparado para receber essas informações.

capacidade de processamento

Para fazer uma analogia simples, estamos tentando calcular um fluxo de informações infinito com uma calculadora. Nosso cérebro simplesmente não tem essa capacidade de processamento e, então, trava.

É por isso que as drogas alucinógenas podem ter um efeito devastador a longo prazo, pois elas aumentam esse fluxo de informação Divina, ainda que continuemos despreparados para recebê-las.

Como, muitas vezes, não conseguimos lidar com esse nível de informação recebida, surgem os casos de esquizofrenia, loucura e demais cenários.

Podemos comparar as drogas ao uso de anabolizantes para se ganhar músculos mais facilmente: como não é um crescimento natural, uma hora vai dar errado. Se queremos desenvolver um músculo de modo saudável e consistente, precisamos nos exercitar com frequência e aos poucos.

Com o cérebro também: para conseguirmos receber uma quantidade maior de informações, precisamos treiná-lo um pouco todos os dias.

Assim, progressivamente, vamos aumentando nossa capacidade de termos experiências metafísicas e de compreendê-las cada vez mais.

Por isso que os treinamentos de yogues, budistas e de outras ordens demoram trinta anos ou mais para serem concluídos.

Se pudéssemos nos abrir para toda a informação que o Divino está nos transmitindo agora, entraríamos em um choque psicológico, pois é tanta energia que nosso cérebro “fritaria”.

Seria como despejar a potência de uma hidroelétrica em uma lâmpada de 50W.

Expansão dos chakras

Por isso, o processo de expansão dos chakras é lento, afinal, precisamos nos tornar aptos a receber essa energia, física e emocionalmente.

Também é por isso que alguns conhecimentos acabam ficando limitados a um grupo de pessoas, pois nem todos estão preparados para recebê-los.

Esse processo de expansão é cumulativo, pois viemos, vida após vida, ampliando nossa capacidade de recebermos informações.

E é por isso que algumas pessoas nascem com certas habilidades muito mais afloradas do que outras. Um exemplo comum são pessoas que fazem projeção astral consciente desde pequenas.

Nesta vida, elas podem nunca terem praticado e estudado projeção, mas provavelmente vêm de outras vidas treinando isso.

Além disso, muitas vezes, quando estamos na quarta dimensão, preparamo-nos para termos algumas habilidades mais desenvolvidas quando encarnarmos.

Isso porque é comum haver uma expansão de consciência somente por se estar na quarta dimensão, ficando mais claro o que nos ajudaria aqui.

Essa expansão de consciência na quarta dimensão ocorre porque não estamos mais sofrendo influência do cérebro físico que nos limita muito na Terra. Desse modo, também é comum haver um processo de arrependimento depois do desencarne.

O umbral

Vejam, o umbral é uma criação mental daqueles que sofrem as dores da culpa, pois desencarnam e percebem que fizeram muitas ações prejudiciais.

Os mentores tentam explicar que a culpa não é deles, que não tinham como agir melhor com aquele nível de consciência. Se fosse apenas uma questão de julgamento Divino, de quem fez o bem ou o mal, Deus simplesmente nos mandaria para o inferno pela eternidade.

Mas isso é exatamente o contrário do que acontece no plano astral.

Há um esforço de milhares de seres para ajudar, resgatar e curar todas essas pessoas que estão sofrendo um processo de culpa, uma vez que eles sabem que o corpo físico limita nossa conexão com o coronário.

Refazer essa conexão é bem mais complicado para nós do que fazer a energia Telúrica subir pelos três chakras inferiores.

Afinal, trabalhar os chakras superiores requer um esforço que não fazemos, normalmente, em nosso dia a dia.

Finalizando

Falar sobre sobrevivência é normal, afinal precisamos comer, fazer escolhas e até mesmo exercer nosso poder – estamos acostumados a essas exigências do planeta, mesmo que não estejam resolvidas.

Agora, pineal, projeção astral e meditação ainda são assuntos tabus.

No entanto, sem reorganizarmos nosso cérebro, não liberamos a energia Divina para os chakras frontal e laríngeo, cujos desenvolvimentos dependem do chakra coronário, assim como o chakra sexual e o plexo solar dependem do chakra básico.

Por isso, precisamos desenvolver as glândulas pineal e a hipófise. E fazemos isso com exercícios específicos, além das conhecidas técnicas de meditação e yoga.

Acrescento, também, que buscar compreender a espiritualidade, o que Buda falava sobre entende os assuntos do Dharma, ajuda a desenvolvê-las.

Por todos os desafios que nosso cérebro representa, é considerado difícil se iluminar espiritualmente nesse planeta, pois precisamos estar dispostos a um longo treinamento para sermos capazes de ancorar a energia de Divina.

Mas acredito que é um processo que vale a pena.

Livros Recomendados:

Copyright do texto © 2022 Tibério Z Dados internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste artigo pode ser reproduzida ou usada de qualquer forma ou por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, inclusive fotocópias, gravações ou sistema de armazenamento em banco de dados, sem permissão por escrito, exceto nos casos de trechos curtos citados em resenhas críticas ou artigos de revistas. (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) ISBN: 978-65-00-45615-8

Damos valor à sua privacidade

Nós e os nossos parceiros armazenamos ou acedemos a informações dos dispositivos, tais como cookies, e processamos dados pessoais, tais como identificadores exclusivos e informações padrão enviadas pelos dispositivos, para as finalidades descritas abaixo. Poderá clicar para consentir o processamento por nossa parte e pela parte dos nossos parceiros para tais finalidades. Em alternativa, poderá clicar para recusar o consentimento, ou aceder a informações mais pormenorizadas e alterar as suas preferências antes de dar consentimento. As suas preferências serão aplicadas apenas a este website.

Cookies estritamente necessários

Estes cookies são necessários para que o website funcione e não podem ser desligados nos nossos sistemas. Normalmente, eles só são configurados em resposta a ações levadas a cabo por si e que correspondem a uma solicitação de serviços, tais como definir as suas preferências de privacidade, iniciar sessão ou preencher formulários. Pode configurar o seu navegador para bloquear ou alertá-lo(a) sobre esses cookies, mas algumas partes do website não funcionarão. Estes cookies não armazenam qualquer informação pessoal identificável.

Cookies de desempenho

Estes cookies permitem-nos contar visitas e fontes de tráfego, para que possamos medir e melhorar o desempenho do nosso website. Eles ajudam-nos a saber quais são as páginas mais e menos populares e a ver como os visitantes se movimentam pelo website. Todas as informações recolhidas por estes cookies são agregadas e, por conseguinte, anónimas. Se não permitir estes cookies, não saberemos quando visitou o nosso site.

Cookies de funcionalidade

Estes cookies permitem que o site forneça uma funcionalidade e personalização melhoradas. Podem ser estabelecidos por nós ou por fornecedores externos cujos serviços adicionámos às nossas páginas. Se não permitir estes cookies algumas destas funcionalidades, ou mesmo todas, podem não atuar corretamente.

Cookies de publicidade

Estes cookies podem ser estabelecidos através do nosso site pelos nossos parceiros de publicidade. Podem ser usados por essas empresas para construir um perfil sobre os seus interesses e mostrar-lhe anúncios relevantes em outros websites. Eles não armazenam diretamente informações pessoais, mas são baseados na identificação exclusiva do seu navegador e dispositivo de internet. Se não permitir estes cookies, terá menos publicidade direcionada.

Visite as nossas páginas de Políticas de privacidade e Termos e condições.

Importante:Esse site faz uso de cookies para melhorar a sua experiência de navegação e recomendar conteúdo de seu interesse.