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Chakra Frontal – O portal da visão

Nesse artigo vamos refletir sobre o Chakra Frontal e os seus dois conceitos fundamentais: Visão e Clareza Mental.
chakra frontal

O chakra frontal é um grande portal do esclarecimento, da visão clara sobre a realidade que estamos inseridos, a visão multidimensional e caótica da nossa existência.

Através do chakra frontal desenvolvido conseguimos traduzir os conhecimentos vindo de outros corpos dimensionais e aplica-los na vida no planeta Terra.

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A divina presença eu sou

Conversamos sobre como a energia da Divina Presença Eu Sou penetra no chakra coronário o tempo todo e, em função disso, nunca estamos desconectados da nossa partícula Divina.

Mas, por uma disfunção em nosso cérebro físico, essa energia não desce e ancora no coração.

Essa é a razão que nos leva a viver em uma sociedade estritamente materialista.

Não é culpa das pessoas que o cérebro delas não esteja preparado para compreender outras realidades, estando presas apenas ao que os olhos físicos veem e ao que nossos instrumentos físicos conseguem medir.

A Divina Presença Eu Sou contém todas as informações do mundo, todas as respostas, tudo o que precisamos saber e sentir em relação à unidade, à paz e à abundância.

Por isso, quem já sentiu a conexão com a própria Divindade, compreende que não existe carência, dor, morte ou sofrimento.

Esses sentimentos negativos só afloram em nós quando não conseguimos ancorar a energia divina. E, sem o conhecimento da Divina Presença Eu Sou, criamos a ilusão de que aqui no planeta Terra existe carência, dor e todas as barbaridades que vemos por aí.

Os artigos sobre os chakras superiores poderiam ser chamadas de aulas sobre o desenvolvimento mediúnico, da espiritualidade ou do parapsiquismo, ou seja, dessa conexão mais espiritual.

Afinal, já sabemos que é impossível explicar esses chakras sem abordarmos a metafísica.

O chakra frontal

O Ajna, ou chakra frontal, é o chakra responsável por nossa visão espiritual.

Mas visão espiritual é uma expressão um pouco ingrata, pois ela pode dificultar que muitos entendam esse conceito, assim como eu não o entendi por longos anos também.

Sempre que fazia algum exercício que pedia para ver algo em minha tela mental, eu queria ver pelos meus olhos, mesmo que estivessem fechados.

Anos depois, compreendi que a visão espiritual tem muito mais a ver com uma imagem formada na mente do que com os olhos.

Visão espiritual

Foi o Hermetismo que me ajudou nessa compreensão, pois sua primeira lei diz que tudo é mente.

Absolutamente tudo o que existe está sendo formado e criado na mente, portanto, não é com nossos olhos físicos que vamos ver o mundo espiritual.

Esse conceito, mal entendido, faz até com que tenhamos uma noção errada do que é a vidência.

Não vemos o astral com nossos olhos físicos, e sim por meio de um leve deslocamento do corpo astral para frente do corpo físico, o que permite que consigamos enxergar outra dimensão.

Portanto, nossos olhos físicos nunca veem o mundo espiritual, porque eles não são um aparelho preparado para isso.

Somos capazes de enxergar um espectro de ondas dentro da dimensão física; mesmo assim, nunca vemos a dimensão por inteiro.

Os beija-flores, por exemplo, enxergam frequências de cores que nós não vemos porque eles possuem um cérebro e dois olhos preparados para isso.

Então, mesmo na vidência, não estamos vendo com os olhos físicos, como diz Wagner Borges, vemos com nossos paraolhos, os olhos espirituais.

Por isso, o processo de vidência tem muito mais a ver com treinar o deslocamento do corpo etérico. E abrir a visão para o mundo espiritual é uma metáfora, pois seu conceito é muito mais profundo do que simplesmente ver.

Transcodificação de frequências

Quando a informação chega no chakra coronário, ela é uma informação totalmente abstrata.

É por isso que, quando temos qualquer tipo de conexão com o Divino, temos dificuldade de traduzir em palavras o que vivemos e sentimos.

Nosso cérebro físico não é capaz de decodificar esse grande fluxo energético, mas o processo de ver o mundo espiritual é um processo de começar a readquirir a capacidade de compreender esse fluxo de informações.

Embora também tenhamos chakras no corpo astral, estando na Terra estamos fazendo o trabalho de desenvolver os chakras que estão relacionados ao nosso corpo físico.

Esse desenvolvimento inclui conseguir captar, ancorar e compreender as frequências vibracionais do mundo espiritual.

Compressão espiritual

O chakra frontal é o responsável pelo desenvolvimento dessa capacidade de compreensão. Quando compreendemos essas informações de maneira mais racional, podemos desenvolver o próximo chakra, o laríngeo, que nos fala sobre transmitir a informação.

Só vamos conseguir transmitir a informação do mundo espiritual se antes compreendermos essa informação. Como vimos, precisamos desenvolver os chakras superiores via técnicas porque eles estão travados nos seres humanos por uma disfunção cerebral.

O cérebro físico não está desenvolvido o suficiente; assim, as informações que seriam normais para nós, como ver e conversar com seres de outras dimensões, compreender o que é o divino, a unidade e coisas afins, não são compreendidas.

Entretanto, mestres da Antiguidade e seres mais sábios perceberam que, por meio do treino, conseguimos reorganizar o cérebro físico e dar uma turbinada em nossa captação e compreensão energéticas.

Também já vimos que devemos começar nosso treinamento de desenvolvimento do chakra coronário exercitando a meditação e a yoga, bem como lendo sobre e estudando a espiritualidade.

Assim, a energia chega ao chakra frontal e, com isso, passamos a ser capazes captar algo dela.

Treinamento do Chakra Frontal

O treinamento do chakra frontal tem a ver com a prática da espiritualidade.

Um dos melhores exercícios para isso é a projeção astral, porque ela nos coloca em contato diversas vezes com uma realidade mais expandida, de modo que nosso cérebro pode ir processando todas essas informações pouco a pouco.

Outro exercício simples é buscar sentir o chi durante nossas meditações. Assim, vamos compreendendo como essa energia se comporta.

O chakra frontal é o chakra do entendimento, então, mais do que saber que existe o magnetismo, precisamos sentir, compreender e manipular essa energia.

Fanatismo

O chakra coronário capta as informações, mas é o chakra frontal que traz a compreensão delas.

Sem essa compreensão espiritual desenvolvida, caímos facilmente no fanatismo, pois a energia que chega pelo chakra coronário é tão poderosa que começa a fisgar nosso ser.

Sem a compreensão espiritual, perdemos o propósito de estar no planeta Terra.

Por isso, muitas pessoas se tornam fanáticas por sair daqui, por se deslocar da energia telúrica, e passam a viver no mundo da Lua, totalmente afastados da realidade material.

Mas isso significa que não houve uma compreensão de que estamos encarnados na Terra para vivermos as experiências da Terra.

Se fosse para vivermos estritamente em um mundo abstrato, espiritual, não estaríamos aqui. Não viver a experiência de estar em um corpo físico é ir contra o nosso propósito encarnatório.

Por isso, precisamos experimentar, viajar, trabalhar, comer, dançar, ir ao cinema, ter relacionamentos e exercer tudo o que faz parte da vivência de sermos humanos.

Quando temos compreensão espiritual, conseguimos equilibrar essas duas facetas sem cairmos no fanatismo ou no materialismo.

Por experiência própria, digo que as sensações espirituais podem funcionar como uma espécie de droga, pois uma meditação profunda traz sensações muito prazerosas.

Sem o desenvolvimento do chakra frontal, isso pode chegar ao ponto de não vermos mais graça na vida material e querermos apenas essas sensações espirituais.

Teve uma época na minha vida em que eu ficava meditando quatro ou cinco horas por dia. Depois de um tempo, o mundo material começou a parecer o mundo dos sonhos, e o mundo astral o mundo real.

Minha consciência começou a se deslocar do corpo físico, e isso atrapalhou completamente minha vida terrena. Eu não via mais sentido em trabalhar, estudar e tampouco em estar aqui.

Como um viciado, queria a todo custo ter sensações espirituais.

Naquela época, me faltava entender que não existe separação entre o mundo material e o espiritual, que tudo é espiritual e material ao mesmo tempo.

a visão expandida

A compreensão de que a vida aqui na Terra também é uma experiência espiritual é dada pelo chakra frontal desenvolvido.

Assim também se dá a compreensão do amor incondicional, a que nos indica que, se tudo é Deus, logo, todas as pessoas também são Deus e merecem todo o amor e o respeito que Ele merece.

Porém, isso não pode ficar apenas no nível das palavras: é um saber profundo. Enquanto está no nível das palavras, ainda é egóico.

Somente quando de fato entendemos essas palavras elas se tornam uma verdade em nossas vidas e o chakra frontal se expande.

Isso significa que, aos poucos, estamos conseguindo compreender as regras do jogo e o porquê de estarmos aqui.

Ter essa visão expandida facilita nossa vida aqui na Terra, além de nos permitir desenvolver os poderes parapsíquicos ou mediúnicos.

Mediunidade

Esses poderes mediúnicos seriam o normal se nosso cérebro estivesse funcionando completamente.

Ou seja, seria inato a todas as pessoas a vidência, a clarividência, a comunicação interdimensional e atividades afins. Essas capacidades parapsíquicas podem parecer fantásticas, mas, na verdade, fazem parte da nossa natureza básica.

A telepatia, por exemplo, ocorre porque pensamentos são frequências vibracionais e, a partir do momento em que pensamos em algo, emitimos uma frequência que pode ser captada por outra pessoa.

É necessário que o cérebro esteja preparado para essa captação e transcodificação, e é por isso que a maioria de nós não consegue se comunicar dessa forma atualmente.

Porém, conforme desenvolvemos o chakra frontal, começamos a captar inconscientemente o pensamento de outras pessoas.

Também é possível que comece a ocorrer a captação de informações de outras dimensões.

Novamente, não há nada de maravilhoso ou místico nisso, apenas seres que mandam informações através de frequências vibracionais.

Melhorando nossa antena de captação, recebemos tanto as informações dos seres da Luz quanto dos seres negativos.

Por isso, a necessidade de mantermos alta a nossa frequência vibracional é um ponto fundamental no desenvolvimento desses três chakras superiores.

falta de compressão social

No universo, existe uma regra que diz que quanto mais poder temos mais responsabilidade nos é exigida. Então, quanto mais desenvolvemos nossas capacidades parapsíquicas mais responsabilidade precisamos ter para lidar com elas.

Esse é um dos motivos para existirem tantas pessoas consideradas loucas ou esquizofrênicas, as quais, na verdade, em grande parte dos casos, são médiuns mal trabalhados.

Por exemplo, alguém encarnou com um cérebro com maior capacidade de captação, por algum motivo desta ou de outra vida.

Essa pessoa passa a captar constantemente informações dimensionais de seres de luz e de seres negativos.

Entretanto, como esse sujeito não teve conhecimento e compreensão sobre esses processos, não sabe o que está acontecendo com ele e tampouco entende como gerenciar isso de modo saudável. Por isso, passa a acreditar que está enlouquecendo.

Além disso, a própria sociedade não compreende esse tipo de pessoa e a considera insana.

Como nasceu em uma família estritamente materialista, tem ainda mais dificuldade em obter esclarecimento a respeito de si.

Todo esse sofrimento gerado dará ainda mais oportunidade aos seres negativos para se aproximarem dela, e explosões de raiva ficarão mais comuns.

Logo, a família, apavorada, leva-a ao psiquiatra, que, nesse caso, terá pouco efeito positivo.

Essa pessoa usará cada vez mais remédios na tentativa de controlar sua “loucura”.

E, cada vez mais surtada e desequilibrada, estará a um passo de passar a usar drogas, o que piorará sua situação, principalmente porque as drogas ampliarão ainda mais sua capacidade psíquica.

Tudo isso porque não compreendemos a mediunidade. E, quando falo em mediunidade, aqui, não é necessariamente acessar outras dimensões, mas saber e compreender que existem outras realidades, bem como entender que é possível nos comunicarmos com elas.

conhecimento

A questão é que estamos socialmente presos ao materialismo e não compreendemos nenhum fenômeno metafísico.

Quem consegue se instruir acaba desenvolvendo sua mediunidade de uma forma saudável, mas quem não consegue pode acabar caindo na loucura.

Com esse exemplo que trouxe não quero dizer que não existam distúrbios físicos que precisam de medicamentos e tratamento psiquiátrico, certo? Só estou apontando que nem todas situações podem ser resolvidas dessa forma.

Voltando: quando desenvolvemos o chakra frontal e passamos a captar mais informações do mundo espiritual, nossa auto responsabilidade aumenta. Porque, se estivermos vibrando negativamente, vamos captar frequências negativas e isso trará consequências práticas e imediatas para nós.

frequência vibracional

Claro, se estivermos vibrando alto, captaremos frequências positivas e seremos beneficiados em função delas. Porém, manter a frequência alta é um trabalho constante e um desafio aqui na Terra.

Por isso, muitos médiuns começam fazendo um trabalho sério de mediunidade, mas se perdem com o tempo.

Todos precisam cuidar da própria energia, mas quem está desenvolvendo o chakra frontal precisa de um cuidado redobrado.

Permanecer em energias baixas irá atrair seres na mesma frequência, que irão incitar o médium a fazer péssimas escolhas.

Além dos médiuns, os terapeutas holísticos também precisam ter atenção extra à própria vibração.

Vejam, não há como fazer um trabalho de desenvolvimento espiritual somente para fins didáticos. Tudo tem consequências e deve ser feito com muito cuidado e estudo.

Em decorrência dessas premissas, sugiro, para quem não quer ter esse nível de responsabilidade, que trabalhe e desenvolva apenas os três chakras inferiores, e isso já está bom.

Isso porque muitos acreditam que querem desenvolver a mediunidade, mas poucos estão preparados para ela.

Ectoplasma

Existe uma substância em nosso corpo físico e etérico chamada ectoplasma. Quanto mais ectoplasma uma pessoa tem mais fácil para ela é incorporar e canalizar, uma vez que os seres de outras dimensões precisam desta energia para se ancorarem na terceira dimensão.

Só que, como tudo no corpo, quanto mais usamos o ectoplasma mais o produzimos. Se esse ectoplasma não for gasto, passará a se acumular e a danificar o corpo físico.

Além disso, quando nos abrimos ao trabalho com seres de luz, mas desistimos, esse ectoplasma poderá ser usado pelos seres negativos.

Tudo isso tem a ver com o chakra frontal, porque precisamos ter conhecimento e noção do que estamos desenvolvendo, assim como um terapeuta holístico precisa ter noção de que seus clientes chegam ao consultório com um grupo de obsessores do lado, pois esse é o “normal” do planeta Terra.

ingenuidade

Ele não pode achar que aplicará somente Reiki para ajudar aquela pessoa e pronto. Isso porque, a partir do momento em que ajudamos alguém, os obsessores dessa pessoa passam a ter raiva de nós.

Não digo isso para desanimar os profissionais da área, mas porque é necessário ter esse conhecimento e manter a energia pelo menos equilibrada.

Não podemos ser ingênuos e acharmos que estamos totalmente protegidos simplesmente porque ajudamos outras pessoas.

Por isso, acredito que é necessário pelo menos dez anos de experiência para ganharmos o real conhecimento de uma técnica energética.

A questão não é a técnica em si. O Reiki, por exemplo, é muito simples, mas não o o que está envolvido no tratamento.

Um mestre em Reiki real, não um mestre de um título dado por um certificado, sabe como não misturar a energia dele com a energia de outra pessoa.

Na teoria pode parecer fácil, mas somente o chakra frontal pode dar o entendimento de como fazer isso.

saber diferenciar os pensamentos

Outra forma de compreensão sutil, porém fundamental, é aprendermos a separar o que é o nosso pensamento do que é o pensamento de um obsessor.

É fácil falar que pode acontecer essa confusão de pensamentos, porém, na prática, poucos conseguem fazer essa identificação.

Desenvolvendo essas compreensões metafísicas por meio do chakra frontal, estamos aprendendo a ver.

E, quando isso ocorre, novos níveis de entendimento de um processo obsessivo surgem e nos questionamos, por exemplo, como podemos resolver a situação e como ajudamos esse ser que quer nos prejudicar.

Muitos acreditam que o mundo espiritual não pode ser compreendido, mas é claro que pode e deve ser compreendido.

Estamos ancorados no corpo físico, o nosso cérebro precisa compreender o que acontece conosco; de outro modo agimos somente na inconsciência.

ter consciência

Ter consciência é saber trazer as informações para a razão. E, como disse, essa compreensão vem da abertura do chakra frontal, pois ele traz o entendimento de todos os processos, traz a lógica e a razão à tona, de maneira a nos ajudar a sair do campo místico sobrenatural.

Por exemplo, não existe nada de ilógico na comunicação interdimensional, mas muitos julgam esse movimento como um ato de misticismo porque estão excessivamente apegados ao materialismo.

Mesmo os que creem podem cair no fanatismo, abdicando do pensamento crítico, porque seus chakras frontais não estão desenvolvidos.

Buda dizia que a causa de todo sofrimento é a ignorância.

E ignorância é não saber o funcionamento do planeta Terra, os processos psíquicos que nos constituem, os traumas e as crenças que nos circundam, tanto a nível individual quanto coletivo. Essas são as coisas que não conseguimos enxergar.

Baseando-nos nisso, passamos uma vida sendo atacados por obsessores, tendo explosões de raiva, magoando outras pessoas, além de termos a frequência vibracional baixa, o ectoplasma sobrando, e culpa sendo carrega…

E tudo isso por quê? Porque não compreendemos como podemos lidar com as influências energéticas.

Então, desenvolver o chakra frontal não é apenas ver, é compreender nossa realidade em um nível mais profundo.

Consciência vem com treino

E, novamente, os chakras superiores são desenvolvidos com treino e isso nos exige esforço consciente, pois precisamos abrir espaço para ele em nosso dia a dia.

Esse não é um processo rápido, por isso disse que precisamos de anos para compreender profundamente como uma técnica funciona, mesmo que sua aplicação seja simples.

Nesse caminho, teremos muitos erros e acertos, pois eles fazem parte de qualquer aprendizado.

São esses acertos e erros que nos trazem o conhecimento e a sabedoria, e com a sabedoria vem a compreensão.

No Japão, esse conceito é mais difundido do que no Ocidente, pois aqui achamos que fazer um curso e obter um certificado já nos dá habilidade total em algo.

O oriental sabe manter uma relação de discípulo-mestre com maior respeito, não no sentido de hierarquia, mas de reconhecer que quem viveu e experienciou mais tem mais conhecimento e sabedoria sobre o tema em questão.

Esse mesmo respeito é visto no plano astral entre os trabalhadores da Luz.

Há a compreensão de que mestres e mentores são iguais a todos os seres, mas há também uma espécie de respeito pelo conhecimento que essas pessoas já adquiriram.

Vejam, estou falando de respeito, não de idolatria.

Novamente, estou trazendo todos esses aspectos porque estão ligados ao chakra frontal. Eles envolvem a compreensão do mundo espiritual, que, como vimos, é também o mundo material em que vivemos.

o céu não é bem como pensamos

Além disso, o mundo espiritual não é só flores como muitos imaginam. Há uma ideia, principalmente católico-cristã, de que no céu existem apenas anjinhos tocando harpa, quando, na verdade, a realidade é muito mais complexa que isso.

Mas não querer ver a realidade do mundo espiritual ocorre até mesmo com espíritas e espiritualistas, e isso é manter-se em um processo infantil de percepção.

A criança não enfrenta seus medos, ela coloca a cabeça embaixo do travesseiro se acredita haver um monstro no quarto. Isso ocorre, inclusive, com muitos alunos, que desistem da projeção astral porque, obviamente, veem espíritos quando em projeção.

Portanto, é importante entendermos que a realidade espiritual não deixa de existir só porque não a vemos, e escolher manter-se na ignorância tem um preço.

como desenvolver o chakra frontal

Claro, é normal sentir medo e precisar de um tempo para se adaptar às novas percepções, mas essa adaptação só ocorrerá se a prática também existir.

Por isso sugiro que quem já está em um processo mediúnico procure um local para praticar. Mediunidade é prática, espiritualidade é prática.

Se está com excesso de energia, faça Reiki nos outros, estude, mas, principalmente, busque um grupo no qual terá o apoio inicial para essa jornada.

É muito difícil começar a praticar a espiritualidade estando sozinho.

Precisamos do amparo do grupo, seja um grupo espírita, de Umbanda, Candomblé ou espiritualista. Só sugiro que seja um local onde possa desenvolver de modo prático sua mediunidade.

Então, aos poucos, aprenda e se desenvolva, mesmo que, mais para frente, chegue o momento em que sinta que é necessário seguir sozinho ou em outro local.

No começo, realmente não recomendo desenvolver a espiritualidade sem o apoio de pessoas que já trilharam o mesmo caminho.

E estude muito, não no sentido de conquistar diplomas para amaciar o ego, mas para se autodesenvolver.

Profissão e dinheiro são importantes, mas nós tratamos esses aspectos nos chakras inferiores; aqui, estamos tratando o lado abstrato do conhecimento.

Precisamos ver a espiritualidade como autodesenvolvimento, ampliação da consciência, aumento da compreensão, em vez de simplesmente enxergá-la como uma técnica que vamos aprender. Interajam, experimentem e conheçam pessoas que estão nessa jornada há mais tempo.

A grande magia da humanidade é que aquele que trilhou o caminho antes pode orientar aquele que está iniciando. Embora todos estejamos em uma jornada individual, ninguém precisa caminhar sozinho.

Assim, um vai impulsionando o outro, ora sendo guiado, ora sendo o guia.

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