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Chakra laríngeo – O portal da voz divina

Nesse artigo vamos refletir sobre o Chakra Laríngeo e os seus dois conceitos fundamentais: Comunicar e ajudar.
chakra laríngeo

O chakra laríngeo está relacionado com o comunicar, ensinar, utilizar as palavras para modificar a realidade tridimensional.

As palavras são frequências vibracionais poderosas e o chakras laríngeo é aquele que transcodifica da dimensão mental para a dimensão física, transformando em frequência vibracional sonora os pensamentos.

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Chakra laríngeo a voz do divino

O chakra laríngeo traz a compreensão de que somos um pedaço de Deus na Terra e que Ele pode se manifestar através de nós.

Por isso, é importante a junção da energia que vem dos chakras inferiores com a que vem dos chakras superiores, pois isso une nossa capacidade de agir na Terra com a Vontade perfeita do Criador.

Assim, não será mais o ego agindo através de nós, e sim o Divino. E são as nossas ações divinamente orientadas que criarão as sincronicidades do Criador.

Porque, quando desejamos algo, um carro, por exemplo, esse carro não vai se materializar do nada em nossa garagem.

Cocriação

Como não é nosso foco, vou resumir o processo de Cocriação dizendo que não existe materialização instantânea aqui na Terra; se existe, é algo extremamente raro.

Então, se queremos um carro, como o Criador vai trazê-lo? Ele traz o carro através de outras pessoas. Pois lembrem-se, o Criador é tudo, então, também é o Zé, o Pedro e a Maria, e se manifesta através dessas pessoas criando sincronicidades para que possamos obter o que desejamos.

Nesse exemplo, poderia surgir uma proposta de trabalho, um aumento de salário, um sorteio, sei lá, infinitas possibilidades.

É por isso que uma das piores formas de atrairmos o que desejamos é nos afastando das pessoas e nos isolando do mundo.

Afinal, são as pessoas que trazem coisas para as pessoas. Somos parte dessa gigantesca teia de sincronicidades do Criador e, quando nos recusamos a agir em favor Dele, estamos deixando de colaborar com o Todo, deixando de ser instrumentos da Vontade Dele para os outros e para nós também.

As pessoas Cocriam

A vida na Terra se resume às relações que desenvolvemos, e elas ocorrem principalmente com pessoas.

Por isso, precisamos de atenção extra para não acumularmos traumas em relação às pessoas, como os medos de ser enganado ou ser roubado, além das dificuldades de convivência.

Todos esses traumas que giram em torno das pessoas acabam nos afastando completamente da teia da vida e das sincronicidades do Criador.

E essa postura é totalmente contra o que diz o chakra laríngeo: execute a Vontade do Criador.

O chakra laríngeo vai além do ato de falar, mas, a partir do momento que compreendemos nosso papel sagrado no mundo, nossa fala também será sagrada.

Isso quer dizer apenas que usaremos nossa fala para ajudar e colaborar.

Obviamente, assim como vimos no chakra do plexo solar, somos livres para usar a nossa fala para construir ou para destruir.

O universo não emite juízo de valor por nossas escolhas, embora seja sabido que toda escolha tem consequências inevitáveis.

Lembrem-se, ter livre-arbítrio significa poder escolher livremente, o que não podemos é acumular conhecimento sem compartilhá-lo.

O erro de não fazer nada

Esse é um dos piores erros cometidos em espiritualidade, receber um grande fluxo de informações espirituais, conseguir processá-las, mas não fazer nada com isso.

Essa não ação é muito pior do que não usar o poder telúrico, porque, se decidimos não exercer o poder do plexo solar, esse é um problema nosso e as consequências afetam principalmente a nós.

Porém, se impedimos que o conhecimento metafísico chegue às outras pessoas, estamos impedindo que o Criador as ajude, fazendo com que esse fluxo de energia fique preso em nossa garganta. E energia estagnada é sinônimo de problemas e doenças.

Afinal, estamos nos desenvolvendo, compreendendo cada vez mais, recebendo apoio de mentores, mas não estamos repassando nada disso para o mundo, não estamos ajudando as pessoas, e talvez até achemos que ninguém é digno desse conhecimento além de nós.

Percebam como nossas sombras se revelam tão facilmente frente à espiritualidade.

A armadilha espiritual

Aliás, a espiritualidade é uma armadilha muito maior do que o plano material para essa manifestação das sombras.

Isso porque, quando alcançamos um nível de compreensão um pouco maior do que a maioria das pessoas à nossa volta, é muito fácil acharmos que somos superiores, que as outras pessoas possuem defeitos, enquanto nós não os temos, e que, por isso, somos especiais de alguma forma.

Essa manifestação da própria sombra pode ser muito sutil e, normalmente, as pessoas levam anos para a perceberem-na em si.

Por exemplo, alguém que frequenta um centro espírita há 40 anos pode achar que por isso é mais evoluído, que resolveu suas sombras internas e que, quando morrer, possuirá seu lugar reservado no céu.

Esses pensamentos podem até ser inconscientes, mas qual é a diferença entre um espírita que pensa dessa forma e um evangélico que acha que comprou um terreno no céu? Nenhuma, só mudaram as palavras.

A percepção das duas é a mesma. Acham que são superiores, que são mais espertos e que não importam muito os outros se o lugar delas está garantido no céu.

Mas não estudamos espiritualidade para ter lugar no céu; estudamos para sermos a manifestação do Criador na Terra e, com isso, ajudar o planeta.

Ter conhecimentos espirituais não torna ninguém superior a ninguém, somos todos iguais.

E essa armadilha do espiritual é muito mais profunda do que a do material, porque podemos ficar cavando nossa cova por muito tempo e ainda acharmos que estamos fazendo o que é certo.

Isso é o que acontece com esse julgamento que muitos têm de que os evangélicos acreditam em algo que não existe.

Ora, alguém é detentor da verdade agora? Estamos certos e eles errados? Qual é a diferença de uma pessoa que pensa assim e um fanático religioso? Nenhuma.

O fanático sempre acha que seu ponto de vista está correto e que todas as outras pessoas estão erradas.

Esse pensamento é comum porque, por estarmos encarnados, lidamos melhor com o poder dos chakras inferiores, sendo o poder espiritual um grande desafio para nós.

Espiritualidade exige sabedoria

Além disso, todo conhecimento espiritual exige um alto nível de sabedoria. E sabedoria não é simplesmente ter inteligência.

Por isso, o caminho espiritual é gradual, as dificuldades não são poucas, e o nosso ego é o nosso principal inimigo.

Nossas sombras se manifestam por todo o percurso, seja o egoísmo, o egocentrismo, a gula, a ira, a inveja ou qualquer outro sentimento afim.

Por isso, há o paradoxo de haver mais apoio mútuo e ética entre os negativos do que entre os trabalhadores da Luz encarnados.

Eu nunca vi, por exemplo, um hater atacando outro hater, nem um bandido roubando de outro, mas já vi muitos terapeutas criticando o trabalho do colega.

Quem trabalha para a Luz precisa se unir, não importa se possuímos linhas diferentes de estudo e trabalho, estamos no mesmo time.

O caminho espiritual é diverso e cada um se afiniza com algo, não existe o certo e o errado nisso.

Além disso, se acreditamos que já resolvemos nossas questões e estamos imunes a esses sentimentos densos, os negativos nos atacam justamente nesse ponto.

As sombras do ego

E a verdade é que nunca resolveremos totalmente nossas sombras. O máximo que conseguimos é equilibrá-las por alguns momentos, mas elas sempre entrarão em desequilíbrio. Agora, se não temos essa noção, descuidamo-nos e caímos facilmente.

É necessária atenção constante para não acreditarmos que somos especiais porque temos contato com mentores, ou porque somos médiuns, e para lembrarmos que isso, na verdade, só nos traz uma responsabilidade muito maior.

A conduta de vida e a ética de quem desenvolve sua espiritualidade deve ser impecável. Isso não quer dizer que devemos ser santos, e sim buscarmos essa união das energias Telúricas e Divinas no chakra cardíaco, pois assim encontraremos um equilíbrio consciencial.

E não é porque nesse momento desenvolvemos algumas características metafísicas ou espirituais que somos superiores a alguém.

Como disse, na verdade, isso só aumenta nossa responsabilidade. Também nos traz a percepção de que somos aprendizes, pois, se o outro é Deus, sabemos que ele tem muito mais a nos ensinar do que nós a ele.

As sombras são mestres

Assim, quando alguém nos contraria, nossa sombra pode até se mostrar, mas sabemos que não devemos doutrinar essa pessoa, e sim aprender com ela.

Toda ser que traz nossas sombras à tona é um mestre para nós. Isso porque, quando nos afrontam e questionam a veracidade do que acreditamos é quando temos a oportunidade de sermos mais humildes, até porque realmente só falamos sobre o nosso ponto de vista, e não sobre a Verdade.

Também é um mestre o obsessor que nos perturba. Por isso, não devemos pedir que ele seja mandado para as trevas ou afirmar que ele é um ser maligno, até porque, a partir do momento que o julgo como maligno, estou me considerando melhor do que ele.

Veja como é perigosamente fácil rotular outras pessoas e seres nos colocando sempre em mais alta conta que todos.

Esse obsessor está cumprindo o importante papel de nos mostrar que precisamos melhorar. Só que vivemos na sociedade da pílula mágica, queremos soluções simplistas para tudo.

Queremos que alguém mande para bem longe o obsessor que nos persegue, mas não queremos ter o trabalho de fazer nossa reforma íntima.

É esse apego à zona de conforto que obriga o universo a colocar forças externas para nos movimentar.

Tudo isso tem a ver com o chakra laríngeo porque colocar em prática a espiritualidade é ter consciência das próprias sombras, do ego e dos medos, bem como se esforçar para equilibrá-los.

Somos instrumentos do criador

Assim também o é trabalhar para o Divino: simplesmente se colocar na posição de instrumento do Criador.

Mas isso é tão simples para nós, e ao mesmo tempo tão complexo, que muitos médiuns começam se desenvolvendo como instrumentos maravilhosos, mas, em algum ponto da jornada, desvirtuam-se.

Enquanto compreendemos que somos apenas instrumentos e que esse é o nosso papel divino, todos os contatos dimensionais e seres de Luz ajudam em nosso trabalho e em nossa vida.

Assim, as coisas fluem muito mais facilmente. Mas quando cremos que somos especiais e responsáveis pelas curas, tudo desmorona.

Vejam, para os mentores, trocar de instrumento é algo simples. Então, se um médium deixa sua sombra sobressair, tornando-se arrogante, egoísta e manipulador, a espiritualidade o deixa por conta própria.

Não há julgamentos, mas também não há como continuar o trabalho.

É importante dizer que, apesar de estar usando a nomenclatura médium, a espiritualidade não tem religião, eles estão onde houver alguém disposto a trabalhar pelo bem, não importa se é um pastor, um padre, um monge ou um pai de santo.

E mesmo em uma fila do mercado podemos ser instrumentos da Luz. Tanto todos podem ser instrumentos da Luz que, inclusive, os nossos animais o são.

Quem tem um animalzinho sabe quantas lições eles nos ensinam todos os dias. Precisamos abandonar essa posição de acreditarmos que somos mais especiais do que qualquer outro ser.

Humildade do Médium

Podíamos observar essa postura de humildade no médium Chico Xavier. Na verdade, ele se colocou a vida inteira em uma posição de humildade extrema porque recebeu da espiritualidade a informação que havia errado nisso em vidas passadas.

Por isso, estava bem claro para ele o perigo que era não se manter em posição de igualdade em relação a todos que o cercavam.

Enquanto se tornava o maior médium do Brasil, fazia cada vez mais sucesso e tinha cada vez mais contato direto com mestres e mentores.

Ele sabia que, para cair no ego, no estrelismo e na soberba era uma questão dois minutos, não precisava de muito. E, se isso acontecesse, ele colocaria em risco todo o planejamento para aquela encarnação e todo o trabalho que precisava desenvolver aqui como instrumento da Luz.

Como disse, ele não seria julgado se não conseguisse, a Luz apenas esperaria uma nova oportunidade em uma encarnação em que ele estivesse mais pronto.

Aqui, estou dando o exemplo do Chico, mas isso pode acontecer com todos nós.

Um terapeuta holístico, por exemplo, pode começar a ter bons resultados com clientes que se recuperam de seus males e, por isso, acreditar que é o responsável pela cura deles.

Tendo essa percepção, passa a olhar as pessoas de cima e a exigir um culto especial para si.

Esse desafio da humildade não fica restrito aos terapeutas holísticos e aos médiuns: todos os que se colocam em posição de ajudar o próximo e de exercer seu chakra laríngeo passam por ele.

Ajudar a luz

E ajudar, aqui, pode ser oferecer uma palavra de conforto, ou mesmo um ouvido atento para alguém na fila do mercado.

Isso é estar disponível para a Luz, estar aberto para oferecer apoio a quem precisar e em qualquer lugar. Quando temos esse tipo de disposição e de mentalidade, a Luz passa a nos usar como instrumento Divino onde quer que estejamos.

Essa ajuda pode ser simples como fazer uma piada e tirar umas risadas de alguém. Isso porque o ato de rir aumenta a frequência vibracional da pessoa e pode ser a brecha que a espiritualidade precisa para agir em favor dela.

O mesmo ocorre quando chegamos em um local e o ambiente está pesado, as pessoas estão tristes ou desanimadas.

Em vez de ficarmos com medo de absorver as energias densas, podemos nos dispor a levar um pouco de descontração e sermos canais da alegria divina.

Agirmos de acordo com o chakra laríngeo não é termos que dar aulas ou palestras sobre desenvolvimento espiritual, é evitar um desentendimento, contar uma piada, fazer as pessoas rirem, sentirem-se melhor ou mais seguras. Pronto, estamos sendo um instrumento da Luz.

Não é menos espiritualizado contar uma piada ou falar de futebol se é isso que nos ajuda atrair a atenção de alguém e talvez livrar essa pessoa de um pensamento negativo que ela esteja tendo.

Lembrem-se que, para nos conectarmos com as pessoas, precisamos usar a linguagem delas.

Muitos acreditam que, por eu dar aulas de assuntos espirituais, falo disso a todo momento, mas não é verdade.

Se vou em um churrasco de família, por exemplo, falo de assuntos leves e alegres, não fico tentando ensinar nada a ninguém.

Para sermos espirituais não precisamos deixar de frequentar os eventos familiares e de amigos, apenas precisamos observar nossa fala e nossa ação.

Não fofocar

Se nos deparamos com fofoca, não vamos usar o nosso chakra laríngeo para rebaixar a energia.

Nesse caso, se for possível, levamos o assunto para um tópico mais leve; mas, se mesmo assim, as pessoas insistirem em fazer comentários maldosos, devemos respeitar o livre-arbítrio delas e apenas nos retirar do local alegando que precisamos pegar uma água, por exemplo.

Use o chakra laríngeo para levar luz

O nosso dia a dia está repleto de oportunidades de agirmos de acordo com nosso chakra laríngeo, de modo a espalharmos luz e levarmos soluções às pessoas, seja sendo gentil com o atendente do supermercado, fazendo um elogio sincero a alguém, cedendo a vez no trânsito ou facilitando o trabalho de outra pessoa.

Um amigo meu trabalhava em uma empresa e me contou que havia uma geladeira para os funcionários com comida parada há mais de dois anos.

Imaginem uma comida apodrecendo por dois anos dentro da geladeira que é de uso geral, sem ninguém tirá-la desse lugar.

E por que ninguém tirava? Porque temos a tendência de pensar que, se não fomos nós que deixamos a comida lá, então não precisamos fazer nada a respeito, acreditamos que não é nossa obrigação.

Mas é muito pequeno pensar assim, não?

Custa muito pouco fazer o que precisa ser feito e facilitar tudo para todos.

E não importa quem deixou a comida na geladeira, quem deixou o lixo no chão – o raciocínio é simples: aonde a gente for, devemos facilitar e não complicar ainda mais as coisas.

Claro que isso deve ser feito dentro dos nossos limites, se não caímos no risco de sermos arrogantes e acharmos que podemos resolver a vida de todos.

Também é preciso bom senso, pois, se alguém está passando por um momento difícil, talvez não precise ouvir que o chakra básico está desequilibrado, e sim ser acolhido.

Como disse, não devemos querer salvar a vida de todos, mas, se conseguimos fazer a pessoa vibrar um pouquinho mais alto, já a ajudamos e fizemos a nossa parte.

Por isso, devemos desenvolver a humildade para sermos melhores que nós mesmos todos os dias, não melhores que o outro ou os melhores do mundo.

Isso também é válido como uma postura a ser mantida, inclusive, dentro do nosso lar, que pode ser o lugar mais desafiador para nós.

Não discutir

Caso a energia em casa esteja densa, não vamos alimentar discussões e brigas.

Se o diálogo não ocorre de modo saudável, é melhor deixar quieto, sair para dar uma caminhada ou apenas concordar com a pessoa.

Com um só disposto a brigar, a equação não fecha, pois não colocamos nossa energia nela. Isso já é ser instrumento da Luz.

Porém, se em vez disso entramos na discussão e ficamos tentando provar o nosso ponto de vista, a energia se densifica cada vez mais, atraindo toda essa negatividade.

Um ponto importante sobre colaborar é que não colaboramos apenas com quem concorda com nossa fala ou acredita no que acreditamos.

Se esse fosse o correto, então os mentores não nos ajudariam, já que, quando encarnados, nosso conhecimento se torna muito inferior ao que eles possuem.

Eles se negariam a nos ajudar porque, na maioria das vezes, não vemos nem concordamos com muitos dos ensinamentos espirituais que eles trazem.

Mas eles, mesmo assim, na maioria das vezes, ajudam-nos anonimamente e sem esperar reconhecimento.

Finalizando

Obviamente, precisamos aprender essa lição de humildade e abnegação, pois ainda queremos fazer grandes feitos e obter reconhecimento, muitas vezes passando por cima do livre-arbítrio alheio.

Já os mentores sabem que fundamentalmente ninguém está perdido, uma vez que todos somos Deus em nosso interior.

Eles sabem que nossas sombras podem até turvar nossa visão, mas como podem pretender salvar Deus?

Por isso, devemos lembrar que o outro é Deus e está vivendo seus próprios processos, lidando com suas sombras, e não cabe a nós querer que estejam em um outro ponto.

A sabedoria divina vai muito além da nossa e todos estão onde deveriam estar.

O que podemos e devemos fazer é ajudar, não salvar. Muitas vezes, no planeta Terra, ajudar significa quebrar as energias densas de um ambiente, auxiliar as pessoas a saírem desse fluxo de energia e elevarem um pouco suas frequências vibracionais.

Elevando suas frequências, elas conseguem um contato maior com o Divino delas e podem agir com sabedoria pelo que é melhor para todos.

Tudo isso tem a ver como o chakra laríngeo, pois é como manifestamos nossa espiritualidade e verdade na Terra.

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Copyright do texto © 2022 Tibério Z Dados internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste artigo pode ser reproduzida ou usada de qualquer forma ou por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, inclusive fotocópias, gravações ou sistema de armazenamento em banco de dados, sem permissão por escrito, exceto nos casos de trechos curtos citados em resenhas críticas ou artigos de revistas. (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) ISBN: 978-65-00-45615-8

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