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Chakra Plexo Solar – O Portal do Poder

Nesse artigo vamos refletir sobre o Chakra Plexo Solar e os seus dois conceitos fundamentais: Poder e Materialização.
chakra plexo solar

O chakra plexo solar é o chakra do poder no planeta Terra. Poder realizar seus sonhos, poder mudar a vida das pessoas, poder mudar a sociedade.

Antes de falarmos sobre o chakra plexo solar, também chamado Manipura, vamos retomar brevemente o que abordamos sobre os chakras básico e sexual.

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Chakra Básico

Vimos que a energia Telúrica entra pelas solas dos pés, no ponto de acupuntura R1, percorre os canais energéticos da perna e se acumula no chakra básico.

Essa energia da Terra nos faz viver, agir e estar aqui, neste planeta. Mas ela precisa ir sendo trabalhada e liberada nos três chakras inferiores, que são o básico, o sexual e o plexo solar, até chegar ao coração.

Acumulamos essa energia no chakra básico quando temos muitos medos, dificuldades de garantir nossa sobrevivência e dependemos de outras pessoas, seja financeira ou emocionalmente.

Estando nesse estágio, aceitamos por necessidade ou carência nossas atividades e nossas relações.

Chakra sexual

Quando conseguimos resolver essas questões e cuidamos de nós mesmos no mundo, independente das situações externas, essa energia presa é liberada para o chakra sexual.

O chakra sexual representa um segundo nível de desenvolvimento, no qual já temos confiança em nós mesmos para fazer escolhas.

Nesse ponto, decidimos conscientemente o que queremos e o que não queremos, bem como deixamos de ser dependentes das escolhas alheias.

Quando conseguimos escolher o que faz mais sentido para nós, passamos a ter prazer em nossas atividades e relações.

Chakra plexo solar

Tendo mais prazer em viver, essa energia é liberada para o terceiro estágio, que é o chakra do plexo solar.

Esse chakra é considerado o chakra do poder e, para entendê-lo, vamos refletir um pouco sobre o que é o poder.

O poder

Absolutamente tudo na natureza é poderoso, porque o próprio Criador é o poder em si. Aliás, não existe nada mais poderoso do que Ele. Ser poderoso é possuir a capacidade de mudar e criar através da própria vontade.

Quando fazemos nossas escolhas e passamos para o nível do plexo solar, entramos em uma nova questão: podemos usar ou não o poder gerado por elas.

Usar o poder pessoal significa tornarmos os senhores da nossa vida, determinando e realizando o que queremos. Nesse contexto, passamos a ser os agentes das mudanças que necessitamos.

Paramos de culpar os outros, a vida ou Deus por situações que não nos agradam. Agora, quando não usamos o nosso poder, certamente alguém irá usar esse poder sobre nós.

É muito importante que isso fique claro: quando não estamos utilizando nosso poder, alguém o utilizará. Não há local de poder vago no universo, ele é sempre ocupado por alguém.

Acredito que a maioria de nós já conseguiu fazer algumas escolhas, em determinado aspecto da vida, mas, por timidez, medo ou programações limitantes, não utilizou o poder gerado.

Assim, continamos submetidos ao poder dos outros e criando um estresse muito grande no plexo solar.

O poder não utilizado

Esse poder criado, e não utilizado, traz-nos ansiedade, síndrome do pânico e uma pressão muito forte na região da barriga. Vale salientar que todas as criaturas precisam utilizar o seu poder, já que ele não pode ser represado.

Quando acumulamos o poder, é como carregar uma bomba atômica na barriga. Isso porque, ao pegarmos esse poder, que está vindo da Terra (assim como o poder atômico), e o represamos dentro de nós, ele começa a destruir nosso corpo físico.

A medicina chinesa explica esse processo atribuindo a região do plexo solar ao elemento fogo, como se tivéssemos uma grande caldeira na região do estômago.

Quando esse fogo não é utilizado, e fica muito “alto”, passa a consumir nosso corpo por dentro.

Por exemplo, se já somos capazes de fazer nossas escolhas, mas estamos nos submetendo a um trabalho que não suportamos mais, essa sensação de estarmos preso e de não conseguirmos mudar a própria vida começa a gerar um calor interno que nos consome.

Um sinal claro de que não estamos usando nosso poder…

Para continuarmos entendendo o poder, precisamos ir um pouco mais fundo em nossa reflexão.

Criação e Destruição

Há duas forças no universo, que não são o bem e o mal, difundidas pelo Cristianismo. Inclusive, nos será útil começar a abrir mão dessa ideia.

Vejam, relacionamos os seres negativos com o mal e os seres da Luz com o bem, mas tudo é o Criador, inclusive os seres negativos.

Sei que haverá resistência a essa ideia, a bem da verdade, nem os negativos a aceitam.

Para eles, é impensado que também sejam Deus, mas nós, que estudamos e estamos dispostos a expandir nossa consciência, podemos começar a admitir que o negativo também é Deus.

Para o universo não existe bem e mal, e sim a criação e a destruição. Como o universo é um constante criar e recriar, tudo o que é criado precisa ser destruído para ser criado novamente.

Sem o elemento da destruição nessa equação, o universo seria imutável, nada em nenhum lugar teria evoluído, crescido e expandido desde a manifestação primordial.

Então, essas duas forças precisam estar agindo constantemente para a realidade ser plasmada e transformada. É por isso que, quando explico sobre os obsessores, comento que eles são os maiores agentes da Luz.

Isso porque são os seres negativos que impulsionam as pessoas a expandirem suas respectivas consciências.

Como eles estão constantemente atacando quem se mantém em uma frequência energética similar à deles, incentivam que aumentemos nossa própria frequência para sairmos de suas zonas de ataque.

Sem isso, nós nos manteríamos em nossas zonas de conforto, pois não teríamos desafios suficientes para melhorar. Então, é o ataque constante da destruição que nos faz recriar nossa realidade.

Utilizar o poder

Para usar o nosso poder, precisamos fazer uma escolha importante na vida, precisamos decidir se vamos trilhar o caminho da destruição ou se vamos trilhar o caminho da criação.

Vejam, para o universo, tanto faz o caminho, desde que estejamos exercendo nosso poder.

O que é o caminho da destruição? É buscar a destruição de tudo, ininterruptamente. Destruir relacionamentos, destruir projetos, destruir sonhos, destruir planetas, destruir tudo.

Quem opta por esse caminho está se afinizando com a energia e o grupo da destruição.

Porém, essa decisão não precisa ser imutável. Alguém que pertenceu ao exército da destruição por cinco milhões de anos pode, e provavelmente irá, cansar e decidir que quer passar a pertencer ao exército da criação, assim como alguém pode colaborar por muito tempo com a criação e, por alguma sombra ou questão mal resolvida dentro de si, decidir passar a trabalhar para o grupo da destruição.

Mas, repito, pouco importa o grupo, o importante é exercermos esse poder.

Ambas as energias são divinas. Portanto, o problema é quando não estamos colaborando para a destruição ou para a criação, ou seja, não estamos em qualquer grupo.

Quando não pertencemos a um grupo porque nos recusamos a usar nosso poder, estamos sujeitos ao poder dessas duas energias.

Assim, não temos controle de nada em nossa própria vida, somos um ser que vai para onde as forças alheias o levam, somos arrastados pela existência.

Não cultivamos, em nós, nem o poder de criar, nem o de destruir o que quer que seja.

Novamente, não relacionem destruição a algo negativo. Destruir é necessário para abrirmos espaço para o surgimento do novo.

Acredito que a maioria de nós já se deparou com uma situação assim na vida. Por exemplo, muitas vezes um relacionamento amoroso precisa ser encerrado.

E, apesar da resistência inicial, em pouco tempo percebemos que terminar foi a melhor coisa que poderia ter acontecido para todos, pois liberou uma energia estagnada e ainda permitiu a chegada de uma nova relação.

A destruição derruba os parâmetros existentes e nos permite chegar a conclusões mais afins ao nosso eu atual, e isso é um processo positivo que ela desencadeia.

O ponto de vista divino

Mas, para entendê-la, precisamos olhar através do ponto de vista do Divino.

E qual é o ponto de vista Dele?

Primeiro, a morte não existe, pois nenhum ser emanado pelo Criador morre.

Segundo, o Criador não é apegado à matéria como nós ainda somos. Para Ele, corpos, planetas e galáxias são apenas elementos reunidos.

Terceiro, para o Criador, o tempo é infinito, então, se queremos entender as forças universais, não podemos medir o tempo pelo tempo humano.

Sei que muitos questionam Deus a respeito do estado do planeta e da nossa sociedade, achando que Ele não faz nada para melhorá-los.

Mas Ele está agindo e, inevitavelmente, tudo vai mudar.

Querer ver isso da perspectiva de setenta anos de vida de um ser humano é absolutamente ridículo. Repito, o Criador é eterno.

Setenta anos para Ele não são nada. Só o nosso planeta já possui bilhões de anos…

Porém, sempre queremos que tudo aconteça no tempo da nossa vida humana.

Chega a ser um absurdo tentar compreender Deus pelo prisma humano e pelo nosso tempo de existência. Realmente, não há como a vida fazer sentido assim.

Para começarmos a entender a criação, precisamos abstrair e ampliar nossa noção de tempo e espaço.

Isso é tão desafiador, para nós, que nem tentamos entender o que aconteceu antes do Big Bang, e, para a ciência, isso é metafísica, pois esse segmento nem sequer possui parâmetros para estudá-lo.

No entanto, o Criador já existia na eternidade, antes da criação do universo como o conhecemos.

Para Ele, essa é apenas mais uma realidade formada.

Então, tentar compreender a existência, o universo e o próprio Criador sem ampliar nossa capacidade de abstração é muito complicado.

Mudanças constantes

Além disso, as mudanças não acontecem somente em um nível que conseguimos observar. Na verdade, a criação e a destruição ocorrem a todo momento nos mais diversos níveis da existência.

Por exemplo, as células do nosso corpo físico estão sendo constantemente destruídas e recriadas. Não temos as mesmas células que tínhamos há dois anos atrás, todas morreram para dar lugar a células novas.

Até mesmo se olharmos de uma perspectiva macroestrutural, veremos que não somos a mesma pessoa, não somos o que éramos na infância e na adolescência.

A fase adulta também dará lugar à velhice, e a velhice ao corpo de quarta dimensão.

Esse processo continuará, seremos sempre destruídos e reconstruídos.

Então, quando falamos de destruição e criação, devemos ir além dos acontecimentos e lembrar que são duas energias que permeiam tudo, das menores às maiores coisas, e a todo momento.

A razão fundamental para a existência dessas duas energias é permitir o movimento de tudo, pois, para o universo, não há nada pior que a zona de conforto e a estagnação.

E, falando à nível pessoal, o que faz uma pessoa estagnar é a falta de utilização do seu poder.

A existência é mudança. Resistir a isso é apego à zona de conforto. Esse apego pode se manifestar de inúmeras formas, como o apego às ideias, às pessoas, a uma situação, a um status, a uma condição, a matéria ou elementos afins.

Mas, o universo nos mostra, e ensina, o tempo todo, que perderemos tudo o que temos, que o apego não só é inútil como também causa o sofrimento.

Sabemos que é finita a vida que temos, as relações, a casa e o dinheiro. Nem mesmo o corpo físico se manterá conosco.

A morte não significa necessariamente o fim de um sentimento ou de uma relação, mas certamente implica muitas mudanças de configuração.

Além disso, não conviveremos com o mesmo grupo de pessoas eternamente. Imaginem: se vivêssemos bilhões de anos com as mesmas pessoas, que evolução teríamos?

Então, a partir do momento que vamos para o plano astral, as relações que temos hoje não se mantêm como são e nem mesmo para sempre.

O poder é movimento

Outro aspecto importante sobre o poder é que ele só existe no movimento, na ação.

Muitos de nós já experimentou uma situação onde exerceu seu poder, conquistou algo, e, como o poder é gostoso, sentiu-se bem, revigorado e energizado.

Mas então, algum tempo após essa conquista, perdeu essa vitalidade e passou a se sentir vazio. Isso aconteceu porque o poder só existe no movimento, pois só podemos exercê-lo através da ação.

Por isso, é comum sentirmos falta da energia da juventude, mas essa energia só existia porque estávamos exercendo nosso poder.

Porque estávamos em uma fase de conquistar coisas, de estudar, trabalhar, conhecer pessoas e buscar nossos objetivos para além dos laços familiares.

A sociedade nos fez acreditar que, depois de certa idade, quando conquistamos meia dúzia de coisas pré-estabelecidas, conquistamos tudo o que havia para conquistar, ou que simplesmente não há mais tempo.

Zona de conforto

Assim, entramos na zona de conforto. Querem nos fazer acreditar que não há mais nada a conquistar depois que encontramos alguém para casar, que temos filhos e que conquistamos estabilidade em um emprego.

Porém, quando atingimos essa liberdade financeira, temos um relacionamento e alguns filhos, começamos a sentir um vazio.

Vejam, não há nada de errado em casar e ter filhos, inclusive há muito valor nisso, principalmente quando nos propomos a fazê-lo de um modo saudável.

Porém, ainda assim é inevitável esse vazio se pararmos de exercer nosso poder. Por isso, é necessário que estejamos constantemente recriando a nossa vida, afinal é o movimento que nos dá energia.

O plexo solar é o chakra do fogo, por isso o movimento é inerente a ele.

O poder se espalha

Recentemente, vi uma reportagem sobre uma reserva natural que estava sendo consumida por um incêndio.

Ele havia começado em uma fazenda, onde fizeram uma queimada ilegal para aumentar o pasto. Então, o fogo se alastrou e os bombeiros não estavam conseguindo controlá-lo.

Havia uma estrada no meio, mas o fogo atravessou-a e já estava queimando também o outro lado.

Percebam, com essa narrativa, o poder expansivo do fogo. O poder do plexo solar é igualmente expansivo.

Não há como deter o poder por muito tempo, portanto, é ilusão imaginarmos que já conquistamos tudo o que precisamos nessa vida ou que chegará um momento em que estará tudo certo.

A existência nos coloca em uma corda bamba constante, não existe porto seguro, nem ponto final.

Toda vez que paramos e acreditamos que está tudo certo, ocorre um movimento de destruição.

Novamente, liberem-se da ideia de que a destruição é necessariamente algo negativo.

Se estivéssemos em uma calmaria constante, por que buscaríamos melhorar? Por que sairíamos da zona de conforto e aprenderíamos algo novo?

Por isso, o universo é obrigado a mandar uma força de destruição exterior para bagunçar nossa vida e nos incentivar a readquirir o poder de reconstrução.

Só que esse processo pode ser feito de uma maneira consciente ou inconsciente.

Por exemplo, muitas pessoas sofrem por muito tempo quando desencarnam porque se recusam a admitir que as coisas mudaram.

A pessoa tinha cargo, dinheiro e família aqui, mas a morte é um grande agente destruidor que nos mostra a necessidade de recomeçar.

Sei que muitos dirão que é impossível ter paz assim, mas a paz real não vem de condições externas, pois essa seria uma paz muito frágil.

A paz

A paz vem da compreensão de que tudo muda o tempo todo e de que nada é realmente nosso.

Porém, quando incompreendidos, esses conceitos roubam a nossa paz porque estão indo contra as leis universais.

Então, se vivemos como se tudo fosse fixo, acreditando que devem acontecer do nosso jeito, estamos indo contra a lei do Dharma. E é simples: se vamos contra às leis universais, sofremos; se vamos a favor, temos paz.

Então, pouco importa se nos conformamos ou não com como as coisas são. Ficar milhões de anos lutando não mudará as leis universais.

O fato é que nossa casa não é nossa, nosso emprego não é nosso, nem o nosso corpo é nosso. Mas podemos aproveitar esses elementos por determinado momento, sabendo que, inevitavelmente, serão destruídos e precisaremos nos reconstruir.

E entender esses aspectos da existência e desenvolver o desapego é que nos leva à paz.

Não exercer o poder do plexo solar

Tendo esclarecido as forças de criação e destruição, retomo que precisamos escolher entre uma e outra. O que não dá, no sentido do plexo solar, é não estar exercendo uma delas.

Os xamãs dizem que o plexo solar é nossa região de poder, conquista e ação. Por isso, os rituais dos guerreiros incluem a estimulação do plexo solar.

Eles imaginam tentáculos saindo do plexo solar, como flechas de energia, dirigindo-se e grudando nas coisas que almejam.

Como tudo é frequência vibracional, um fluxo dessa frequência sai do plexo solar e atrai as coisas para o seu campo. Inclusive, por ter esse conceito claro, os xamãs também dizem que o poder pessoal do índio é que atrai a caça.

Percebam como funciona esse raciocínio, quem atrai a caça é o poder pessoal do caçador, e não o acaso ou uma técnica.

lei da atração do plexo solar

Tendo essa percepção como base, vamos falar um pouco sobre a lei da atração. Se não conseguimos atrair aquilo que queremos, é porque não temos poder pessoal para isso.

Provavelmente, a energia está presa no chakra básico e no chakra sexual e, caso tenha chegado ao plexo solar, não estamos exercendo nosso poder.

Por isso que só mentalizar algo para Cocriar não funciona.

Quando falamos de atração, estamos falando também de poder.

E poder ou se tem ou não se tem. Para tê-lo, precisamos primeiro liberar a energia dos dois estágios iniciais do ser, mas, mais que isso, precisamos acreditar que temos esse poder.

Esses dias estava refletindo que mesmo o menor cachorro usa o seu poder.

Se ele sai latindo e tentando morder o calcanhar das pessoas, elas simplesmente saem correndo e pulando. Toda a natureza exerce o seu poder totalmente.

Em geral, os animais não possuem as travas que possuímos, como o medo, a vergonha, a dúvida e sentimentos assim, então, o poder flui livremente para eles.

Um leão não duvida do seu poder, uma águia não duvida do seu poder e nem um cachorrinho duvida.

Se nós humanos não temos poder, é porque nós o bloqueamos, porque não acreditamos nele.

Nós não acreditamos que temos poder porque, em um primeiro nível, somos como crianças, vivemos culpando os outros por nossas faltas e falhas.

A culpa drena o poder

Quando culpamos alguém ou uma situação, abdicamos da responsabilidade sobre nosso ser e estamos abrindo mão do nosso poder pessoal.

Quando assumimos que moldamos 100% da nossa realidade, recolocamos o poder em nós mesmos.

Por exemplo, se a culpa da minha vida ser uma desgraça é por causa do meu pai por uma situação que ocorreu vinte anos atrás, o poder está com meu pai há vinte anos atrás e eu não posso fazer nada.

Se a culpa da minha prosperidade estar ruim é do governo, eu tenho que esperar o governo melhorar para ter prosperidade.

Se a culpa da minha carência é do meu ex-marido que me largou há dez anos atrás com dois filhos, o meu poder ainda está com ele.

Entenderam por que essa ideia infantil de culpar os outros drena nosso poder pessoal?

Se não temos prosperidade, a responsabilidade é nossa; se não temos pessoas ao nosso lado, a responsabilidade é nossa.

A partir do momento que compreendemos isso, ganhamos um primeiro nível de poder e, assim, começamos a mudar o que nos incomoda.

Caso não tenhamos prosperidade, vendemos água no farol ou o que for possível dentro da lei. E isso não é vergonha para ninguém.

Afinal, não estamos esperando que alguém nos dê algo, estamos correndo atrás do que precisamos.

Se não temos pessoas interessantes ao nosso redor, sejam amigos, ou mesmo um parceiro, vamos ao cinema e ao teatro, bem como nos matriculamos em um curso, viajamos ou exercemos qualquer outra atividade em que possamos conhecer pessoas.

A responsabilidade é nossa.

A responsabilidade é nossa

Então, se ainda não atingimos esse poder que os animais e a natureza possuem de conquistar, fazer e mudar é porque ficamos culpando tudo e todos.

Culpamos até a nós mesmos pelo que fizemos ou deixamos de fazer no passado.

Mas o passado já passou, o que realmente importa é o que estamos fazendo hoje.

Não podemos voltar no tempo, nem desfazer o que já foi feito, portanto, ficar dando poder para os erros é inútil e nos desvia do caminho da auto responsabilidade.

Precisamos assumir que podemos cocriar nossa realidade.

E, quando falo cocriar, não estou falando de mágica, nem do suposto poder de mentalizar algo até que se materialize.

Cocriação é saber o que queremos e fazermos o que precisa ser feito, aqui no plano material, para chegar lá.

Novamente, o poder não existe sem a ação.

Todo ser poderoso neste momento está exercendo seu poder, está agindo.

Mas a maioria de nós não só não age por culpa, seja direcionada a si ou aos outros, como também fica esperando que Deus lhe dê presentes.

Abrindo mão do poder

Percebam até onde um ser pode abrir mão do próprio poder.

Primeiro, a culpa de tudo é dos outros, e segundo, um cara barbudo, sentado em um trono, que monopoliza o poder, vai um dia olhar nossa ficha, achar que somos um bom moço e nos dar o que desejamos.

Voluntariamente, colocamo-nos totalmente dependentes de forças externas, e, como citei anteriormente, se não exercemos nosso poder os outros o exercerão sobre nós.

Mas, se Deus é puro poder e está manifestado em tudo, inclusive em nós, isso não deveria ser tudo de que precisamos?

Já temos toda a força Dele dentro de nós, a questão é levantar e ir atrás do que queremos.

Materializar

Exercer nosso poder de materializar é levantar às 7 horas da manhã, trabalhar, estudar e compreender como as coisas funcionam, fazendo acontecer.

Enquanto estamos nesse movimento de materialização, estamos naturalmente exercendo nosso poder.

Quanto mais materializamos, através das nossas ações, mais poder de materialização ganhamos, tornando, assim, cada vez mais fácil esse processo.

Lembrem-se, poder é ação. Alguém que não está feliz em seu trabalho atual precisa agir para vir a estar em melhor situação no futuro.

Agir não é necessariamente pedir demissão sem pensar nas consequências, mas ser estratégico. Por exemplo, em vez de ficarmos jogados no sofá, à noite, vendo televisão, podemos começar a estudar meios de criar a nova realidade que desejamos.

E aí, um pouquinho todo dia, vamos caminhando em direção a isso. Sim, dá trabalho, mas existir, de modo geral, dá trabalho.

trabalho materializa

Agora, se temos a noção de que trabalho é ruim, estamos com um grande problema, porque cocriar, assim como tudo que rende frutos, dá trabalho.

Devemos nos lembrar de que o trabalho não precisa ser ruim, ele pode ser prazeroso.

Este, na verdade, deveria ser nosso movimento natural: trabalhamos, dedicamo-nos, obtemos prazer e, eventualmente, conquistamos aquilo que queremos.

Porém, geralmente, relacionamos trabalho a algo negativo, e, como tudo dá trabalho, não fazemos nada para mudar.

Quando assumimos esse poder de agir e Cocriar uma realidade melhor para nós mesmos, liberamos nosso poder.

Começamos com o chakra básico, fomos para o chakra sexual e, então, terminamos de liberar a energia telúrica no plexo solar. Assim, resolvemos nossa existência na Terra.

O caminho dos chakras

Em um nível profundo, todo esse caminho que percorremos pelos chakras é um processo de amadurecimento do ego, durante o qual deixamos de ser um ego infantil e nos tornarmos um ego adulto, auto responsável e autossuficiente. Essa é a jornada do ego.

Quando não dependemos dos outros para nossa sobrevivência, fazemos nossas escolhas, as que queremos, e não as que tentam nos impor.

Usamos nosso poder e os aspectos materiais da nossa existência estão resolvidos. A partir disso, podemos começar a uni-los com os aspectos espirituais, dados pelos chakras superiores.

Depois do plexo solar, temos o chakra cardíaco, responsável pela união do ego com o Divino.

Iluminação Espiritual

Essa união significa que o ego e o Divino tornaram- se um só, processo chamado de iluminação espiritual.

Depois da iluminação espiritual, atingimos a paz plena, não porque não existam mais adversidades, mas porque nosso ego já não é mais como o de uma criança que sofre porque não ganhou um presente dos pais.

Com a consciência expandida, sabemos que o universo nos concede sempre exatamente aquilo de que precisamos.

Certamente enfrentaremos outros desafios pessoais, que eu não sei quais são, uma vez que não estamos nesse nível ainda.

Seres como Buda e Jesus chegaram lá, e vários outros também conseguiram, porém não são conhecidos.

Então, não podemos dizer que a iluminação é um processo fácil para a grande maioria de nós, mas também não é tão difícil.

A iluminação é lenta

A questão é que esse não costuma ser um processo rápido, pois exige de nós muitas e muitas encarnações, já que se trata de algo cumulativo.

Viemos trabalhando todas essas questões que vimos anteriormente por várias vidas. Somente depois de resolvermos as questões do chakra básico entramos em uma nova fase de reencarnações para lidarmos com os tópicos de ordem sexual, e assim por diante.

Por exemplo, podemos precisar de quatro vidas ou mais para desenvolvermos o plexo solar e aprendermos a lidar com nosso poder pessoal.

Nas primeiras tentativas, por ser algo novo, provavelmente iremos errar muito.

Por isso, julgar as pessoas como boas ou más é algo muito complicado. Isso porque é natural que, ainda que saibamos lidar com o poder de um modo positivo, façamos uso negativo dele.

Muitas das pessoas que vemos hoje usando de maneira incoerente seus poderes estão iniciando esse laboratório experimental da vida. Julgarmos essas pessoas como más é um ato leviano, até porque todos nós já trilhamos esse caminho ou o trilharemos ainda.

Além disso, como alguém pode aprender a ter poder sem ter poder? Ou, ainda, como alguém pode aprender a lidar com o dinheiro sem ter dinheiro? Como pode alguém ter desapego sem ter do que se apegar? Vejam, é fácil não ter apego se não se tem nada.

Desafiador mesmo é ter 10 milhões de reais na conta e ser desapegado. O mesmo acontece com o poder: é fácil lidar com o poder quando ele é praticamente nulo.

Por isso, só sabemos se lidamos positivamente com ele se realmente tivermos poder na vida.

Até que nós mesmos nos vejamos como grandes líderes, não poderemos dizer que sabemos gerenciar um poder tão grande, e certamente nossa noção de julgamento em relação aos outros que estão ou estiveram nessa posição irá mudar. Como se diz, o buraco é mais embaixo quando a responsabilidade é nossa.

Claro, tudo isso só faz sentido se encaramos essas questões pelo prisma do Criador. Olhando pelo prisma da vida humana, não faz sentido que um só ser possa ter tanto poder e use-o de modo negativo. Porém, para o Criador, tudo isso são apenas oportunidades de experimentação e aprendizado, e Ele aceita nossos erros como parte inevitável do processo. Porque Ele sabe que vale a pena, pois só aprenderemos a ter poder tendo-o.

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