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Crenças limitantes da prosperidade

Nesse artigo vamos refletir o que são as crenças limitantes da prosperidade.
crenças limitantes

Você sabe como os indianos fazem para domesticar um elefante? Eles pegam o elefante bebê e o amarram a um toquinho. O elefante tenta sair do toquinho, mas não consegue, porque ainda é pequeno.

Quando o elefante cresce e vira um adulto, ele continua amarrado ao mesmo toquinho que esteve desde criança. Mas será que o elefante não percebe o tamanho dele agora? Ele não nota que poderia sair dali com facilidade?

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O que impede o elefante de sair do toquinho é a crença dele. Como tentou, muitas vezes, e não conseguiu deixar esse lugar, a mente dele acredita que ele não é capaz de sair dali, não importa que agora o seja.

Isso acontece com nossas vidas também. Inicialmente, o fato de termos crenças é uma condição neutra, nem positiva, nem negativa. Isso pode nos ajudar ou nos atrapalhar no que se trata de conseguirmos os nossos objetivos. Por isso, precisamos mapear nosso sistema de crenças e ver esses elementos colaboram ou não com nossa vida. É importante dizer que todos temos um sistema de crenças, porque isso é algo que não podemos evitar.

Embora existam algumas verdades fundamentais, como, por exemplo, a morte, ou o fato de que precisamos de oxigênio e de água para nos mantermos vivos no planeta Terra, não existe o que chamamos de verdade. Então, tirando essas verdades fundamentais, que normalmente são imposições da natureza, todo o resto, todo o conjunto a que chamamos de verdade, são interpretações da realidade.

O que gera essa variedade de interpretações são as crenças em que nos baseamos para montá-las. Esse sistema de interpretação surge, em um primeiro nível, no âmbito familiar. Quando bebês, nascemos em uma família e estamos imersos em tudo o que os indivíduos desse núcleo fazem e falam. Escutamos e vemos, desde criança, nossa família tendo determinadas interpretações da realidade.

Como o processo de aprendizado de uma criança é feito, principalmente, por imitação, o bebê e a criança absorvem essas crenças sem questioná-las, como sendo não apenas mais uma possibilidade de interpretação da realidade, mas sim como uma verdade fundamental.

Como as crianças aprendem por imitação, não adianta, por exemplo, falarmos para elas que não devemos xingar alguém na rua se fazemos isso enquanto estamos no trânsito. A criança não aprende por ordens diretas.

Então, quando infantes, se vemos nosso pai reclamando o dia inteiro que não tem dinheiro, ao longo do tempo, isso vira uma crença inconsciente, e passamos a associar dinheiro com tristeza, dificuldade e preocupação. Caso cresçamos com nossa mãe falando que ganhar dinheiro é difícil, enquanto vive situações de desespero para pagar contas, por exemplo, isso criará associações mentais que relacionam dinheiro à dificuldade.

Todas essas crenças viram uma programação inconsciente que fica rodando como um programa básico na nossa personalidade. Aqui, estamos falando de dinheiro e de prosperidade, mas existem milhares de crenças em todos os âmbitos da nossa vida.

Quando crescemos, nossas ações são baseadas nessas programações, no que acreditamos que a realidade seja. Assim, situações envolvendo dinheiro ativarão a crença inconsciente, levando-nos a agir e a tomar decisões que podem atrapalhar nossa prosperidade.

Por isso, se acreditamos que dinheiro é uma coisa ruim, se inconscientemente temos, dentro de nós, a ideia de que dinheiro é problema, nosso cérebro tentará fazer de tudo para nos afastar do dinheiro, para nos proteger desse algo “mau”. Isso porque o cérebro físico não consegue distinguir o que é a realidade do que é um pensamento.

Isso é, inclusive, algo muito importante de compreendermos: tudo o que pensamos, para o cérebro físico, é a realidade. Por exemplo, tanto faz alguém nos xingar na rua ou estarmos em nosso quarto lembrando desse fato que aconteceu dias atrás, iremos ficar igualmente nervosos. O cérebro não faz essa distinção.

Se temos uma imagem ou uma situação desafiadora que ficamos rememorando, mesmo que em um nível inconsciente, o cérebro irá disparar nosso sistema de defesa da mesma forma que faria se a ocorrência estivesse acontecendo naquele momento.

Para o cérebro físico, se passamos a infância inteira associando que dinheiro é problema, quando chegamos na fase adulta, ele vai disparar o sistema de defesa para nos proteger do dinheiro que estamos buscando.

Em um segundo nível, temos o local onde nascemos e crescemos como fator determinante das crenças que vamos adquirir. Por exemplo, se nascemos em uma comunidade muito carente, moldamos nossa realidade de acordo com o que vemos ali. Então, podemos acreditar que só somos capazes de ter empregos braçais, ou pensamos que estudar não é importante para nós. Por isso, o desnível de classe social que existe no planeta Terra não é apenas uma questão de dinheiro.

O que mais causa impacto em quem nasce em uma comunidade muito carente é o sistema de crenças que essa pessoa vai ter. Porque ela terá crenças muito limitantes do que pode fazer na vida. É muito difícil alguém que nasce nesse sistema acreditar que vai pilotar um avião, simplesmente porque não vê ninguém na comunidade pilotando aviões.

Isso vai além do dinheiro para fazer um curso e estudar, é uma questão de ter menos escolhas na vida. Assim, a pessoa se reduz a pequenas escolhas que aquela comunidade mostra para ela que são possíveis.

A desigualdade financeira e social é cruel porque tira o direito das pessoas de sonharem e acreditarem que são capazes de tudo. Alguém que nasce em uma família abastada, jamais questiona seu direito de ser piloto de avião. Essa pessoa pode se dar ao direito de sonhar ser o que quiser. E essa questão é fundamental. Então, nossa comunidade molda nosso sistema de crenças, e ele nos impede, ou nos aproxima, da possibilidade de sonhar.

Podemos relacionar isso com o propósito, pois, se sonhamos em ser piloto de avião, mas nascemos em uma comunidade que diz que isso é muito difícil, abandonamos esse sonho. Quando abandonamos nosso sonho e seguimos um sistema de crenças limitado de uma comunidade, trabalhamos apenas para sobreviver, para ter dinheiro para comer e morar, pois é o que acreditamos que seja a nossa realidade.

Obviamente, viver longe do nosso propósito não nos faz feliz. Logo, a desigualdade social não tira somente o acesso a bens e serviços, mas tira também o direito de sonhar, que deveria ser igual para todos.

Atualmente, na Terra, poucas pessoas têm o direito de sonhar de verdade. São raros os indivíduos que podem fazer o que quiserem. O fundamental é entendermos que isso vai além de ter dinheiro ou não, pois é ditado pelo sistema de crenças que adquirimos.

Individualmente, a solução para escapar desse sistema de crenças coletivo é revermos nossas crenças pessoais e, conscientemente, trabalharmos para não mais acreditarmos nelas. Nosso grande trabalho aqui na Terra é desfazer o que foi feito, porque refazer é fácil, agora, desfazer uma programação social e familiar pode demorar uma vida.

O jovem rebelde de que falamos anteriormente é importante aqui, dado que, se a pessoa não tem um nível de rebeldia em relação ao sistema de crenças que lhe foi imposto, ela fica presa igual o elefante em relação ao toquinho.

Sem rebeldia, acreditamos que precisamos viver o que nos foi determinado. Cremos que, se nossos pais passaram por isso, nós também precisamos passar, e que, se eles não tiveram algo, nós também não podemos ter.

É necessário um ato de rebeldia interior para ir contra o que a família e a sociedade dizem, bem como para fazer o que é melhor para nós em termos individuais. Sem isso, não mudamos, ficamos a vida toda andando em círculos, girando em nosso sistema de crenças.

Isso fica claro quando vemos alguém muito humilde conversando com alguém que veio de família abastada. Essa pessoa se sente inferior, se sente menos do que a outra pessoa, porque o sistema de crenças dela a faz acreditar que é menos. Uma vez que ela acredita que é inferior, age de acordo com isso, sendo submissa, não fazendo valer suas vontades. Mas ela está agindo com base nos sistemas de crenças dela, e não considerando a realidade. Sabemos que todo mundo é igual. Independentemente de título, dinheiro ou qualquer outra coisa, não importa, somos todos iguais. Porém, se essa pessoa não tiver rebeldia suficiente para quebrar isso, viverá assim e transmitirá para os seus filhos essa crença, assim como a recebeu dos pais.

Em outro exemplo, podemos pensar em uma criança que nasceu com um dom artístico e que é uma excelente musicista. Ela pode não desenvolver esse talento porque os pais têm crenças limitantes em relação à carreira no segmento das artes. No entanto, de qualquer forma, o potencial latente para a música nessa criança está lá. Já em idade escolar, essa mesma criança revela que não tem um bom desempenho em matemática, apesar dos seus esforços – afinal, tendo dons artísticos, as áreas do cérebro dela responsáveis pelo raciocínio lógico não são tão desenvolvidas. Quando chega em casa com uma nota baixa em matemática, é rotulada de burra pelos pais.

Essa situação se repete, sendo cada vez mais desafiador para ela passar por isso. Em algum momento, ela passa a acreditar que é burra de fato, porque parece ter mais dificuldade em matemática do que as outras crianças e porque os pais confirmam essa tese. Assim, o cérebro dela passa a acreditar que ela não só não é boa em matemática, mas também não é boa em nada. Para se proteger disso, que considera uma verdade dolorosa, a criança desiste de estudar e assume esse papel social.

Dessa forma, aos 13 anos, tem graves problemas de autoestima e abandona a escola. Tudo isso por quê? Porque não compreenderam suas reais capacidades, pois estavam todos olhando-a através de suas próprias crenças limitantes. Pegaram um molde – a saber, a ideia de que todo mundo deveria saber matemática – e tentaram encaixar, nele, alguém com uma inteligência musical desenvolvida. Sem rebeldia, o adulto que essa criança se tornará não irá conseguir quebrar essa crença e virar músico.

Também é comum que jovens adultos, ao terem a primeira experiência profissional montando um negócio, acabem falindo. Se associarem isso à incompetência, baseado em seu sistema de crenças, passarão o resto da vida fugindo de qualquer situação parecida. Mas, na verdade, são os erros que nos dão experiência e nos levam para a frente. Se pegarmos a lista das maiores empresas do mundo, veremos que várias delas faliram algumas vezes, pois tudo na vida tem mais erros que acertos.

Isso também é muito comum em relacionamentos. Muitas pessoas acreditam que vão ficar para sempre com o primeiro namorado dos 15 anos, mas a verdade é que raros relacionamentos iniciados nessa idade duram. Quando o relacionamento termina, ambos os lados estão geralmente machucados, claro, mas também é verdade que encontram nisso uma forma de confirmarem seu sistema de crenças sobre o amor. Assim, seguem acreditando, por exemplo, que o amor é dor, ou que se trata de algo que não é para eles. Passam, então, o resto da vida fugindo do amor, de situações de verdadeira entrega, e nutrem apenas relacionamentos difíceis ou fugazes, porque acreditam que amar dói.

Qual seria, nesse caso, o ato de rebeldia? Afirmar “Mereço amar e ser amado, sou digno do amor, o amor não faz sofrer”. Sim, isso demanda um trabalho de sabedoria interior que requer entendermos que somos um pedaço de Deus e que, portanto, podemos tudo. Ter essa percepção é fundamental, pois, dessa forma, nenhum tipo de programação limitadora pode nos impedir de manifestarmos nossa porção Divina. Embora tenhamos, para chegarmos nesse nível de autopercepção, que nos descascarmos igual o fazemos com uma cebola. Pensando nessa analogia, imaginem que nossa posição Divina está no centro da cebola e, para alcançá-la, precisamos ir tirando camada por camada, removendo todas as programações limitantes que possuímos.

Seria não aceitar uma programação familiar ou social, a qual nos impede de realizar algo positivo, que traria felicidade e prosperidade para nós. Afinal, não precisamos ser iguais aos nossos pais ou ao grupo social do qual partimos, tampouco necessitamos acreditar em uma programação.

Fazemos isso até que só reste o Divino, e Ele pode tudo. Por isso, a cocriação é fácil e difícil ao mesmo tempo. Fácil porque cocriar é a nossa natureza enquanto partes do Criador; e difícil porque precisamos silenciar o ego e deixar o Criador trabalhar.

Então, para chegarmos a um nível de cocriação em que mudamos positivamente nossa realidade, temos que estar alinhados ao nosso Divino, e todas as crenças e os paradigmas limitantes precisam estar resolvidos. Até porque esses elementos negativos impedem que todas as coisas boas que o Criador tem para nós cheguem ao nosso alcance. Por isso, antes de cocriar, há todo um processo de retirar tudo o que nos limita, o que pode demorar anos.

Porém, aos poucos, vamos percebendo tudo aquilo que verdadeiramente pensamos e sentimos, assim como nos desfazemos daquilo que não nos serve. Operamos assim até que reste a ideia de que somos Deus, e, assim, manifestamos a nossa realidade.

Precisa ficar claro que o processo de cocriação não é sobre acreditarmos que um carro vai aparecer na nossa garagem e, no outro dia, ele estar lá. Situações, pessoas, bem como diversos meios e infinitos recursos vão trazer esse carro. E, claro, nossas crenças e nossos paradigmas limitantes precisam ser abandonados, pois, sem isso o “sinal de Wi-Fi” do carro bate em uma barreira, que são justamente esses elementos bloqueadores, e não saímos da situação original.

Além disso, precisamos ter uma vontade firme. Por que quantas vezes queremos algo em um dia e, no outro, já mudamos de ideia? O sinal fica indo e parando, enquanto esbarra, a toda hora, em um paradigma limitante.

No entanto, quando sabemos que somos fagulhas de Deus e que Ele é alegria, amor, abundância, prosperidade, bem como identificamos que Ele quer o melhor para todo mundo, fica mais fácil calar o ego que duvida, a todo instante, de que podemos algo.

Por outro lado, se cremos que Deus castiga, que a natureza pune, que somos julgados o tempo todo, que vamos para o inferno, que algo é pecado, que somos inferiores, que a Terra é um inferno, que a vida é trabalho e sofrimento, estamos sob a influência de crenças limitantes.

Percebam: como podemos acreditar que Deus é amor e, ao mesmo tempo, crer que a Terra é um inferno? Como podemos ter prosperidade se acreditamos que o trabalho é um sacrifício?

Aliás, tudo relacionado a trabalho virou algo negativo, como se trabalhar não pudesse ser prazeroso, ser algo bom. Então, ao mesmo tempo em que as pessoas querem um emprego, elas acreditam que o trabalho é penoso. Por isso essa questão é tão profunda: uma sociedade que quer ser próspera, mas que associou o trabalho à dificuldade, vai obter o quê? Nada, pois não existe prosperidade sem trabalho.

Por isso, muitos, inconscientemente, claro, preferem viver na miséria, na carência, do que trabalhar. Até porque quanto mais bens materiais e recursos temos, mais trabalho teremos para adquirir e administrar tudo isso.

Quem se identifica com essa situação pode começar se perguntando: “Por que não quero ter trabalho? Por que acredito que trabalhar é ruim?”. Alguém que vende bolos, por exemplo, pode ter suas encomendas aumentadas para lucrar mais. Mas quantos sentem um frio na espinha só de pensar em trabalhar dez horas por dia para cumprir uma encomenda grande que irá colaborar na compra do carro desejado? Ou seja, queriam muito o carro, mas, quando o universo manda mais clientes, reclamam do trabalho que precisam desempenhar. Queriam que o carro viesse como? Sem trabalho?

Todo o universo trabalha. Os animais não esperam a comida cair do céu ou seus ninhos ficarem prontos magicamente. Agora, se o trabalho que desempenhamos não nos dá prazer, o problema não é o trabalho, é o propósito. Se não temos propósitos bem definidos e não sabemos o que nos dá prazer na vida, vamos aceitar qualquer coisa, e qualquer coisa não nos satisfaz. Em função disso, pode-se dizer que investigar e desenvolver nosso propósito são etapas anteriores à prosperidade.

Primeiro, entendemos o que nos dá prazer, porque, para termos prosperidade, temos que trabalhar. E só vamos trabalhar de maneira eficiente se amarmos o que fazemos. A base do trabalho é o amor.

Quanto vocês acham que Jesus trabalhou quando esteve na Terra? Ele trabalhou muito para fazer o que fez, andou em tudo que é cidade, falou o dia inteiro para um bando de pessoas. Mas ele fazia tudo com amor e, por isso, o trabalho passava de penoso para prazeroso.

Então, repito, o problema não é o trabalho, o problema é não seguirmos nosso propósito. Se o trabalho não nos energiza, não nos dá prazer, isso não tem nada a ver com o dinheiro.

Como nossas crenças costumam ser muito profundas, precisamos de uma autoanálise constante para chegarmos ao âmago das questões que nos limitam. Um bom modo de identificar nossas crenças é observar como reagimos às situações. Por exemplo, alguém nos conta que morreu o Fulano e que a família está brigando por causa da herança. Caso nosso primeiro pensamento, mesmo que por uma fração de segundo, seja que dinheiro só causa discórdia, essa é uma crença limitante que temos.

Isso deve ser feito todo o tempo. Quanto mais conscientes nos tornamos dos pensamentos que nos guiam, melhor. Como em uma pescaria de festa junina, devemos estar sempre atentos aos nossos pensamentos, pois, de repente, a crença se mostra. Pescamos o peixinho que estava enterrado!

Uma vez identificada a crença limitante, podemos observar como ela moldou, e ainda molda, nossas escolhas e as situações a que nos submetemos, bem como a maneira como dita nossas visões de mundo.

Com base nessas reflexões, decidimos se aquele pensamento que capturamos nos traz algo positivo e que merece ser mantido ou se é algo que nos limita e que queremos descartar para, a partir disso, agirmos diferente. Mas, aviso, não para desanimar: são milhares de crenças para se desapegar. Digo isso por experiência própria, pois passei uns catorze anos da minha vida me desprogramando. Depois, comecei a me programar de uma maneira eficiente dentro do que eu queria para a minha vida.

Nossas programações determinam nossa realidade, esse processo não se dá de maneira mágica ou mística. Se acreditamos que o trabalho é pesado e que o dinheiro é ruim, vamos nos sabotar para evitar esse “mal”. Adiante, seguimos conversando sobre uma lista com as principais crenças limitantes que as pessoas possuem em relação ao dinheiro e à prosperidade, além de trabalharmos em cima de cada uma delas. E, mesmo depois de concluirmos tudo isso, verão que o trabalho ainda não terminou.

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