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Cuidar da vida dos outros

cuidar da vida dos outros

A terceira causa do fracasso é se meter na vida do outro, movimento esse que vem atrelado à inveja. Nesse caso, a morte novamente nos ensina, pois, como nosso tempo aqui é finito, ele torna-se justamente o nosso bem mais precioso, de maneira que não deve ser desperdiçado com mesquinharias.

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Imaginem quanto tempo e energia perdemos cuidando da vida dos outros, seja vendo o que o outro está fazendo, seja julgando suas escolhas ou mesmo palpitando sobre como ele deveria agir. Sempre achamos fácil resolver os problemas alheios, de modo que, para a vida do outro, temos soluções maravilhosas.

Mas, se olharmos a nossa vida, ela está parada, os nossos projetos não andam e os nossos problemas se acumulam. Isso porque não temos energia para gastar conosco se passamos o tempo todo cuidando dos passos alheios e invejando suas conquistas.

Obviamente que esse tempo e essa energia poderiam estar sendo utilizados para nós mesmos. Quando focamos em nós e nos nossos projetos, encontramos meios de estudarmos, trabalharmos e sermos pessoas melhores. Agora, por exemplo, o que pode conquistar um hater da internet? Ele passa o tempo todo brigando e ofendendo. Não seria muito mais produtivo se usasse essa dedicação para criar seu próprio canal no YouTube para expor seu conteúdo?

O mesmo pode ser dito de alguém que está sempre de olho em algum colega da empresa em que trabalha. Em vez de utilizar esse tempo para ser um profissional melhor, usa para jogar areia nos projetos do colega. Essa atitude é como jogar a própria energia no lixo, a qual poderia estar sendo aproveitada para que o sujeito conquistasse o que quer para si. Por isso, repito, devemos focar em nossa própria vida. A vida do outro é do outro.

Sei que muitos se sentem em desvantagem em relação aos outros, com recalque ou inveja, mas, vejam, não importa se parece que alguém tem mais que nós. A verdade é que não sabemos o que o outro fez para merecer o que tem. Muitas vezes, há muito estudo e bastante trabalho envolvidos nessa equação, os quais, na verdade, não percebemos. Mesmo quando acreditamos que o que aquela pessoa tem não é merecido, não importa, certamente há um motivo maior para alguém ter algo e o outro não.

Além disso, invejar o outro não faz com que tenhamos o que o outro tem. Com certeza, essa energia seria empregada de maneira muito melhor se buscássemos, por nós mesmos, o que queremos.

Mas a questão é que o sucesso, e não digo só financeiro, mas também a alegria, a felicidade e a paz, incomodam as pessoas. Se estamos em um transporte público e vemos alguém sorrindo, já pensamos que se trata de um louco ou que aquela pessoa está sob o efeito de drogas. Agora, se todos estão com uma cara deprimida, achamos normal. Essa é a sociedade em que vivemos, a sociedade que acha a tristeza, a infelicidade e a pobreza algo normal, enquanto e a alegria, a paz e o sucesso são motivos para massacrar o outro.

Façam o teste. Vão para o transporte público e fiquem apenas sorrindo, não estou nem falando de gargalhar, e vejam o olhar de desconfiança que irão receber das pessoas. Deveríamos ficar felizes de vermos todo mundo bem, tendo sucesso e estando em paz, isso seria o normal. Mas não, quando alguém começa a fazer sucesso, a se destacar e a brilhar, queremos ofuscar o brilho da pessoa.

Aliás, nivelamos as pessoas por baixo, ou seja, temos que difamar, fazer fofoca, destruir a vida da pessoa, porque, assim, quando ela estiver no mesmo lixo em que estamos, estaremos iguais.

O ego não quer melhorar para alcançar o outro, ele quer que o outro caia para juntar-se a si. O correto seria nos nivelarmos por cima, ou seja, nos inspirarmos nas pessoas que admiramos e nos autoaperfeiçoarmos. Porém, o ego quer puxar o outro para baixo, pois a felicidade, o sucesso e a Luz incomodam. Ou vocês acham que os mentores, quando vão no Umbral, levam consigo um exército? Não, eles vão apenas com sua Luz, porque ela espanta quem está nas trevas.

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