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Dinheiro causa infelicidade

Nesse artigo vamos refletir sobre a crença limitante que o dinheiro causa infelicidade.
Dinheiro causa infelicidade

A segunda crença diz que dinheiro causa infelicidade. Mas, se acreditamos que dinheiro causa infelicidade, então a pobreza causa alegria?

Não sei vocês, mas eu nunca vi alguém alegre porque está devendo ou passando fome, sem opções na vida. Essa crença surgiu porque há a ideia de que santidade e sacrifício são as únicas formas de se entrar no reino dos céus.

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Porém, se acreditamos nisso, então também precisamos acreditar que Deus criou um mundo cheio de beleza e abundância para todo mundo ser miserável e pobre, bem como para passar fome e não ter sequer um agasalho para se proteger do frio.

Porque precisamos ser coerentes com nossas ideias, se pensamos que dinheiro causa infelicidade, então pensamos que a pobreza, por sua vez, causa felicidade, dado que esse elemento é o oposto da riqueza. O mito da pobreza que eleva foi tão difundido que não sabemos mais até onde histórias como a de Buda foram distorcidas e mal interpretadas.

No entanto, para chegarmos ao ponto de realmente abdicarmos do dinheiro, voluntária e conscientemente, precisamos tê-lo antes. Isso porque só saberemos se temos ou não apego ao dinheiro se dispomos dele em algum momento da vida. Em vez disso, muitos usam o discurso de que preferem não ter dinheiro a se apegarem a ele, mas observem que, nesse âmbito, há um raciocínio tortuoso promovido pela mente, pois, sem o dinheiro, nunca vamos saber se somos realmente desapegados e, se não o somos, não teremos como aprender a ser o contrário disso.

Percebam como a visão de que, para entrarmos no reino dos céus, precisamos ser miseráveis vai contra a generosidade e a benevolência de Deus. E como crer em um Deus que exige a miséria para que cheguemos mais perto Dele?

Por isso que a humanidade está do jeito que está, porque acredita que o sofrimento eleva. E essa crença é alimentada por outra, tão disseminada quanto a primeira – a saber, a de que somos pecadores. Se somos pecadores, é óbvia a associação de que temos que sofrer. Mas, se Deus é amor, alegria, abundância e paz, como Ele pode querer ver suas criaturas sofrerem?

E não é culpa Dele que o sistema de crenças da humanidade gire em torno disso. Afinal, criamos e continuamente alimentamos essa ideia de que somos pecadores e de que precisamos pagar pelos erros que cometemos. Para perpetuar esse sofrimento, inventamos as histórias mais malucas, como a narrativa de que traímos Deus e que somos anjos que caíram na Terra, sendo punidos até hoje por isso.

Com essa ideia de que somos traidores, fica mais fácil manipular as pessoas, pois elas se sentem inferiores. Com essa cultura social do devedor, aceitamos a miséria e a carência achando que estamos pagando algo. Esse sistema de crenças é usado desde a Antiguidade para controlar pessoas. Para completar a dominação, disseminaram a ideia de que podemos sofrer alguns anos na Terra, mas que, ao desencarnarmos, vamos para o paraíso eterno. Porém, a verdade é que, se desencarnamos em uma frequência de sofrimento, vamos continuar sofrendo no astral. A morte não é solução para nada, é somente uma continuação dimensional.

Além disso, não percebemos o absurdo que é tentar barganhar com Deus: “Deus, aceito viver 70 anos aqui na Terra sofrendo, mas em troca você me dá a paz eterna.” Conseguem ver que tentamos transformar Deus em um comerciante barato? E conseguem ver que essas crenças são muito mais profundas do que parecem inicialmente?

Minha intenção aqui é “girar o cubo”, ou seja, mostrar outras possibilidades de interpretação, de modo a provocar e incentivar o pensamento crítico. Se algo que mencionei toca vocês, revejam esse ponto com mais atenção. Mas sejam gentis. Não esqueçam que essas crenças estão enraizadas em séculos de tradições no planeta Terra.

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