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Eu vou mudar com o dinheiro

Nesse artigo vamos refletir sobre a crença limitante que eu vou mudar com o dinheiro.
Eu vou mudar com o dinheiro

A crença que discutiremos agora postula que o dinheiro muda as pessoas. Escutamos por aí: “Fulano era uma pessoa humilde, mas, depois que ganhou dinheiro, acha que tem o rei na barriga. Por isso prefiro nem ter dinheiro, porque quero continuar sendo o que sou.”

Porém, na verdade, as pessoas que mudam quando ganham dinheiro já eram assim antes do dinheiro aparecer em suas vidas. O dinheiro é apenas um grande amplificador de quem somos, como uma lupa de aumento.

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Lembrem-se de que dinheiro é escolha. Quanto mais dinheiro temos, mais capacidade de escolhermos possuímos. Com isso, todos os desejos que estavam reprimidos em nós poderão ser realizados.

Isso torna o dinheiro um agente divino, porque nos permite acessar nossas sombras. Por exemplo, alguém pode ter uma sede de poder, mas não expressar isso porque, sem dinheiro, não tinha meios de dominar e escravizar o outro. Tendo dinheiro, por sua vez, essa pessoa passa a ter essa opção. Desse modo, o dinheiro está fazendo um favor em mostrar a ela um desejo que já possuía. Ele está mostrando a esse indivíduo quem ele é.

Então, ninguém muda por causa do dinheiro. Ele simplesmente evidencia o que já estava no interior da pessoa, de forma a mostrar quem ela é. Às vezes, nem ela sabia que era assim, por isso o dinheiro atua como um agente divino.

O dinheiro amplifica o que somos. Se temos um maior impulso em relação a prejudicar as pessoas, é isso que ele irá mostrar; porém, caso tenhamos um impulso em direção a ajudar os outros – principalmente, se já promovíamos esse auxílio antes de termos dinheiro –, essa característica será exponenciada.

Por exemplo, alguém que, mesmo sem dinheiro, era voluntário em um projeto de construção de casas comunitárias, ao ter mais dinheiro, passará a ajudar de forma mais substancial esse projeto e sua comunidade. A ajuda sempre esteve dentro desse sujeito, o dinheiro só lhe ofereceu mais possibilidades. Agora, fugir do dinheiro por medo dele nos mudar é ter medo de vermos quem realmente somos.

E, assim, muitos preferem não ter dinheiro a se conhecerem integralmente. Tendo essa crença, gastamos o dinheiro o mais rápido possível, fazemos dívidas… Qualquer coisa para não o ter e para não precisarmos olhar as nossas próprias sombras.

Mas quantas vidas vamos demorar para encararmos nossas sombras? Porque, na verdade, esse é um processo inevitável. A sombra faz parte de nós, está no nosso campo magnético, na nossa frequência. Vamos carregar nossas sombras pela eternidade, mas, quanto antes olharmos para elas e admitirmos sua existência, mais cedo poderemos entendê-las e administrá-las.

Quando esse processo se torna consciente, dizemos: “Espera um pouco, estou começando a manifestar minha sombra de querer dominar as pessoas, vou parar e voltar atrás.” Não vamos eliminar a sombra; vamos aprender a viver com ela. A mesma coisa se dá em relação aos nossos medos e às nossas dores, uma vez que não eliminamos esses elementos, simplesmente aprendemos a viver apesar deles.

Alguém que possui uma sombra com característica de dominância sentirá esse lado reaparecer em algumas circunstâncias. Isso pode acontecer, por exemplo, quando essa pessoa ganha muito dinheiro, possui um cargo de poder, tem influência ou fama.

Mas, compreendendo que esse é um traço dominante nela, quando isso começar a se manifestar, ela poderá escolher agir com sabedoria. Isso significa vivermos menos no automático, no inconsciente, sem saber por que tomamos algumas atitudes ou temos alguns impulsos.

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