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Fofocas

Fofocas

Vimos, anteriormente, que a fofoca é consequência da crítica, então, vamos nos aprofundar em como ela nos afasta da prosperidade. Começo alertando que, quando fofocamos com alguém, esse alguém também fala de nós para outras pessoas. Então, para os fofoqueiros de plantão, garantam estar sempre na roda da conversa, porque, no dia em que não estiverem, a fofoca será sobre vocês.

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Alerta feito, digo que, no meu ponto de vista, as pessoas fofocam por falta do que falar. Isso porque grande parte das pessoas tem um repertório pessoal muito baixo, um nível de conhecimento bem limitado e concentração de interesse em poucos assuntos. Então, quando se juntam, esses indivíduos não têm o que falar e acabam falando do outro. Vejam, não quero ofender ninguém, mas é sabido que grande parte da população não se interessa por assuntos mais profundos, basta olharmos as constantes quedas nas vendas de livros.

Energeticamente, a fofoca é uma grande perda de energia, que, com toda certeza, poderia ser gasta de modo mais produtivo. Isso não significa que devemos ser constantemente sérios. Na verdade, podemos substituir a fofoca por brincadeiras leves, piadas divertidas ou qualquer coisa que melhore a frequência vibracional de todos. Além, claro, da possibilidade de conversarmos sobre assuntos mais profundos.

Quando nos damos o direito de falar dos outros, estamos nos colocando em uma posição de superioridade, como se soubéssemos a solução dos problemas da vida de todo mundo. Na verdade, estamos fofocando apenas para reafirmar o nosso ego, pois ele se sente melhor quando acredita que poderia resolver a vida alheia, embora não pense o mesmo dos próprios problemas.

Afinal, pensando racionalmente, por que nos interessa o que o outro está fazendo? A verdade é que, quando olhamos a vida alheia, estamos evitando olhar para a nossa. Esse comportamento existe em todos os lugares, nas casas, nas empresas e nas redes sociais. É como uma grande quinta série, em que nos juntamos em “panelinhas” para falar mal do outro.

Como disse, essa energia poderia ser gasta para melhorarmos nossos próprios processos, para sermos mais felizes e para ajudarmos o próximo. Afinal, se aqui na Terra estamos todos aprendendo, não faz sentido julgarmos o que o outro está fazendo.

Se sabemos o que é o melhor, o que é certo e errado, devemos aplicar isso em nossa vida, em vez de querer brincar de ser Deus. Muitos encaram a fofoca como um ato de justiça, mas a justiça real é a justiça Divina. Ninguém pode evitar a lei universal que diz que cada um colhe o que planta. Agora, quem somos nós para dizer o que o outro deve plantar ou deve colher? Se mal conseguimos cuidar da nossa vida, de maneira que é um esforço manter a vibração alta, tocar os projetos e se autoaperfeiçoar, como vamos ousar nos sentirmos superiores? Novamente, tudo isso acontece por falta de assunto.

Esse baixo nível de profundidade em nossas ideias, nossas percepções e nossos conceitos torna os assuntos sempre superficiais e, em algum momento, só sobra a vida do outro para comentar. Ou estou exagerando e são comuns conversas sobre a vida, sobre a existência ou sobre alguma área do conhecimento em almoços de família? Acredito que não. Com frequência, essas reuniões vêm recheadas de críticas, o que torna a convivência familiar um sacrifício. Quer dizer, tudo bem não conversar sobre filosofia durante o almoço, mas manter um clima leve e falar de coisas agradáveis não deveria ser a exceção, certo?

Quando falamos das empresas, é ainda pior. As pessoas trabalham todos os dias juntas, às vezes por anos seguidos, de modo que o assunto vai acabando com o passar do tempo e, como o ser humano odeia o silêncio, é mais prático falar de algum colega. Mas falar de alguém é muito leviano, afinal, não sabemos sobre a criação do outro, não conhecemos suas crenças, tampouco seus sonhos ou mesmo pelo que aquela pessoa está passando. Ademais, sabemos ainda menos sobre nós, porque nunca sobra tempo para chegarmos à profundidade de nós mesmos.

Aprofundando mais essa questão, vamos olhar a fofoca do ponto de vista espiritual. Muito se fala sobre os obsessores, mas o que poucos comentam ou percebem é que nós podemos ser obsessores uns dos outros. Porque o processo de obsessão ocorre quando mandamos uma frequência de energia negativa para alguém. Ora, quando falamos mal de alguém, fazemos exatamente isso através da nossa fala, quer estejamos conscientes disso ou não. Então, antes de ficarmos preocupados com os obsessores que nos atacam, principalmente os seres de quarta dimensão, devemos nos preocupar se nós não somos um obsessor para alguém.

Por isso, sempre alerto sobre a intenção de mandarmos os obsessores para bem longe, porque alguém pode desejar isso para nós também. Além disso, se estamos sofrendo um processo de obsessão, é porque estamos na mesma frequência dos obsessores. Então, não adianta receber Reiki ou passe em centro espírita e falar mal de todo mundo, pois estamos nos colocando na mesma frequência do obsessor novamente.

Nossa palavra é sagrada, portanto, quando a usamos para mandar energia negativa para o mundo, estamos plantando o que certamente vamos colher.

Vejam, nós podemos ser os temidos vampiros de energia de que tanto se fala no meio espiritual, porque estaremos roubando a energia do outro através da fofoca. Percebam a gravidade de algo considerado banal como a fofoca.

Apesar de bastante óbvio, sempre me perguntam como não ser mais obsediado. É aumentando a frequência vibracional, o que, claro, passa por sair dessa faixa de fofoca, rancor, julgamento e rejeição. É preciso mudar, pois não existe a tão sonhada pílula mágica.

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