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Ser grato

Ser grato é admitir que já temos tudo o que precisamos. Nesse artigo vamos refletir sobre a importância de ser grato.
ser grato

Ser grato é uma prática necessária para a Atenção Plena. Já falamos em outro artigo sobre a gratidão, mas vamos retomar esse importante tópico agora de uma maneira ainda mais aprofundada.

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Ser grato é admitir que já temos tudo

Em um primeiro momento, ser grato é admitir que já temos tudo o que precisamos. Em um nível mais básico, temos a gratidão por nosso corpo, afinal, esse corpo enxerga, escuta, sente e se relaciona com a vida.

Esse corpo é uma obra suprema de engenharia genética, possui um valor inestimável e nos é dado de graça, não pagamos nada por ele. Nosso cérebro é fruto de uma altíssima engenharia computacional, armazena nossos sentimentos e nossos pensamentos, e também não pagamos nada por ele.

O oxigênio que respiramos 24 horas por dia, por todos os dias de nossa vida terrena, e que alimenta nossas células, também nos é dado de graça. Poderíamos, ainda, falar sobre a água, sobre os alimentos e sobre a natureza que nos cerca.

Tudo o que o Criador nos oferece é de graça, Ele não cobra absolutamente nada por todas as maravilhas que disponibiliza para nós. Mas, se o Criador pensasse igual aos seres humanos, tudo seria cobrado.

“Você quer ver o pôr do sol? É R$1.000,00 à vista.” Na verdade, antes mesmo disso, precisaríamos trabalhar milhões de anos do outro lado, acumular dinheiro e só então comprar um corpo para poder reencarnar.

Mas tudo isso é dado de graça. E Ele não teria obrigação nenhuma de criar tudo o que precisamos para viver, pois não necessita de nós para absolutamente nada. Tudo o que Ele fez e faz é por amor.

O pôr do sol é por Ele dado a todos como um ato de amor, assim como a chuva, o vento, o nosso corpo e tudo o que vivemos. Amor é a única explicação que existe para Ele ter criado tudo, pois não ganha nada em troca, uma vez que Ele já é tudo.

Gratidão tem que ser sentida

O Criador não tem essa visão de comércio que o ser humano tem. Então, esse é o primeiro ponto da gratidão. Só que a gratidão não deve ser da boca para fora, não é apenas ficarmos repetindo: “Obrigado, Deus!”.

Muitas vezes, estamos agradecendo a Deus ou mesmo rezando, mas ansiosos pelo momento de acabar e poder fazer outra coisa. Isso é falar da boca para fora, e o Criador não busca apenas uma repetição de palavras em nós.

Então, a gratidão não é necessariamente falada, mas sentida, podemos senti-la no corpo. Podemos sentir a gratidão por nossos familiares, por poder abraçá-los enquanto estamos aqui na terceira dimensão, até porque chegará o momento em que todos nós vamos embora.

Assim, a questão é termos aproveitado tudo o que nos foi oferecido pelo Criador. Afinal, qual será o nosso último pensamento em relação a tudo que vivemos aqui quando chegar nossa hora de partir?

Se pudesse viver novamente

Isso me lembra o poema de Don Herold atribuído à Borges: “Se eu pudesse novamente viver a minha vida, na próxima trataria de cometer mais erros (…)”. Então, a gratidão real ao Divino é aproveitar cada segundo do que Ele está nos possibilitando.

Gratidão é apreciar o sabor dos alimentos, o vento no rosto em um dia quente, a presença dos amigos, o tempo em família. Gratidão é entender que todo momento é único, e que nenhum deles irá se repetir. Mesmo os momentos banais, são mágicos.

Gratidão é se encantar pela obra do Criador, e não viver como se tudo fosse sem graça. Não é se fechar na própria mente, ficar no passado ou no futuro, deixando de viver o agora, porque isso é ingratidão.

Ser grato é viver o momento presente

Ser grato é viver o momento presente. Aceitar tudo o que o agora nos é trazido, sem julgamentos. A gratidão não é resumir em palavras um mundo ideal, mas dar valor ao que temos agora, como, por exemplo, exaltar as nossas pernas, que nos levam aonde queremos ir.

Mas só nos lembramos de sermos gratos quando perdemos algo. Estamos tão preocupados em comprar um carro com banco de couro que esquecemos o valor de poder ver, de poder tocar, de sentir o sabor dos alimentos.

O homem mais rico do mundo daria toda a sua fortuna para poder enxergar, caso perdesse sua visão. E nós enxergamos de graça todos os dias, mas em raros momentos pensamos: “Meu Deus, eu enxergo… Que maravilha!”. Isso é gratidão.

Copyright do texto © 2022 Tibério Z Dados internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste artigo pode ser reproduzida ou usada de qualquer forma ou por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, inclusive fotocópias, gravações ou sistema de armazenamento em banco de dados, sem permissão por escrito, exceto nos casos de trechos curtos citados em resenhas críticas ou artigos de revistas. (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) DA-2022-022903

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