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Lei da Vibração – Hermetismo

Nesse artigo sobre vamos refletir sobre a lei da vibração que afirma que tudo é frequência vibracional.
lei da vibração

A lei da vibração é uma teoria antiga que afirma que toda realidade é composta por frequências vibracionais.

Essa teoria foi descoberta há 4 mil anos, muito antes de Cristo, e já era conhecida por alguns dos mais importantes filósofos e sábios da antiguidade.

A lei da vibração é baseada na ideia de que tudo no universo está interconectado e que tudo está constantemente emitindo ondas vibracionais.

Essas ondas vibracionais são responsáveis por criar toda a realidade que vemos à nossa volta. De acordo com essa teoria, todos os seres vivos, objetos inanimados e até mesmo os pensamentos emitem ondas vibracionais.

“Nada está parado, tudo se move, tudo vibra.”

Hermes Trismegisto

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O movimento dos átomos e a lei da vibração

Tudo é feito de átomos, por isso podemos dizer que tudo está vibrando, já que todo átomo vibra sem parar. Portanto, absolutamente tudo o que existe nessa e em outras dimensões é vibração atômica.

Começaremos falando sobre a vibração do mundo físico que nos cerca, incluindo os objetos que utilizam a vibração em seu funcionamento.

Depois, abordaremos a vibração do nosso ser, bem como a importância da frequência vibracional e como ela influencia todo o planeta.

O hermetismo foi criado há aproximadamente há três mil anos. Obviamente, naquela época, não existia a tecnologia que usa a vibração como temos hoje.

O que se conhecia como vibração era principalmente os instrumentos musicais, como as cordas de um violão ou mesmo o som de um sino.

Mesmo sem possuir qualquer conhecimento tecnológico sobre a vibração, eles perceberam a importância desse conceito. Um exemplo de como a vibração é considerada relevante muito antes das descobertas da ciência e do avanço tecnológico é o amplo uso dos mantras e das palavras sagradas, que são vibrações.

lei da vibração na atualidade

Hoje em dia, quase toda sociedade utiliza a vibração amplamente. Acredito que o maior exemplo disso é o telefone celular.

O celular é um aparelho que emite e recebe frequência vibracional o tempo todo. A televisão também é outro exemplo do uso da vibração na sociedade moderna.

Ainda podemos citar os equipamentos médicos que funcionam a laser e que possuem uma extensa gama de tipos e de usos, como os de remoção de tatuagem e os designados para cirurgias, especialmente no caso de remoção de pedras renais.

Todos esses usos são possíveis porque tudo é frequência vibracional e, quando estamos na mesma frequência, ressoamos e podemos interferir naquilo que queremos.

Por exemplo, para remover uma tatuagem, usamos determinada frequência porque é ela a necessária para quebrar aquele pigmento específico.

Para remover uma pedra no rim, precisamos de uma frequência particular porque ela é a que ressoa com a pedra, ou seja, é a única capaz de interferir nela a ponto de quebrá-la.

Uma vez que entendemos isso, podemos acrescentar a esse conceito que frequência é energia e transporta informação.

Por exemplo, quando ligamos para alguém no Japão e falamos “Alô!” no celular, esse “Alô!” vira um código binário que, ao ir para o microchip, é traduzido em uma frequência específica, bem como é emitido pelo ar até alcançar uma antena e quantas mais forem necessário até chegar no aparelho receptor.

O aparelho receptor recebe a frequência, encaminha-a para o microchip, transcodifica-a e, por fim, transforma-a novamente em um “Alô!”.

Tudo isso ocorre na velocidade da luz, praticamente de modo instantâneo, com poucos segundos de diferença a depender da distância.

O avanço tecnológico e as dimensões

Essa tecnologia do celular é considerada primitiva para civilizações extraterrestres avançadas. Só por isso já podemos imaginar o nível tecnológico que elas possuem…

Embora ainda limitado, nosso conhecimento sobre frequência já causou uma revolução no mundo, afinal, todos os aparelhos hoje são baseados nesses processos.

E isso porque só estudamos frequência há 90 anos. Quando aprofundarmos nosso conhecimento, com certeza entenderemos o primeiro conceito do hermetismo, o de que tudo é mente.

Por consequência, compreenderemos o segundo conceito, a saber, o de que o que está em cima está embaixo.

A partir disso, começaremos a ter acesso a outras dimensões, afinal, o que muda de uma dimensão para outra é apenas a frequência vibracional.

Por enquanto, ainda estamos aprendendo a utilizar as frequências mais básicas, essas que nossos aparelhos conseguem captar.

Lembrando que os nossos aparelhos captam somente uma fatia de todo o espectro possível dentro daquela frequência.

As frequências que estão fora desse parâmetro que os aparelhos captam, a física diz que não existem ou que são incompreensíveis.

Deus está em todos os lugares

O que não há dúvidas é que hoje existem bilhões de celulares no planeta Terra. Mas onde estão todas essas frequências? Elas estão no ar, ocupando o mesmo tempo-espaço.

Repito, não é que uma frequência está aqui e a outra está lá, elas estão todas no mesmo tempo-espaço.

Isso reafirma a ideia de que Deus é tudo e que está em todos os lugares. Além disso, esse fato quebra a ideia de que cada dimensão está em um tempo-espaço diferente.

Neste exato momento, existem infinitas outras dimensões simultâneas à nossa, todas traduzidas em frequências vibracionais distintas.

Os sentidos físicos e a lei da vibração

É possível ligar a televisão e ver uma imagem porque existe um processador dentro dela que capta aquela frequência, transforma-a em pixel na tela e cria a imagem.

Entretanto, no fim, só existe a frequência. Nosso cérebro cria as imagens que vemos por meio de um processo similar.

Ele capta as frequências através dos nossos sentidos, pois os sons, os sabores, a visão, todos se resumem a frequências.

Essas frequências vibracionais percorrem nosso sistema nervoso até o cérebro, onde são processadas e transformadas em imagens.

Com o som ocorre o mesmo. As frequências são transformadas em impulsos elétricos que o cérebro traduz como som.

Ao fim de tudo, o que existe é um mar de frequências que nosso cérebro físico traduz constantemente em como vemos e sentimos o mundo a nossa volta.

Porém, nossos sentidos captam apenas faixas limitadas de frequência, o que significa que percebemos uma parte muito pequena de toda a realidade dessa dimensão.

Um exemplo simples disso são os animais, que sabem enxergar melhor que nós, como a águia, ou escutar muito melhor, como o cachorro.

Isso ocorre porque o corpo físico deles está preparado para captar uma amplitude maior dessas frequências.

Se paramos para pensar que o cachorro conhece mais da realidade que nós no aspecto audição, podemos quebrar aquela ideia de que os humanos são os detentores da verdade.

Sabemos uma parte pequena da verdade, porque observamos a realidade pelos nossos sentidos e eles captam uma faixa ínfima dela.

Como vimos, muitas vezes nossos sentidos não se equiparam aos dos animais, então, o que nos diferencia um pouco deles é que possuímos uma frequência vibracional mental maior.

Isso significa que temos a capacidade de pensar mais desenvolvida do que a deles. Mas o que são os pensamentos? Frequências vibracionais.

Retornamos ao primeiro princípio “Tudo é mente”. Se tudo é mente e todo pensamento é frequência vibracional, logo, tudo é frequência vibracional.

Entendendo melhor as frequências vibracionais

Absolutamente tudo o que existe está vibrando e é frequência vibracional. E cada frequência tem um código. Por isso que podemos quebrar a pedra no rim com uma frequência específica de um laser.

A frequência X quebra essa pedra; a frequência Y remove tatuagem; a frequência Z transmite sinal pelo celular; e assim por diante.

Vamos pensar, agora, numa das frequências mais antigas e conhecidas, que é a do rádio. Como nosso cérebro, o rádio é um receptor de frequências.

Se queremos ouvir música clássica, temos que sintonizar na 101.2, mas, se queremos ouvir rock, temos que girar o dial até 105.7.

Mas onde estão essas frequências? Onde estão essas músicas? Onde estão essas rádios? Estão em um mar de frequências.

Se pudéssemos vê-las, seria mais ou menos como no filme Matrix, quando Neo consegue ver a matrix e sua infinitude de códigos.

Na verdade, tudo é um receptor de frequências. Cada animal que existe no planeta é um receptor de frequências.

Um é diferente do outro, pois cada um recebe espectros diferentes das frequências que compõem a realidade. Esse é o sonho do Criador.

Assim, cada um vai percebendo diferentes aspectos da natureza. Por isso é muito complicado o ser humano falar sobre a verdade e julgar que a conhece completamente.

Na realidade, falamos sobre o que acreditamos ser a verdade baseando-nos, para tanto, somente em nossos cinco sentidos.

Nosso corpo físico é como um aparelho receptor de uma faixa limitada de frequências vibracionais da terceira dimensão.

Só que, nesse mesmo tempo-espaço, existe o corpo astral, que também está recebendo frequências da quarta dimensão, transcodificando-as e deixando-as legíveis para a consciência.

Esse processo de transcodificação é fundamental porque, se víssemos uma parede sem a “tradução” do cérebro, ela seria encarada diretamente como frequência, algo muito abstrato para nós. Então, o cérebro dá ordem a tudo.

Se colocarmos um celular em um aparelho que mede frequências, veremos as ondas que ele emite.

Não vai aparecer “Alô, tudo bem?” ou a foto que postamos no Instagram, mas sim um mar de frequência, que é ao que tudo se resume no fim. O universo é transcodificação de frequência em cima de transcodificação.

A plasmagem e a lei da vibração

Então, tudo vibra e é frequência. E toda frequência é energia que carrega uma informação.

Esse é o primeiro nível de entendimento que eu gostaria que vocês tivessem. Agora, vamos falar especificamente sobre a nossa frequência.

No plano astral existe algo chamado plasmagem. A plasmagem é a capacidade que os seres possuem de terem a forma que quiserem.

Por isso que muitas pessoas, quando sonham com parentes desencarnados, relatam terem visto eles com uma aparência mais jovem.

Isso ocorre porque a pessoa, através da mente, consegue influenciar a frequência do corpo astral e alterar sua aparência.

Como em uma rádio, ela vai girando o dial até estar na frequência corporal que quer. Lembrem, tudo é mente, então, por meio da intenção mental, isso é possível.

Também é por esse mecanismo que muitos seres negativos assustam ou enganam as pessoas.

Como a maioria de nós desconhece a projeção astral, a estratégia desses seres é fingir ser um mentor ou um parente desencarnado e abraçar a pessoa, pois, assim, eles roubam o chi, a energia vital dela. Isso é muito comum no astral.

Essas entidades consideram muito fácil nos enganar, porém, quem vive no astral não cai tão fácil nessa armadilha. Por quê? Esse é o ponto principal ao qual quero chegar.

Somos frequência vibracional

No astral, conseguimos ver as frequências vibracionais das pessoas. Nesse contexto, batemos o olho em um ser e, através de um processo que só o corpo astral tem – isto é, um processo do qual o corpo físico não dispõe –, conseguimos ler a frequência vibracional da pessoa.

Dessa forma, sabemos quem a pessoa é através da frequência vibracional dela, não há como dissimular isso.

Já para nós, encarnados, isso não é tão óbvio, porque nosso cérebro físico acredita na forma que está vendo.

Mesmo em projeção astral, continuamos com a influência do cérebro físico por um bom tempo, até que aprendemos a olhar com os “olhos da quarta dimensão”.

Quem já está há um tempo no astral e desvinculado do cérebro físico, bate o olho em um ser e não importa a forma que ele esteja, sabe quem ele é e quais são suas intenções.

É praticamente possível ler toda sua história somente observando-o. Isso é possível porque está tudo na frequência vibracional desse ser, e essa frequência vibracional é como um código único.

Cada ser que existe possui um código de frequência vibracional; nós, em última instância, somos um código vibracional único emitido pelo Divino.

Esse código, vida após vida, e em todas as dimensões, vai sendo agregado de frequências vibracionais. Tudo o que nós pensamos, fazemos e vivemos vai sendo agregado nesse código vibracional.

Talvez vocês se questionem como tanta informação pode caber em um espaço tão pequeno.

Cabe retomarmos, aqui, a figura do buraco negro, que é algo minúsculo e que, ainda assim, engole galáxias. Tamanho, para o universo, não importa.

Como podemos ter infinitas frequências no mesmo tempo-espaço, elas vão se acumulando em nós.

As terapias holísticas e a lei da vibração

Muitas terapias holísticas, como a terapia de vidas passadas ou barras de access, trabalham desprogramando frequências que não são mais interessantes para nós.

Por isso é muito importante que terapeutas holísticos tenham o conceito de frequência muito claro. A terapia holística se propõe a ir além do que a medicina se permite trabalhar no momento.

O terapeuta é um grande programador e desprogramador de frequências vibracionais.

Quando um ser coloca um implante em alguém, na verdade ele está colocando um emissor de frequência vibracional, seja ele positivo ou negativo.

Quando as rotações dos chakras não estão ideais para captar o fluxo de frequência vibracional correto, começamos a ter um desalinhamento do corpo físico como consequência disso.

Claro, quando falamos para leigos no assunto, falamos sobre energia, essa é a primeira linguagem para a pessoa compreender.

Porém, quando nos propomos a ir mais fundo nesses conceitos, sabemos que não é a energia que está entrando ou saindo, e sim um código, uma frequência vibracional, uma onda.

E cada um dos chakras está o tempo todo captando e mandando ondas, ou seja, informações.

Nosso corpo físico foi projetado para funcionar com saúde em uma determinada frequência.

No entanto, se, de repente, ele está recebendo influência de uma onda que o faz sair dessa frequência, isso desalinha todas as células do corpo físico, o que causa, em algum momento, aquilo que conhecemos por doença.

Isso ocorre com a radiação, por exemplo: quando expomos nosso corpo a essas frequências, alteramos nosso DNA celular e causamos graves disfunções.

Estamos indo além desse conceito de energia que usamos quando ainda não compreendemos nada disso, porque, no fundo, estamos sempre falando de códigos e frequências.

Como ajudar o planeta Terra?

Quando estamos tristes, modificamos toda a nossa frequência vibracional. Hipoteticamente falando, poderíamos dizer que, quando estamos tristes, nossa frequência cai para dez.

Se estamos na frequência dez, emitimos dez e recebemos dez. Por isso que tristeza atrai tristeza e, desse modo, por onde andamos, espalhamos essa frequência de tristeza para os outros e para o ambiente.

Aliás, às vezes, percebemos que alguém não está bem, mesmo sem termos falado qualquer coisa com a pessoa, porque sentimos a frequência que ela está emitindo.

Por essa “permeabilidade” energética, acredito que o foco de nossa existência deveria ser vibrar alto. Uma vez perguntei para um mentor: “O que posso fazer para ajudar o planeta Terra?”.

Ele me respondeu: “Apenas vibre alto.” Isso porque, se estamos na frequência da tristeza, nós recebemos tristeza, mas, se estamos na frequência da paz, nós recebemos paz, afinal, conectamo-nos com aquilo que ressoamos.

Lembrem-se de que temos infinitas frequências disponíveis, de modo que o que fará com que nos conectemos com uma e não com outra é a nossa própria frequência.

Então, se vibramos tristeza, não podemos esperar ter alegria na vida. Se vibramos carência, o que vamos atrair? Carência.

Como talvez já tenham pensado, isso facilmente vira um ciclo vicioso. A pessoa fica triste, atrai mais tristeza e, então, continua triste.

Muitas vezes, será necessária ajuda externa para quebrar esse padrão. Essa é a função dos terapeutas, ser esse alguém que quebra ciclos desfavoráveis.

Auto responsabilidade vibracional

O terapeuta usa técnicas que aumentam a frequência vibracional da pessoa e, então, ela usa esse impulso extra como um trampolim para sair da energia à qual se prendeu.

Porém, é comum que as pessoas acabem se viciando nesse aporte extra de energia que recebem e fiquem dependentes do terapeuta para estarem bem.

O ideal seria aproveitarem esse aumento na frequência para expandirem seus conhecimentos, melhorarem hábitos, renovarem pensamentos e resolverem sentimentos desgastantes.

Porém, quando esse processo de precisar da energia do outro se alonga, é porque a pessoa não é capaz de manter sozinha a frequência vibracional alta.

Estamos todos aprendendo, mas que fique claro que essa é uma questão de autorresponsabilidade.

Em todos os lugares aos quais vamos, inclusive quando estamos parados dentro de casa, nossa frequência é continuamente emitida para o planeta e está contribuindo para a frequência dele.

Falamos bastante sobre karma e o resultado de nossas ações, mas pouco falamos sobre como isso não é um processo somente individual.

Em parte, isso é omitido porque mal conseguimos lidar com a ideia de sermos responsáveis por nossas ações, imagina se começarmos a pensar em como nossa frequência impacta a coletividade.

No astral, podemos ver como doamos e recebemos energia constantemente.

Uma vez vi uma pessoa que estava com uma frequência boa chegar perto de outra que estava com uma frequência baixa e acontecer uma troca.

A pessoa que estava com a frequência baixa puxou a energia da que estava com a frequência boa e as duas se equilibraram.

Esse processo ocorre de forma automática, não temos controle sobre ele, nem quem recebe, nem que doa.

Por isso que nossa maior contribuição é estarmos com a frequência alta e naturalmente oferecermos isso ao planeta. Desse modo, mesmo de casa, quem estiver precisando vai pegar essa frequência para si.

Cabe mantermos em mente que a frequência carrega informação. O que estamos vibrando é, na verdade, o que estamos mandando de informação para o planeta Terra. Vejam a importância disso.

Mas por que o planeta Terra vibra tão baixo?

Não é por acaso que nosso planeta e as pessoas vibram tão baixo, uma vez que há um interesse em manter esse contexto desse modo.

Quando nossa frequência vibracional está baixa, encostos e obsessores têm fácil acesso a nós, porque, desse modo, estamos ressoando com a frequência deles.

Os encostos e obsessores vibram em frequências baixas porque nutrem uma série de sentimentos densos, tais como a raiva, o ódio, a mágoa, a violência etc.

Para eles, ter acesso a nós é muito interessante porque somos uma fonte rica de energia. Mas repito: eles só conseguem nos acessar e roubar nossa energia se estamos na mesma frequência que eles.

Se estamos em uma frequência mais alta, eles fazem o máximo possível para rebaixarmos nossa frequência.

Esse é o mesmo processo que nós podemos observar na vida. As pessoas não querem acompanhar quem está em cima, elas querem que caiam para o degrau delas.

No geral, esses indivíduos se ressentem de pessoas felizes, produtivas e que crescem continuamente. Eles não querem se dar ao trabalho, mas tampouco querem que outros cheguem lá.

Com os obsessores ocorre o mesmo. Eles criaram na humanidade essa ideia de planeta inferno, essa aura de medo, de escassez, violência e competição.

É só ligarmos a televisão no jornal que veremos que tipo de energia está sendo propagada diariamente para as pessoas e em massa. Esse fluxo de energias densas mantém a humanidade em um nível de frequência baixa e, assim, viramos as galinhas dos ovos de ouro deles.

Todos os dias, bilhões de pessoas vibrando baixo entregam toda sua energia para os experimentos dos “negativos”.

Essa energia é útil porque eles precisam de uma energia mais densa, essa da terceira dimensão, para poder criar equipamentos e tecnologias que nos influenciem, dado que, com a energia da quarta dimensão, não é possível influenciar a terceira.

Então, toda a desgraça que vemos no planeta é um grande plano para manter a frequência vibracional da humanidade baixa. Portanto, o único modo de nos livrarmos dos encostos e obsessores é aumentando nossa frequência vibracional.

Vibrando paz, alegria, amor, gratidão e conhecimento, eles não têm acesso a nós. Podem fazer dez magias que nenhuma chegará, não tem como.

Crianças ou adultos espirituais?

Mas em vez de trabalharem a si próprias nos mais diversos aspectos para que a energia se eleve, as pessoas caem em misticismos de todo tipo, como tampar o umbigo para se proteger.

Tudo é mental! Se os nossos pensamentos e sentimentos são o dia inteiro de frequências baixas, estaremos em uma frequência baixa e ponto.

Por isso que a Atenção Plena é um dos instrumentos mais importantes que existe. Ela ensina as pessoas a olharem os próprios pensamentos e, quando olhamos verdadeiramente o que se passa conosco, ficamos assustados com o quão negativo somos, em termos de pensamento, em um dia inteiro.

Ainda assim, ninguém nos ensina que devemos fazer essa auto-observação, tampouco sua importância. Essa enxurrada de pensamentos negativos e limitantes, além de travarem a vida, contribuem para baixar a frequência do planeta Terra. Vejam o nível de responsabilidade que temos…

Claro, os mentores não cobram isso de nós porque ainda estamos em um estágio infantil espiritualmente falando. Porém, nós, estudantes de energia, frequência, espiritualidade e terapias holísticas, temos a obrigação de mantermos a frequência alta.

A cura pela vibração

As terapias holísticas são ferramentas que podemos usar para elevar a nossa frequência e a de outras pessoas, caso essa seja a nossa profissão. Cromoterapia, Reiki, aromaterapia, acupuntura – todas as terapias são frequência e mexem com ela.

Então, pensem em si mesmos e nos seus clientes como frequências. Mobilize esse olhar de quem sabe elevar frequências energéticas.

Quem trabalha com aromaterapia, por exemplo, quando indica um aroma está, na verdade, pontuando uma frequência vibracional que vai ressoar positivamente naquele cliente.

E não estou falando somente do corpo energético, mas do corpo físico também. O corpo é feito de células e as células são formadas por átomos, ou seja, o corpo é feito de átomos.

Esses átomos vibram constantemente e, como disse, há uma vibração ideal para eles terem saúde. Todo processo de doença se origina da vibração alterada dos átomos.

Se ligamos um aparelho com voltagem 110v em uma tomada 220v, ele explode. Por sua vez, se ligamos um aparelho 220v em uma tomada 110v, ele não funciona direito. Isso porque existe uma faixa de frequência ideal para esses átomos funcionarem.

Com o corpo, ocorre o mesmo. Vários fatores afetam nossa frequência corporal, como os químicos, o cigarro, a bebida, a poluição, os pensamentos, os sentimentos, o estresse etc. Tudo isso vai desorganizando a frequência atômica.

As tecnologias extraterrestres de cura também funcionam através de frequência, como, por exemplo, as câmaras arturianas e as câmaras de cromoterapia.

Na cromoterapia, eles emitem frequências muito específicas de luz; não é uma lanterninha como a que nós usamos, pois eles sabem exatamente a frequência que vibra cada doença e cada célula. E tudo bem, não somos ETs, não temos a tecnologia deles, mas temos as nossas.

Temos tudo o que a natureza nos oferece, podemos usar ervas, cristais e outros elementos. Os próprios elementais são frequências da natureza. Todas essas frequências que vêm da natureza podem ser usadas para cura.

A cura pela vibração e o nosso papel

Curar é um ato divino. Curamos de muitas maneiras – podemos, inclusive, curar por meio das palavras, pois a palavra também é uma frequência.

Portanto, existem milhares de formas de contribuirmos com a cura do mundo. E repito: vibrar alto é o que de melhor podemos fazer pela humanidade e pelo planeta.

Nossa missão no planeta Terra é sermos felizes. É realmente uma missão estar aqui e vibrar felicidade, porque o planeta precisa disso.

Mesmo se tivéssemos trancados em um cofre no fundo do mar, nossa frequência estaria se espalhando para o planeta inteiro.

Às vezes, uma pessoa que está para cometer suicídio só precisa de uma frequência um pouquinho mais alta para desistir desse ato.

De repente, ela pode receber isso de alguém que está vibrando elevado.

Como nós simplesmente não temos noção do quanto nossa frequência pode atrapalhar ou ajudar, deveríamos levá-la mais a sério.

Livros Indicados:

O Caibalion
A Tábua de Esmeralda
Para entender o Caibalion
Ensinamentos Herméticos

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