fbpx

Lei do Ritmo – Hermetismo

Nesse artigo vamos refletir sobre a lei do ritmo que afirma que todo universo possui oscilações compensadas.
lei do ritmo

A lei do ritmo hermética é uma teoria que afirma que todo universo possui oscilações compensadas. Essas oscilações são o resultado de forças opostas que se equilibram.

A teoria do ritmo hermético é baseada na ideia de que a realidade é uma grande frequência vibracional e portanto é uma onda que possui picos e vales, altos e baixos em um ritmo constante.

“Tudo tem fluxo e refluxo; tudo tem suas marés; tudo sobe e desce; tudo se manifesta por oscilações compensadas; a medida do movimento à direita é a medida do movimento à esquerda; o ritmo é a compensação”.

Hermes Trismegisto

Inscreva-se para receber artigos toda semana

O ritmo natural e a Lei do Ritmo

Para entendermos o ritmo, vamos retornar ao conceito de frequência. Vimos que tudo é frequência e que a frequência é algo ritmado. Então, se tudo é frequência, tudo tem ritmo. Esse ritmo pode ser rápido ou lento.

Essa lei se manifesta em nossa realidade objetiva, por exemplo, nas quatro estações do ano, que sempre se sucedem e na mesma ordem. Também temos o ciclo de noite e dia, que sucede ininterruptamente. Temos, ainda, o ciclo de 365 dias em que a Terra dá a volta no Sol.

Absolutamente tudo na natureza é rítmico e cíclico. As batidas do coração são rítmicas, seja batendo mais rápido ou mais lento. As células possuem um ritmo fisiológico, a sinapse cerebral é rítmica. Tudo tem um ritmo.

O ritmo não natural

Mas o ser humano moderno vive totalmente fora do ritmo da natureza. Os antigos, ou as pessoas que trabalham com a terra, ainda possuem uma noção mais profunda de ritmo, porque quem planta compreende que, quando coloca uma semente na terra, ela demora um tempo específico para nascer.

Porém, a maioria de nós está sempre tentando acelerar o ritmo da natureza, o que causa uma série de fobias e desordens mentais, como a síndrome do pânico, o burnout, a ansiedade etc.

O ritmo da vida

O ritmo da natureza é yin e yang. Dia e noite, cheia e vazante, quente e frio.

Esse ritmo natural também influencia nossa vida pessoal, seja nas tarefas do dia a dia, nos momentos de alegria e tristeza ou mesmo se olharmos o todo da vida e vermos todos os altos e baixos que passamos.

Por isso que os taoistas ensinavam que devemos deixar o rio da vida nos conduzir.

Não se alegrar demais nos momentos de pico, nem se deprimir nos momentos de baixa, isso porque esse é o ritmo da vida e não podemos evitá-lo.

Sempre haverá momentos de expansão e momentos de retração. Aliás, o próprio universo tem uma pulsação própria, estando agora em expansão, mas um dia entrará em retração.

Com nossa vida ocorre igual, qualquer projeto que empreendemos exige um tempo certo para germinar e dar resultados, assim como uma árvore necessita de tempo para dar seus frutos.

Mas nossa sociedade quer que a árvore cresça e frutifique mais rápido do que seu tempo natural.

Coronavírus – um exemplo atual da lei do ritmo

Um exemplo de que não entendemos os ciclos da natureza é o coronavírus. Como a humanidade imaginou que não aconteceria uma nova pandemia se, desde que o homem existe, existem ciclos pandêmicos? A natureza já mostrou claramente isso para nós.

Era óbvio que isso aconteceria cedo ou tarde. Aliás, nos últimos vinte anos, a natureza vinha mostrando que isso estava em uma crescente. Aí tudo aconteceu, todo mundo se chocou… Por quê? Porque não conseguimos ver os ciclos.

Se conseguíssemos, como sociedade, ver os ciclos, estaríamos preparados para o que aconteceu. E quando digo preparado falo de recursos econômicos, laboratoriais, hospitalares e fins – tudo pronto, só esperando o ciclo vir.

A natureza e a história ensinam a Lei do Ritmo

No verão, o esquilo armazena nozes para não morrer de fome no inverno. Ele armazena na alta, pois sabe que a onda vai cair e, fazendo esse armazenamento, pode sobreviver até que ela volte a subir.

A natureza inteira faz isso, porque os animais estão conectados com o ritmo natural e o reconhecem instintivamente.

Mas se não conseguimos fluir com os ciclos instintivamente, deveríamos observar a história. Por exemplo, temos história suficiente no planeta Terra para saber que existem ciclos de prosperidade e de depressão econômica.

Os desastres financeiros acontecem quando acreditamos que um pico de alta durará para sempre. Nesse caso, as pessoas gastam sem pensar no futuro, esquecem que, se a onda está em cima, uma hora descerá. Quando a onda desce, os indivíduos se desesperam pois sentem que foram pegos de surpresa.

A sabedoria que vem do ritmo

Precisamos aprender que tudo está vibrando. E a vibração é onda. A onda tem picos e vales, isto é, a onda sobe e a onda desce.

Sabedoria é saber que, quando estamos em cima, devemos nos preparar para quando descermos. É sábio estar sempre um passo à frente da queda da onda, tanto a nível pessoal como social.

Isso é válido também para o nosso corpo físico, pois em algum momento ficaremos doentes, isso é certo. Tirando uma minoria que morre dormindo ou de acidente, vamos morrer por alguma doença, e isso precisa ser considerado.

Até mesmo momentos pontuais de doenças existirão, como uma gripe ou uma dor de cabeça, por exemplo. Isso porque nosso corpo alterna períodos de energia alta e de energia baixa.

A sabedoria, nesse caso, é estar consciente dessa oscilação natural do corpo, deixá-lo o máximo possível preparado, forte e nutrido, para que, quando venha uma doença, esse processo seja minimizado.

Os taoístas tinham essa sabedoria, por isso não se preocupavam com os ciclos da vida, eles simplesmente se mantinham preparados.

Além disso, estavam conscientes que o excesso de comemoração na alta rapidamente se transformaria em depressão na baixa.

As vacas gordas e as vacas magras

Sei que muitos podem questionar se a prosperidade não é eterna, mas basta observarmos nossas vidas e veremos que existem ciclos de prosperidade.

Então, há momentos em que ganhamos muito e momentos em que os projetos mínguam ou terminam. Uma árvore não dá frutos para sempre, um dia chega o momento em que ela termina o seu ciclo. Se queremos ter frutas sempre, precisamos nos atentar para não depender de uma única árvore.

A sabedoria vem de observar a ciclicidade da natureza e não ser pego no susto por ela. Quanto mais preparo temos, menos danos a baixa causa.

Dessa forma, quando nossa vida está indo muito bem, ou seja, estamos vendendo saúde e os nossos projetos estão andando de modo consistente, devemos guardar uma parte dessa colheita abundante para quando o inverno chegar.

Assim, quando o ciclo de baixa chegar, não ficaremos deprimidos ou tristes, porque sabemos que esse é um ciclo natural, não um fracasso ou uma vingança do destino.

Além disso, os danos estarão diminuídos, uma vez que guardamos algumas nozes no armário anteriormente.

A vida não é linear

A vida faz um movimento pendular: ela oscila, vai e vem, assim como tudo nela. Tudo possui um ritmo. Podemos observar essa máxima facilmente nos nossos ciclos de sono e vigília, de fome e saciedade, que são exemplos da alternância entre yin e yang ocorrendo no nosso corpo.

Como vimos, tudo é frequência vibracional, e a natureza da frequência é oscilar. Sem a oscilação, a frequência não seria uma frequência, e sim uma linha reta.

Mas caímos na ilusão de acharmos que nossa vida é uma linha reta, que não passaremos por altos e baixos, que tudo será sempre linear.

E essa expectativa por uma vida linear traz muito sofrimento. Novamente, a causa de todo sofrimento é a ignorância.

Isso porque, se estamos dentro do sonho de Deus e não nos adaptamos a ele, inevitavelmente sofreremos. Por isso é fundamental compreendermos que tudo é rítmico.

Tudo tem altos e baixos

Um relacionamento possui altos e baixos, um trabalho possui altos e baixos, projetos dão certo e outros não. Está tudo bem, isso faz parte do ritmo. Mas sofremos porque não queremos passar pelos períodos de baixa, queremos que a vida seja do nosso modo.

Esquecemos que talvez esse projeto atual não tenha dado certo, mas quantos anteriores a ele deram? Não é toda árvore que dá fruto, não é toda semente que brota, mas muitas sim. Dessas precisamos guardar um pouco dos frutos para compensar as que não deram.

Um agricultor não planta apenas um pé de alface e reza para aquele pé vingar; ele planta vários porque sabe que alguns morrerão na geada, outros serão comidos por bichos e o que sobrar será a produção dele.

Por isso dedicar a vida a um único projeto é arriscado, e não podemos esquecer que ele terá seu ciclo de baixa.

Caso tenhamos uma reserva financeira e criemos projetos paralelos, cada um em uma fase diferente do ciclo, nossas chances de lidar positivamente com as oscilações são maiores.

Os investidores sabem disso e recomendam que pulverizemos nossos investimentos. Por exemplo, devemos investir parte do dinheiro em imóvel, parte em dólar, parte em ação, e assim sucessivamente.

Dessa maneira, se as ações caírem, o aumento do dólar compensa; se o dólar despencar, os imóveis seguram a diferença. Um compensa o outro. Isso é sabedoria.

Por isso existem pessoas ganhando dinheiro apesar da crise. Elas conhecem os ciclos e sabem utilizá-los em seu benefício. Esses são exemplos bem práticos e ilustrativos de como aplicar a sabedoria do ciclo na vida diária positivamente.

Tudo se alterna

Se aplicamos a sabedoria do ciclo em todos os aspectos da vida, tudo fica mais fácil. Mas precisamos tirar da cabeça a ideia de linearidade.

Não existe linearidade e constância na natureza, só alternância. E isso não é algo ruim. Lembrem-se: quando a noite chega, podemos ver as estrelas.

Então, se estamos em um ciclo de baixa no trabalho, por exemplo, aproveitamos para estudar, para rever metas e projetos. Se as reservas financeiras foram feitas, melhor ainda.

É o que falamos sobre inverno e verão: no inverno aproveitamos a energia yin predominante para nos interiorizarmos, pois, quando a energia está yin e a vida se retraiu, esse é o momento de refletirmos, de planejarmos, de criarmos caminhos, porque chegará o momento yang, em que deveremos agir e executar.

Porém, geralmente, queremos partir para o yang direto, desejamos criar algo sem ter tido o momento yin, isto é, priorizamos executar sem planejar.

A sabedoria é observar a natureza e perceber que toda árvore foi semente. Portanto, querer a árvore pronta sem ter plantado a semente é não obedecer ao ciclo da natureza.

Todo projeto começa com yin, com planejamento, já que esse é o momento da mente, e a mente é tudo.

Chegará o momento yang, isto é, o ponto em que jogamos nossa ideia para o mundo. Nessa fase, é importante sabermos regar a semente um pouquinho todo dia e esperar o tempo que ela precisa para frutificar.

Respeitar os ciclos

Só que é ingenuidade querer estar sempre em alta, querer ser o melhor funcionário do mundo para sempre. É óbvio que teremos momentos de trabalhos ótimos e momentos de trabalhos não tão bons assim.

Haverá dias em que as ideias não virão, em que a mente não vai colaborar, em que tudo que dava certo não dará. Paciência…

Dentro das nossas possibilidades, precisamos respeitar os nossos ciclos. Um escritor terá momentos em que se sentará para escrever e não vai produzir nada.

Deve ficar insistindo? Melhor não. Provavelmente, ele está em um momento yin, precisando interiorizar.

A verdade é que podemos até tentar, mas não conseguimos forçar os ciclos da natureza.

Quando o fluxo está no sentido de colocar para fora, de entrar em ação, em duas horas de trabalho fazemos tudo o que em outros momentos levamos o dia inteiro pra fazer.

Assim como também há dias em que a tarefa mais simples exige muito de nós. E está tudo bem.

É isso que os taoístas falam: não importa para onde a vida nos leve, está tudo certo. Devemos parar de brigar com o rio da vida, parar de tentar ir contra o fluxo natural.

A sabedoria é, conhecendo a alternância dos ciclos, estarmos preparados para altos e baixos.

O momento de Ser e o momento de Fazer

É também sabermos que ser e fazer são duas coisas diferentes. Podemos estar em um momento de ser ou em um momento de fazer.

Tentar viver sempre na energia yang, sem parar para pensar, para refletir, entender as variáveis, é antinatural. Até porque, por meio da inteligência humana, somos capazes de prever possíveis consequências das nossas ações.

Tudo o que fazemos ou deixamos de fazer está sob a lei da causa e do efeito, que veremos a seguir em nosso curso. Nós conseguimos até certo ponto prever aonde nossas ações vão nos levar.

Além disso, tentar viver em uma energia frenética de yang, igual nossa sociedade diz ser a única ideal, distancia-nos de nossa criatividade. Esse é um dos motivos do mundo estar tão carente de novas (e boas) ideias.

O Fazer e o fim da Criatividade

O que torna o ser humano um ser humano não é a inteligência, é a criatividade. Inteligência é a capacidade de resolver problemas; criatividade é a capacidade de criar coisas na mente e trazê-las para o mundo. Foi essa capacidade de criar que trouxe um salto evolutivo para nós.

A roda, antes de existir, esteve na mente de uma pessoa. Qualquer projeto que vemos hoje, antes de existir, esteve na mente de uma ou de várias pessoas.

Por mais que nossa tecnologia aparente modernidade, as pessoas vivem mais do mesmo, pois não temos uma grande revolução cultural desde os anos 60.

A criatividade está cada vez mais pobre, vide nossa baixíssima qualidade artística na maior parte do que produzimos como sociedade. São repetições em cima de repetições.

Tudo porque não aceitamos a energia yin, não aceitamos o momento de retrair e refletir.

A fuga do Ser

As pessoas estão sempre a ponto de explodir de tanta tensão que colocam no fazer. E, muitas vezes, nem sabem o motivo de estarem fazendo o que estão fazendo.

Não nos permitimos nem mesmo pequenos momentos de pausa no dia a dia, momentos para ficarmos conosco mesmos para contemplação.

Quando nos permitimos um lazer, estamos com a mente em outra coisa. Estamos com o filho no parque, mas pensando na rede social.

Estamos lendo um livro, mas pensando no trabalho. Ler um livro não é simplesmente sentar-se e ler, é estar focado nele.

Fazer uma ação pensando em outra nos coloca totalmente fora do ritmo. Sabemos que, se passarmos cinco dias acordados, nossa mente pifará, entrará em pane.

Mas, de certo modo, estamos fazendo isso com nossa mente quando a mantemos sempre hiperativa.

O mito da produtividade moderna

Forçamo-nos a estarmos sempre produtivos, e, quando a curva começa a cair, quando estamos nos dias improdutivos, nos dias yin, não aceitamos.

Trazemos à tona a cobrança e o autojulgamento, porque esperamos cumprir o ritmo de trabalho de 8 horas diárias que a sociedade impõe. E se em uma terça-feira, às 15 horas, o biorritmo do corpo pede uma pausa, um retraimento, um descanso? O que fazemos? Cobramo-nos e sentimos culpa.

Entretanto, se estamos conscientes do ritmo, sabemos que nesse dia não rendemos tanto, que não entregamos o que era para termos entregado, mas está tudo certo, porque é assim.

Nenhum animal trabalha freneticamente. Todos eles alternam períodos de caça e de busca por água ou abrigo com períodos de descanso e contemplação.

Aliás, todos os animais contemplam. O ser humano é o único animal que está o tempo todo em ação, sem parar. Por isso, vemos a sociedade enlouquecendo.

Uma sociedade dopada, cheia de ansiolíticos e antidepressivos, porque não para nunca. As pessoas não conseguem diminuir as frequências cerebrais sozinhas, precisam dos remédios para dar um “sossega-leão” em si mesmas.

Só que, se obedecêssemos a nosso ritmo, faríamos isso de forma natural. Não adianta, por exemplo, irmos para a academia todos os dias e não darmos um dia de descanso para o corpo. É provado que é no momento de descanso que todo benefício do exercício vem.

Caso não obedeçamos ao ciclo da natureza, acabamos nos machucando e não colhemos todos os benefícios da prática.

A Medicina Chinesa e o ritmo

A medicina chinesa nos ensina que existe um relógio interno no corpo e que, a cada 2 horas do dia, um órgão está mais forte ou mais fraco.

Por exemplo, das 6 horas às 8 horas, é o intestino grosso que está mais forte, então esse seria o momento ideal de irmos ao banheiro.

Já o fígado, ele está mais forte das 23 horas à 1 hora da manhã, portanto, nesse período, ele limpa todas as toxinas que nosso corpo produziu durante o dia, só que precisamos já estar em repouso nesse horário para usufruirmos ao máximo dessa limpeza natural.

Recomendo que pesquisem o relógio da medicina chinesa e o estudem mais a fundo.

Mas só por esses exemplos já podemos perceber a sabedoria que é conhecer os ciclos do próprio corpo para poder obter o melhor deles.

E o oposto também é verdadeiro, ou seja, é nocivo e improdutivo lutar contra os ciclos naturais.

O ritmo nas terapias holísticas

Concluindo e entrando em terapias holísticas, sei que soa utópico, mas acredito que todo terapeuta holístico só deveria atender outras pessoas quando estivesse bem.

Primeiro por uma questão de defesa energética, segundo por uma questão de eficiência. Quando estamos com a energia yang, doando-a, conseguimos atender melhor.

Obviamente, seguir 100% isso nos moldes de trabalho da sociedade atual é praticamente impossível, entretanto, a verdade é que todos ganhariam se fôssemos honestos com nossos ciclos.

Aliás, acredito que isso deveria ocorrer em todas as profissões, assim seríamos realmente produtivos e faríamos isso de um modo saudável.

Claro, primeiro deveria haver uma sinceridade entre as pessoas, ninguém poderia usar isso contra o outro. Também precisaríamos de muito autoconhecimento para tanto. Isso porque, quando conhecemos nossos ciclos internos, sabemos os melhores horários para cada atividade.

Sabemos quando estamos mais intelectuais, quando estamos mais ativos fisicamente, quando estamos mais introspectivos, e assim aproveitamos esses ciclos a nosso favor e a favor dos outros.

Livros Indicados:

O Caibalion
A Tábua de Esmeralda
Para entender o Caibalion
Ensinamentos Herméticos

Copyright do texto © 2022 Tibério Z Dados internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste artigo pode ser reproduzida ou usada de qualquer forma ou por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, inclusive fotocópias, gravações ou sistema de armazenamento em banco de dados, sem permissão por escrito, exceto nos casos de trechos curtos citados em resenhas críticas ou artigos de revistas. (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) ISBN: 978-65-00-32437-2

Damos valor à sua privacidade

Nós e os nossos parceiros armazenamos ou acedemos a informações dos dispositivos, tais como cookies, e processamos dados pessoais, tais como identificadores exclusivos e informações padrão enviadas pelos dispositivos, para as finalidades descritas abaixo. Poderá clicar para consentir o processamento por nossa parte e pela parte dos nossos parceiros para tais finalidades. Em alternativa, poderá clicar para recusar o consentimento, ou aceder a informações mais pormenorizadas e alterar as suas preferências antes de dar consentimento. As suas preferências serão aplicadas apenas a este website.

Cookies estritamente necessários

Estes cookies são necessários para que o website funcione e não podem ser desligados nos nossos sistemas. Normalmente, eles só são configurados em resposta a ações levadas a cabo por si e que correspondem a uma solicitação de serviços, tais como definir as suas preferências de privacidade, iniciar sessão ou preencher formulários. Pode configurar o seu navegador para bloquear ou alertá-lo(a) sobre esses cookies, mas algumas partes do website não funcionarão. Estes cookies não armazenam qualquer informação pessoal identificável.

Cookies de desempenho

Estes cookies permitem-nos contar visitas e fontes de tráfego, para que possamos medir e melhorar o desempenho do nosso website. Eles ajudam-nos a saber quais são as páginas mais e menos populares e a ver como os visitantes se movimentam pelo website. Todas as informações recolhidas por estes cookies são agregadas e, por conseguinte, anónimas. Se não permitir estes cookies, não saberemos quando visitou o nosso site.

Cookies de funcionalidade

Estes cookies permitem que o site forneça uma funcionalidade e personalização melhoradas. Podem ser estabelecidos por nós ou por fornecedores externos cujos serviços adicionámos às nossas páginas. Se não permitir estes cookies algumas destas funcionalidades, ou mesmo todas, podem não atuar corretamente.

Cookies de publicidade

Estes cookies podem ser estabelecidos através do nosso site pelos nossos parceiros de publicidade. Podem ser usados por essas empresas para construir um perfil sobre os seus interesses e mostrar-lhe anúncios relevantes em outros websites. Eles não armazenam diretamente informações pessoais, mas são baseados na identificação exclusiva do seu navegador e dispositivo de internet. Se não permitir estes cookies, terá menos publicidade direcionada.

Visite as nossas páginas de Políticas de privacidade e Termos e condições.

Importante:Esse site faz uso de cookies para melhorar a sua experiência de navegação e recomendar conteúdo de seu interesse.