Mediunidade não é um dom, é uma missão de trabalho

mediunidade

Mediunidade é um fenômeno fascinante que tem capturado a imaginação e a curiosidade de muitos ao longo da história. Trata-se de uma habilidade que conecta o mundo físico ao espiritual, servindo como uma ponte para a comunicação entre essas duas dimensões.

Mais do que simplesmente perceber ou comunicar-se com entidades espirituais, a mediunidade é um profundo processo de autoconhecimento e expansão da consciência.

Neste artigo, vamos explorar a complexidade e a riqueza da mediunidade, desvendando seus aspectos históricos, científicos e espirituais. Abordaremos as diversas formas de manifestação mediúnica, os desafios enfrentados pelos médiuns e a importância desse dom no contexto atual de busca por espiritualidade e entendimento da natureza humana.

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A Natureza Multidimensional da Mediunidade

A mediunidade é uma habilidade que transcende o plano físico, permitindo que os médiuns se conectem com dimensões além da nossa percepção cotidiana. Essa capacidade não se limita apenas à comunicação com espíritos desencarnados, mas também envolve a interação com energias e entidades de diferentes dimensões.

O que significa ser um médium na Terceira Dimensão?

Na Terceira Dimensão, onde vivemos, a mediunidade é frequentemente associada à capacidade de se comunicar com os mortos. No entanto, ser um médium vai muito além disso. Os médiuns são sensíveis às energias ao seu redor, podendo perceber, sentir e até mesmo ver entidades e energias que a maioria das pessoas não consegue.

Essa sensibilidade não é apenas um dom, mas também uma responsabilidade. Os médiuns muitas vezes atuam como pontes entre o mundo físico e o espiritual, auxiliando tanto os vivos quanto os desencarnados em suas jornadas.

A produção de ectoplasma e sua conexão com outras dimensões

O ectoplasma é uma substância misteriosa, frequentemente associada à mediunidade física. Ele é produzido pelo corpo do médium durante certos tipos de manifestações mediúnicas, como as materializações. Acredita-se que o ectoplasma seja uma combinação de energia espiritual e matéria física, servindo como um meio para que entidades de outras dimensões interajam com o nosso mundo.

A produção de ectoplasma é um fenômeno raro e ainda pouco compreendido pela ciência. No entanto, muitos médiuns e pesquisadores acreditam que ele seja uma evidência tangível da existência de outras dimensões e da capacidade do espírito humano de interagir com elas.

O ectoplasma serve como uma ponte entre o mundo físico e o espiritual, permitindo que entidades e energias de outras dimensões se manifestem de forma palpável em nossa realidade.

A Programação Reencarnatória e a Mediunidade

A jornada da alma é intrincada e repleta de aprendizados. Antes de reencarnarmos, traçamos um plano espiritual, uma espécie de roteiro que nos guiará durante nossa existência terrena. Dentro desse plano, algumas almas escolhem a mediunidade como ferramenta de evolução e auxílio ao próximo. Mas, por que alguém escolheria essa responsabilidade? E como se prepara para tal missão?

A escolha voluntária de ser médium

Ser médium não é um acaso, mas uma escolha consciente do espírito antes de sua reencarnação. Essa decisão é tomada com base na necessidade de evolução da alma e no desejo de auxiliar outros espíritos, encarnados e desencarnados.

A mediunidade é vista como uma ferramenta de trabalho, um instrumento que permite ao médium atuar como ponte entre o plano físico e o espiritual. Ao escolher essa missão, o espírito está ciente dos desafios e responsabilidades que enfrentará, mas também reconhece o potencial de crescimento e iluminação que a mediunidade proporciona.

A preparação espiritual e física para a mediunidade

Antes de reencarnar, o espírito que escolheu a mediunidade passa por uma preparação intensiva no plano espiritual. Essa preparação envolve estudos, treinamentos e orientações de espíritos mais evoluídos sobre como lidar com as energias e entidades que encontrará. Além disso, o corpo físico que o médium ocupará é cuidadosamente escolhido para ser um veículo adequado para a manifestação mediúnica, levando em consideração aspectos genéticos e energéticos.

No plano terreno, a preparação continua. Desde cedo, muitos médiuns recebem sinais de sua sensibilidade, e é crucial que busquem conhecimento e orientação para entender e lidar com suas habilidades. A mediunidade, quando bem direcionada e compreendida, torna-se uma fonte inesgotável de amor, cura e transformação, tanto para o médium quanto para aqueles que são beneficiados por sua missão.

Nossas Funções no Plano Astral

O plano astral é uma dimensão vibracional que coexiste com o plano físico, sendo um espaço de aprendizado, evolução e trabalho espiritual. Quando desencarnamos, nossa consciência se desloca para essa dimensão, onde continuamos nossa jornada evolutiva. Mas, o que fazemos no plano astral? Qual é nosso papel e como ele se relaciona com nossa vida terrena?

A continuidade do trabalho espiritual antes e depois da encarnação

Antes de encarnarmos, passamos um tempo no plano astral, onde nos preparamos para a próxima vida terrena. Esse período é utilizado para revisar lições aprendidas, planejar novos desafios e definir os propósitos da próxima encarnação. Após o desencarne, retornamos ao astral, onde avaliamos nossa última vida, os acertos, os erros e as lições aprendidas. Esse processo é fundamental para nosso crescimento espiritual, pois nos permite entender nossas experiências e assimilar os aprendizados.

Diferentes papéis no astral: socorristas, professores e mais

No plano astral, cada espírito tem uma função específica, de acordo com seu nível evolutivo e suas habilidades. Alguns atuam como socorristas, ajudando espíritos recém-desencarnados a se adaptarem à nova realidade e a se libertarem de traumas e apegos terrenos. Outros são professores, que ensinam e orientam espíritos em sua jornada evolutiva, oferecendo conhecimento e sabedoria.

Há também aqueles que trabalham na cura, auxiliando na recuperação de espíritos que sofreram traumas ou estão presos a vícios e padrões negativos. Além dessas funções, existem muitos outros papéis no astral, todos voltados para o bem maior e a evolução de todos os seres.

Assim, o plano astral é um espaço de contínua aprendizagem e trabalho, onde cada espírito contribui, à sua maneira, para o progresso coletivo e individual.

A Conexão entre Reiki e Trabalho Astral

O Reiki, uma técnica milenar de cura energética, e o trabalho astral, que envolve a atuação no plano espiritual, possuem uma conexão profunda. Ambos lidam com energias sutis e buscam promover o equilíbrio e a harmonia do ser. Mas como exatamente o Reiki se relaciona com o trabalho realizado no plano astral? E qual a diferença entre atuar energeticamente no plano físico e no espiritual?

A continuação do trabalho energético no plano físico

O Reiki é uma prática que envolve a canalização de energia universal para promover a cura e o equilíbrio em diversos níveis: físico, emocional, mental e espiritual. Quando um praticante de Reiki atua no plano físico, ele está, de certa forma, dando continuidade ao trabalho energético que é realizado no plano astral. Isso porque a energia que é canalizada vem de fontes espirituais e é influenciada pelas intenções e pelo trabalho dos seres de luz no astral.

Muitos reikianos relatam experiências onde percebem a presença de guias espirituais, mestres e até entes queridos desencarnados durante as sessões. Esses seres atuam em conjunto com o praticante, potencializando a energia e direcionando-a para onde é mais necessário.

A diferença entre realizar trabalhos espirituais encarnado e desencarnado

Quando encarnados, temos a capacidade de atuar no plano físico e, através de práticas como o Reiki, conectar-nos ao plano espiritual. Esse trabalho tem um impacto direto, pois atua sobre a matéria e sobre os corpos sutis de quem recebe a energia. No entanto, nossa percepção é limitada pelos sentidos físicos e pela densidade da matéria.

Já no plano astral, os seres desencarnados têm uma percepção ampliada da realidade e podem atuar de forma mais direta sobre as energias e os seres. No entanto, eles não têm a capacidade de influenciar diretamente o plano físico, a menos que trabalhem em conjunto com seres encarnados ou utilizem médiuns para se comunicar.

A Importância do Ectoplasma na Ajuda Espiritual

O ectoplasma é uma substância misteriosa e pouco compreendida, mas de grande relevância no contexto da ajuda espiritual. Ele serve como uma ponte entre o plano físico e o astral, permitindo que energias mais densas sejam utilizadas em trabalhos espirituais. Mas por que essa energia densa é tão importante? E qual o papel dos encarnados nesse processo?

A necessidade de energia densa para ajudar seres em baixas frequências

No plano astral, existem diversas frequências vibracionais. Seres que se encontram em baixas frequências, muitas vezes, estão presos em situações de sofrimento, ignorância ou até mesmo em zonas umbralinas. Para ajudar esses seres, é necessário utilizar uma energia que seja compatível com a frequência em que eles se encontram.

O ectoplasma, produzido por médiuns e até mesmo por pessoas comuns em determinadas situações, é essa energia densa que pode alcançar essas zonas mais baixas. Ele serve como um veículo, permitindo que energias curativas e elevadas sejam transmitidas para esses seres, auxiliando em seu resgate e evolução.

O papel dos encarnados como pontes energéticas no plano astral

Os encarnados têm um papel fundamental como geradores e doadores de ectoplasma. Durante sessões mediúnicas, práticas espirituais ou até mesmo em sonhos lúcidos, os encarnados podem servir como pontes, conectando o plano físico ao astral.

Ao doar ectoplasma, os encarnados permitem que seres de luz, guias espirituais e trabalhadores astrais utilizem essa substância em suas missões de ajuda. Além disso, o ectoplasma pode ser moldado e utilizado em diversas tarefas no astral, desde a construção de hospitais espirituais até a formação de barreiras protetoras.

Em resumo, o ectoplasma é uma ferramenta valiosa na ajuda espiritual, e os encarnados desempenham um papel crucial como fornecedores dessa energia, fortalecendo a conexão entre os planos e auxiliando inúmeros seres em sua jornada evolutiva.

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Voluntariando-se para Trabalhos Espirituais

A espiritualidade não se limita apenas ao plano físico. Muitos indivíduos, mesmo encarnados, decidem voluntariar-se para realizar trabalhos espirituais, estendendo sua ajuda além da dimensão terrena. Essa decisão, muitas vezes, é fruto de um compromisso assumido antes da encarnação ou de um despertar espiritual durante a vida. Mas como exatamente os encarnados podem ajudar no plano astral? E qual é a importância do ectoplasma nesse processo?

A decisão de ajudar no plano astral durante a vida terrena

Muitos espíritos, antes de reencarnar, fazem planos e compromissos espirituais para auxiliar no plano astral enquanto estiverem encarnados. Esse compromisso pode surgir de uma necessidade kármica, de um desejo de evolução ou simplesmente de um impulso altruísta de ajudar.

Durante a vida terrena, algumas pessoas podem ter lembranças, sonhos ou intuições sobre essa missão espiritual. Outras podem ser conduzidas a essa jornada através de experiências espirituais marcantes, como mediunidade, sonhos lúcidos ou até mesmo experiências de quase-morte. Independentemente do caminho, o objetivo é sempre o mesmo: servir e auxiliar seres que necessitam de ajuda no plano astral.

Doando ectoplasma e energia para resgatar seres em energias densas

O ectoplasma é uma ferramenta vital para os trabalhos no plano astral. Os encarnados, ao doarem ectoplasma, fornecem uma energia densa e moldável que pode ser utilizada em diversas tarefas espirituais. Essa energia é especialmente importante para resgatar seres que se encontram em zonas de baixa vibração ou em situações de sofrimento.

Além do ectoplasma, os encarnados também podem doar energia amorosa, curativa e elevada, que serve como um bálsamo para seres em desequilíbrio. Essa doação pode ocorrer durante práticas mediúnicas, orações, meditações ou até mesmo durante o sono, quando muitos voluntários astrais realizam suas missões de ajuda.

Livros sobre Mediunidade

Konrad Lindmeier – Parapsicologia e sincronicidade

Neste livro, Lindmeier explora os mistérios da parapsicologia e da sincronicidade, examinando eventos paranormais e coincidências significativas. Ele oferece uma visão profunda das experiências humanas que desafiam a explicação convencional, estimulando o leitor a repensar as fronteiras da realidade.

Ph.D Charles T. Tart – O Fim do Materialismo: Como as Evidências Científicas dos Fenômenos Paranormais Estão Unindo Ciência e Espiritualidade

Ph.D. Charles T. Tart argumenta neste livro que a ciência e a espiritualidade não precisam ser mutuamente exclusivas. Ele apresenta evidências científicas de fenômenos paranormais, desafiando a visão materialista predominante e defendendo uma abordagem mais holística da realidade.

Stella Maris Souza Marques – Da pesquisa psíquica à ciência psicológica: Estudo das experiências religiosas, parapsicológicas, psíquicas e anômalas

Stella Maris Souza Marques explora o campo da pesquisa psíquica e suas conexões com a psicologia. Ela analisa experiências religiosas, parapsicológicas e anômalas, oferecendo insights sobre como esses fenômenos podem ser compreendidos dentro do contexto da ciência psicológica.

Conclusão

A jornada espiritual é vasta e multifacetada, e a compreensão dos conceitos de mediunidade e ectoplasma nos oferece uma visão mais profunda das interações entre os planos físico e astral. Ao longo deste artigo, exploramos a natureza intrincada da mediunidade, a importância do ectoplasma e o papel vital que desempenhamos, tanto consciente quanto inconscientemente, no auxílio a seres de outras dimensões.

A decisão de se voluntariar para trabalhos espirituais, seja através da doação de ectoplasma ou da realização de tarefas no plano astral, é um testemunho da capacidade humana de amar, servir e evoluir.

Ao abraçarmos nosso papel como pontes entre os mundos, reafirmamos nosso compromisso com o crescimento espiritual e a unidade universal, lembrando-nos de que, no grande esquema do universo, todos estamos interconectados e cada ação tem um propósito maior.

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