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O momento presente

Nesse artigo vamos refletir sobre a importância de focarmos no momento presente para termos profundidade e paz.
momento presente

O momento presente é a única coisa que temos, e estar no presente é estar sintonizado com o divino. A verdadeira felicidade não pode ser encontrada no passado ou no futuro, mas sim no agora. É preciso aprender a viver no presente e aproveitar ao máximo cada momento.

Estar no momento presente significa estar consciente do que está acontecendo agora, sem julgamentos ou expectativas. É preciso abrir os olhos para o mundo e para as pessoas que nos rodeiam. Apreciar as pequenas coisas da vida e ser grato pelo que temos.

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Somos um ser duplo, ou seja, possuímos uma parte Divina e uma parte egóica. Com base nisso, muitas tradições religiosas e místicas nos ensinam que devemos anular nossa parte egóica, mas isso vai totalmente contra o que a Atenção Plena nos diz.

Não devemos vencer ninguém, nem tentar anular nada, temos apenas que compreender o processo. Compreendendo o processo, conseguimos manejar e organizar essas duas facetas que possuímos.

Deus e o momento presente

A nossa partícula Divina só existe no momento presente, pois, para essa partícula, não existe passado nem futuro. Essa partícula Divina é Deus, é tudo o que existe, e, para o Criador, só existe o momento presente.

Para Deus, o passado e o futuro estão acontecendo nesse momento. Mas, para compreendermos isso, precisamos ter uma capacidade de abstração muito grande.

Digo isso porque o tempo existe para nós aqui na terceira e na quarta dimensão, porém, acima da quinta dimensão, só existe o agora.

Nesse agora, está tudo o que está acontecendo, o que já aconteceu e o que acontecerá, como um grande eco energético. Por isso, só conseguimos nos conectar com nossa partícula Divina estando no momento presente, estando no agora.

Ego e o momento presente

Para o ego, por sua vez, não existe o momento presente. Vamos recapitular nossa aula sobre a consciência para entendermos isso. Existe Deus, que resolveu brincar de ser Tibério, por exemplo.

Então, Ele criou esse personagem chamado Tibério, que é o que nós chamamos de ego. Por ser um personagem virtual, fictício, no fim, o ego sabe que ele não existe. Em função disso, ele precisa de apoios externos para continuar existindo.

Assim, o ego se apega a imagens do passado e a planos do futuro para continuar existindo. Então, fica o tempo todo lembrando dessas imagens para recriar sua própria identidade.

Nesse processo, ele fica se autoafirmando baseado nas nossas imagens do passado: “Olha, eu já fiz isso” ou “Eu sou aquilo”. O ego também se apega às imagens do futuro: “Eu serei isso” ou “Eu farei aquilo”.

Mas essa é uma ideia absurda, porque já somos tudo, somos Deus em sua plenitude, somos uma fagulha Divina, isso é o que realmente somos, e não qualquer identificação externa que o ego tenha.

O córtex pré-frontal

Já vimos que o córtex pré-frontal é a nossa região do cérebro que tem a capacidade de lembrar do passado e de planejar o futuro.

Se observarmos os animais, eles estão muito mais presentes do que nós, porque o córtex pré-frontal deles é menos desenvolvido.

O ego usa, o tempo todo, o córtex pré-frontal para reafirmar a sua própria identidade, seja lembrando do passado ou planejando o futuro.

Só que esse uso que ele dá para o córtex pré-frontal é que causa todas as disfunções que temos na nossa vida.

Porque, como vimos, a Divina Presença, a nossa força máxima, só existe no momento presente, pois o agora é a única realidade que existe para ela.

O passado não existe, o futuro não existe, pois são duas entidades virtuais, são teatros mentais.

Não temos nem certeza se o que pensamos sobre o passado é real, pois o que lembramos do passado pode ser uma colagem mental de várias coisas que aconteceram. O que planejamos do futuro existe ainda menos.

A mente cria o tempo

O passado e o futuro acontecem apenas na nossa mente, por isso vivemos em um mundo mental. Quando alguém nos toca, geralmente estamos pensando em alguma coisa do passado, sobre o que fizemos ou vamos fazer.

Quando estamos fazendo uma atividade, nossa mente está no passado ou no futuro, mas nunca no agora. É por isso que temos essa sensação de vazio, porque a única coisa que completa esse vazio interior do ser humano é estar no momento presente.

Atenção Plena é a atitude de, ao estarmos o tempo todo nos perguntando “Em que tempo eu estou?”, respondermos “Eu estou no agora”. É repetir essa sequência sempre que nossa mente vagar para o passado ou para o futuro.

A mente vai querer fugir para o passado e para o futuro. Nesse ponto, trazemos ela de volta: para o “Em que tempo eu estou?”, há o “Eu estou no agora”. Esse exercício é para ser feito sem esforço, sem julgamentos, sem brigar consigo mesmo.

A conexão com o momento presente vai trazer a conexão com o nosso Divino. Trazendo essa conexão com o nosso Divino, temos uma plenitude maior na vida e uma consciência muito maior de tudo que nos cerca.

Benefícios da Atenção Plena

E aí surgem os efeitos secundários da Atenção Plena. O aumento da produtividade vem porque, estando no presente, estamos no melhor tempo para fazermos qualquer coisa. Uma mente focada faz o tempo render muito mais.

A redução do estresse ocorre porque aliviamos a pressão mental de termos uma lista de tarefas a serem feitas, sem nunca estarmos realmente dedicados à tarefa presente.

Com a Atenção Plena, paramos de pensar em tudo o que precisa ser feito e focamos no que estamos fazendo agora.

Seguindo nesse raciocínio, também encontramos o porquê de a Atenção Plena reduzir a angústia, a depressão e vários outros estados emocionais densos, o que já foi provado pela medicina. Isso ocorre porque ela nos tira do passado, aliviando a culpa e a angústia.

Precisamos estar no presente, afinal, o passado já aconteceu e não há mais como mudá-lo. Claro, podemos perdoar e aceitar o passado, mas nossa mente e nosso corpo devem estar no agora, pois esse é o tempo deles e o único tempo que realmente temos.

Copyright do texto © 2022 Tibério Z Dados internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste artigo pode ser reproduzida ou usada de qualquer forma ou por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, inclusive fotocópias, gravações ou sistema de armazenamento em banco de dados, sem permissão por escrito, exceto nos casos de trechos curtos citados em resenhas críticas ou artigos de revistas. (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) DA-2022-022903

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