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O que é frequência vibracional

Frequência vibracional é um dos temas que eu mais gosto de abordar, pois acredito que uma vez que compreendemos frequência vibracional, compreendemos quase tudo sobre espiritualidade.

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Quem é meu aluno sabe que sempre repito, não existe Tibério, não existe parede, não existe Maria, não existe cachorro, não existe árvore, só existe Deus, só existe o Criador. Mas de onde vem essa ideia?

O cérebro transcodifica frequências vibracionais

Quando olhamos uma parede, estamos captando um conjunto de frequências vibracionais. Essas frequências entram em nosso olho, percorrem nosso nervo óptico e são transcodificas em nosso cérebro criando a parede como a vemos.

Estamos imersos em um mar de frequências vibracionais que são transcodificadas pelo nosso cérebro, então a forma como vemos o mundo sofre interferencia em como o cérebro está interpretando as frequências vibracioais.

Não vemos a realidade diretamente, vemos uma interpretação do cérebro da realidade.

Tudo, absolutamente tudo que existe são frequências vibracionais, os nossos sentidos são apenas a recriação do nosso cérebro para essa realidade.

O criador é um conjunto de frequências vibracionais

Se tudo são frequências vibracionais o conjunto de todas as frequências vibracionais que existem são manifestações do Criador.

Para compreender isso precisamos utilizar o primeiro principio Hermetico: “Tudo é mental, tudo mente.”

Tudo é mental porque tudo que existe são pensamentos do criador e tudo é mente porque esses pensamentos estão acontecendo na mente do criador.

Tudo que existe portante é um produto da mente do criador em forma de frequências vibracionais.

No fim, somos apenas um pensamento do criador manifestado dentro da mente do criador.

Portanto, a ideia de separação que temos é, na verdade, uma ilusão. Porque se tudo que existe é um mar de frequências vibracionais e todas essas frequências são o próprio Criador, não há real divisão.

Como egos, somos uma entidade psíquica individualizada moldada pelo próprio Criador e que abarca um conjunto específico de frequências vibracionais.

Banco de Dados do Eu

Acumulamos experiências vida após vida e essas experiências ficam registradas na consciência em forma de frequência vibracional.

Quanto mais experiências vivemos, mais acumulamos frequências vibracionais e mais expandinda fica a nossa consciência pela quantidade de informações que vai acumulando.

Mas quanto cabe de frequências vibracionais no que chamamos consciência? Infinitas. Esse conceito é algo tão abstrato para nós que chega a ser incompreensível.

Antes que os físicos iniciem sua caça às bruxas, esclareço que a frequência vibracional citada aqui ainda não é de total conhecimento humano, porque a ciência não desenvolveu aparelhos que possam medí-la. Por enquanto, essa frequência é metafísica, apenas chamamos de frequência vibracional para dar um nome ao fenômeno.

Voltando ao conceito Hermético que tudo é mente, o criador gerá frequências vibracionais na sua mente e cria tudo que existe, se somos o próprio criador manifestado, logo, tudo que pensamos e sentimos também cria tudo que existe na nossa realidade individual.

Portanto, se pensamos em doença, criamos uma frequência vibracional de doença. Se pensamos em pobreza, criamos uma frequência vibracional de pobreza. E assim por diante.

Formas Pensamentos

Frequências vibracionais criadas por pensamentos repetitivos são as famosas formas-pensamento. Formas-pensamento são frequências vibracionais que alimentamos dia após dia, como um mantra.

Vejam, podemos pensar em coisas negativas, muitas vezes é quase impossível evitarmos isso. Mas uma coisa é, por exemplo, ser fechado no trânsito e ter pensamentos raivosos, outra é ficar alimentando essa raiva dia após dia.

Pois, quando pensamos em algo negativo emitimos sim essa frequência vibracional, mas se depois de alguns minutos pararmos de pensar nisso e não dermos mais força para essa frequência, ela simplesmente desaparece da nossa consciência.

A questão é quando ficamos revivendo esse pensamento e esse sentimento de raiva. Assim, colocamos energia nessa frequência negativa que vai ganhando energia e se tornando mais densa na realidade tridimensional.

Quando ela ganha uma densidade signficativa ela se torna uma forma pensamento, uma especíe de mini programa rodando no campo da nossa consciência.

Inclusive, muitas pessoas acreditam estar sendo alvo de obsessores, mas o mais comum, por incrível que pareça, é a auto-obsessão.

Ou seja, criamos tantas formas-pensamento negativas em nosso campo vibracional que elas começam a nos “atacar” e a influenciar nossa vida. Percebam como não é um fator externo, nós com nossos pensamentos negativos dia após dia criamos as formas-pensamento que nos prejudicam.

Um ponto importante, o pensamento cria formas-pensamento, mas faz isso de modo lento, demorando muito para que um pensamento se densifique na terceira dimensão.

Por outro lado os sentimentos criam formas pensamentos mais densas e rápidas do que os pensamentos.

Então, se pensarmos em doença constantemente, levará alguns anos para que essa doença crie formas-pensamento e se manifeste em nosso corpo físico. Mas se nos sentirmos doentes, manifestamos a doença muito rapidamente.

Podemos dizer que o sentimento tem uma potência 10 vezes maior do que o pensamento. Logo, o que sentimos pode ser muito mais prejudicial do que o que pensamos. A questão é que todo sentimento começa com um pensamento.

Um pensamento de raiva logo desperta um sentimento de raiva. Assim, toda nossa frequência vibracional, os nossos chakras, nosso corpo energético e físico, começam a vibrar na frequência de raiva.

Por consequência, atraímos essa frequência de raiva para nossa vida. Aqui estou usando o exemplo da raiva, mas pode ser qualquer sentimento, como ciúmes, medo, preocupação, apego, rancor, inveja e etc.

Porque é igual uma estação de rádio, se sintonizamos a estação 101 vamos ouvir 101. Não há como sintonizar 101 e ouvir 97. Por isso, sempre recebemos as influências da frequência vibracional que estamos vibrando.

Se estamos vibrando raiva, atraímos raiva. E aí as pessoas e as situações que surgem trazem à tona mais raiva, alimentando ainda mais essa frequência que estamos pulsando.

A famosa frase, cada um colhe o que planta está relacionada com nossas ações, claro, mas em um nível mais profundo está totalmente relacionada com nossa frequência vibracional.

Recebemos absolutamente tudo que vibramos e acredito que essa seja a grande justiça divina. Assim precisamos sair do ego infantil, que coloca a culpa de tudo que não dá certo nos outros, pois enquanto não assumimos total responsabilidade por nós mesmos, não mudamos nossa frequência vibracional e nossa realidade.

E a ideia é sermos egos maduros, seres 100% responsáveis pelo que acontece na nossa vida. Pois, se somos totalmente responsáveis por nossa vida, então temos a capacidade de mudá-la.

Porém, se culpamos o outro por nossas dificuldades, não podemos fazer nada para mudar, precisamos esperar que as situações externas mudem. Por isso, o primeiro passo para elevarmos a frequência vibracional é assumirmos a responsabilidade pelo modo como vibramos, pensamos e sentimos.

Agora, pergunto à vocês, onde nos ensinam a controlar os pensamentos? Onde nos ensinam a ter inteligência emocional? Em lugar nenhum. Por isso, vivemos em uma sociedade onde as pessoas não têm o menor controle sobre o que pensam e sentem.

Quantas pessoas são tomadas pela raiva e não sabem lidar com ela? Essa emoção toma conta da pessoa e de repente ela está tendo atitudes que nem imaginou possíveis. Depois, claro, se arrepende, mas o estrago está feito.

Ou pessoas que são tomadas pela tristeza, que não conseguem fazer tarefas básicas do dia a dia e não encontram ferramentas para sair disso. Essas pessoas não sabem lidar com a tristeza porque isso não foi ensinado à elas.

Inteligência emocional deveria ser matéria básica nas escolas, porque precisamos aprender a lidar de modo saudável com nossas emoções. Inclusive, acredito que esse é o grande aprendizado da Terra, aprendermos a ter controle sobre nossas emoções e pensamentos.

Na dimensão astral ocorre um fenômeno chamado plasmagem, ou seja, pensamos em algo e aquilo imediatamente se materializa. Além disso, tudo o que sentimos é ampliado em dez vezes, pelo menos.

Então, se sentimos ódio aqui na terceira dimensão, quando vamos para o plano astral esse ódio aumenta dez vezes. Por isso, muitas pessoas reencarnam mesmo não querendo, pois no plano astral não estavam conseguindo lidar com o tamanho da emoção que criaram para si.

A reencarnação é uma benção, porque nos dá a opotunidade de lidarmos com nossas emoções em uma escala reduzida. Desse modo, o fato de aqui na dimensão física as coisas demorarem muito tempo para se materializar também se torna uma benção e uma oportunidade rica de aprendizado.

E por isso também que o processo de cocriação é tão mal-entendido aqui na Terra. Na dimensão astral se imaginamos alguma doença no nosso corpo, imediatamente ela se manifesta, a plasmagem é instantânea.

Já aqui na Terra, para plasmarmos algo com nossos pensamentos e sentimentos geralmente demora anos. Pois, como crianças espirituais que somos, não temos controle de nós mesmos e por isso é necessário essa dimensão “lenta” onde não fazemos estragos gigantescos.

Porque imaginem se tudo o que pensamos e sentimos de negativo se manifestasse na velocidade da luz, acredito que ninguém na Terra ainda estaria vivo. Esse é o dispositivo de proteção que a sabedoria divina nos deu para aprendermos a controlar nossos pensamentos e sentimentos.

Portanto, podemos sentir raiva um, dois, três dias e não teremos um estrago tão grande em nossa vida. Agora, se essa raiva durar cinco, dez anos, ela começará a destruir tudo em nossa volta.

Os pensamentos são frequências vibracionais. A primeira lei do Hermetismo diz que o Todo é mente, tudo é mente, portanto, nós somos frequências vibracionais do pensamento de Deus.

E se Deus cria tudo através do seu próprio pensamento, se todas as frequências vibracionais que existem estão sendo criadas na mente Dele, logo, se somos uma partícula Divina, também criamos com a nossa mente.

Percebam, é fundamental entendermos isso, criamos tudo com a nossa mente. Como disse, a questão é que estamos em uma dimensão em que esse processo leva anos por um mecanismo de proteção.

Tudo isso pela necessidade de compreendermos como os sentimentos densos surgem e se manifestam. E, enquanto não conseguimos impedir esse surgimento, devemos aprender ferramentas para lidar com eles, antes que tomem conta do nosso ser e dirijam nossas ações.

Mas quando falamos do poder da mente, o que vendem por aí, é que basta ficarmos no sofá mentalizando o que queremos que cocriaremos. Porém, a mente da maioria das pessoas está imersa em pensamentos negativos e não as ensinam a sair desse fluxo prejudicial.

Além disso, como poderemos cocriar algo positivo se nossas programações, paradigmas e crenças pessoais vão contra isso que desejamos? Como alguém vai cocriar prosperidade se dentro dela sente carência? Como alguém vai cocriar saúde se dentro dela vibra doença?

Então, antes de mentalizarmos algo, devemos aprender a nutrir melhores pensamentos e isso passa por ter consciência do que pensamos. Para isso, recomendo a Atenção Plena, porque ela traz ferramentas que nos ensinam a prestar atenção 24 horas por dia no que estamos pensando.

E, com frequência, quando nos permitimos prestar atenção, percebemos que 99% do nosso pensamento é lixo. Logo, como estamos falando de frequência vibracional, como vamos produzir algo positivo na vida, se estamos o tempo todo emitindo lixo?

Pois, se estamos emitindo uma frequência vibracional negativa para o universo, obviamente atraíremos o negativo para nossa vida. Isso é culpa é de Deus? Não. E isso é fundamental entendermos, porque precisamos sair desse processo de culpa e nos responsabilizarmos por nossa própria mente e vida.

Um exercício que nos ajuda muito nesse processo é o “cancela”, que aprendi com o Hélio Couto. Uma vez que decidimos inserí-lo na nossa vida basta a cada pensamento negativo que surgir em nossa mente, dizermos cancela. Quando surgir outro pensamento, repetimos, cancela.

Esse exercício chega a assustar, pois nos mostra a quantidade de pensamentos negativos, de tragédia e julgamento que temos durante um dia. Digo por experiência própria, quando comecei esse exercício muitos anos atrás, passava o dia inteiro falando cancela.

Foi quando percebi a quantidade de lixo mental que produzia em um único dia. Eu passava 24 horas falando cancela, nas menores e nas maiores coisas. Pois pensava negativo de tudo.

Se conhecia alguém, achava que a pessoa era mal caráter. Se ia viajar, ficava pensando em acidentes na viagem ou que roubariam minha casa. Minha mente não tinha limite, eram 24 horas de lixo. Como eu poderia mentalizar e cocriar algo de bom na minha vida assim?

Aliás, basta olharmos nossa sociedade para vermos o nível dos pensamentos da humanidade, já que o planeta é resultado de uma cocriação coletiva. Claro, esse não é um planeta que pode ser considerado fácil de se viver, pois desde que pisamos aqui ganhamos um pacote de programações negativas goela abaixo.

É competição, disputa de ego, preconceitos, violência, darwinismo social, que acabam por dificultar muito que pensemos e vibremos fora disso. Se a vida fosse um jogo, a Terra seria uma fase no nível máximo de dificuldade.

Afinal, estamos dentro de um corpo sem conexão com nosso Divino, em uma sociedade cheia de programação negativa, crenças pessoais e paradigmas limitantes que se acumulam vida após vida. A Terra é a escola para espíritos indisciplinados e certamente não é de hoje que estamos perdendo o controle emocional.

Não é difícil encontrar egos na Terra que querem sacanear, usurpar, extirpar, decepar, matar pessoas só pelo fato de terem sido contrariados em suas vontades. A mentalidade geral é de que quem pensa diferente é um inimigo que precisa ser combatido.

Como o ser humano não precisa de muito para perder o controle emocional, a Terra acaba sendo o paraíso para os negativos. Afinal, eles não precisam de muito esforço para fazer com que as pessoas caiam em uma frequência vibracional baixa.

Por isso que nossa oscilação emocional é tão grande, um dia estamos bem e no outro estamos mal. Mas assim nos tornamos presas fáceis para obsessores que sussurram ideias de doença e violência via forma-pensamento em nossa mente.

E acreditamos nessas formas-pensamento porque não sabemos diferenciar os nossos pensamentos de influências externas. Até porque nos foi ensinado que somos o que pensamos. Como dizia René Descartes, penso, logo existo.

Porém, para a maioria, os pensamentos são resultado de um cérebro governado por um ego sem controle, então é muito fácil não termos uma ideia muito boa de nós mesmos e de tudo que está a nossa volta. Mas não somos o pensamento, somos o observador do pensamento, a consciência que observa o pensamento.

Além disso, muitas vezes nossos pensamentos são dados por formas-pensamento que estamos alimentando há muitos anos e que ganharam força. Portanto, se não sabemos que somos o observador dos pensamentos, não conseguiremos parar de nos identificar com eles e achamos que somos os pensamentos de doença, carência e raiva que temos.

Porém, o pensamento é algo que pode ser controlado, temos o livre-arbítrio de escolher o que pensamos. E acredito que esse é o livre-arbítrio real, não o livre-arbítrio social, justamente em uma sociedade em que poucas pessoas tem a chance de escolher o que fazer.

A maioria de nós, na verdade, é um escravo que alimenta o sistema. Agora, o livre-arbítrio verdadeiro é podermos escolher o que pensamos e sentimos, saber que não somos o ódio, ele é apenas um sentimento que passa por nós.

E se são apenas sentimentos, podemos escolher para quais vamos dar força, se os pensamentos não são nós, também podemos escolher que tipo de pensamento vamos ter. Essa é mais uma lição valiosa que o planeta Terra nos oferece.

Conta-se que Buda estava embaixo da árvore, quando um homem bateu e cuspiu na cara dele. Os discípulos foram o defender, mas Buda limpando o rosto deu risada, pediu para os discípulos largarem o homem e o agradeceu por ter mostrado que a raiva já não estava mais dentro dele.

Quando chegaremos nesse nível? Não sei, mas vários chegaram e nos servem de inspiração. No Budismo fala-se do desapego como forma de se livrar dessas emoções densas, isso porque ele é um mecanismo de defesa para controlarmos nossa frequência vibracional.

Na posição de desapego, se nosso celular cai e quebra aceitamos o inevitável e até mesmo esperado acontecimento. Mas se somos apegados ao celular, se cultivamos a ideia de posse sobre ele, imediatamente à sua queda sentimos frustração e raiva, sentimentos que serão manifestados também em nossa frequência vibracional.

Quanto mais nos apegamos à tudo mais estamos suscetíveis a essas frequências e mais vamos sofrer com elas. Por isso que o Taoísmo fala de vermos a vida como ela é, pois quanto mais clareza temos do nosso meio, menos nos surpreendemos e sofremos com o inevitável.

Claro, é normal ficarmos tristes por um dia, uma semana ou um mês, mas se conhecemos a vida não vamos nos afundar nessa tristeza, nem deixar nossa frequência vibracional cair ao ponto de paralisá-la.

Todos vocês já devem ter experenciado momentos difíceis em que se abalaram por algo e logo começou uma sequência de coisas negativas, como uma bola de neve de problemas. Isso não é maré de azar, é a frequência que caiu e tudo à sua volta reverberou essa frequência.

Felizmente, isso vale para o positivo também. Quando vamos para frequências mais elevadas, de paz, felicidade, amor e tranquilidade, tudo a nossa volta começa a mudar também e a vida começa a fluir.

Sabendo disso, como impedimos que nossa frequência caia? Prestando atenção em nossos pensamentos e sentimentos e escolhendo melhorá-los. Às vezes, basta saírmos para correr, para nos divertir, ver um filme de comédia, dançar, brincar com o cachorro e já conseguimos mudar nossa frequência.

Em 2012 minha esposa foi demitida do emprego que trabalhava. Ela tentou por vários meses conseguir um novo emprego mas não tinha sucesso. Então, foi ficando mal com a situação e sua frequência caindo cada vez mais.

Decidi convidá-la para viajar e passamos 10 dias na Argentina, apesar da resistência inicial dela de viajar naquele momento. No dia seguinte que voltamos de viagem ela recebeu uma ligação com uma proposta de emprego.

Ela melhorou a frequência vibracional, se pôs em uma “’rádio” de frequência melhor, onde coisas positivas acontecem. Mas se em vez disso tivesse ficado insistindo e forçando o emprego, bloquearia mais e mais o processo.

Obviamente, viajar não é o único modo de mudarmos nossa vibração. O que precisamos é prestar atenção, entender que não estamos em uma frequência legal e a partir daí encontrar ferramentas que nos ajudem a mudá-la.

Sinceramente, gosto muito de Naruto, então quando não estou legal assisto uns três ou quatro episódios e sinto que minha frequência já melhorou. Se isso não for o suficiente, pois nem sempre é, admito para mim que não posso resolver aquele problema naquele momento e vou fazer outra coisa.

E isso é atenção plena. Orai e vigiai, como disse Jesus. Ter consciência 24 horas por dia pelo resto da nossa existência sobre o que estamos pensando e sentindo. E não é demais, pensem no controle emocional do Criador que não pode nem por um milésimo de segundo desistir de nós.

Porque no momento que Ele parar de pensar em nós, tudo deixa de existir, afinal tudo é criação mental Dele. Portanto, acredito que não seja pedir demais de nós que aprendamos a controlar nossos pensamentos e sentimentos para não sofrermos as consequências do nosso próprio descontrole.

Copyright do texto © 2022 Tibério Z Dados internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste artigo pode ser reproduzida ou usada de qualquer forma ou por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, inclusive fotocópias, gravações ou sistema de armazenamento em banco de dados, sem permissão por escrito, exceto nos casos de trechos curtos citados em resenhas críticas ou artigos de revistas. (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) ISBN: 978-65-00-20884-9

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