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Quem é o observador dos pensamentos

Nesse artigo vamos refletir sobre quem é observador dos pensamentos, quem é que observa e controla os pensamentos.
observador dos pensamentos

Observador dos pensamentos é a consciência presente em todos e em tudo que observa, controla e escolhe que tipos de conteúdos vamos produzir na mente.

Nesse artigo vamos refletir sobre quem é o observador dos pensamentos e como você pode sair de uma atitude inconsciente para uma consciente em relação aos pensamentos que o cérebro produz.

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Vamos começar este módulo com uma aula com alguns questionamentos: quem é aquele que observa os pensamentos? Quem é aquele que escolhe os pensamentos? O que é essa energia que está dentro do corpo físico?

Mas, antes de entrarmos na parte teórica e buscarmos responder essas questões, vamos fazer dois exercícios simples. Pensem em um prato de lasanha. Acredito que, muito rapidamente, em menos de um segundo, veio à mente de vocês a imagem de um prato de lasanha.

Agora, observem essa imagem que surgiu e respondam: quem está observando essa imagem? Percebam como há uma divisão entre alguém que observa a imagem e a imagem a ser observada.

Não é uma fusão, a lasanha não é você, a lasanha não compõe o que você é. A lasanha é uma imagem produzida pelo cérebro, e alguém observa essa imagem. E esse observador pode aceitar observar essa imagem ou rejeitá-la.

Mais um exercício: visualizem a Estátua da Liberdade que fica em Nova York em suas mentes. Percebam que o observador agora está olhando a Estátua da Liberdade. Agora, rejeitem a estátua, simplesmente tirem-na das suas mentes.

Pronto, ela deixa de existir! Vocês apagaram a estátua da Liberdade como imagem. Isso significa que o observador tanto observa quanto controla as imagens mentais.

Agora podemos voltar às questões que abriram essa aula: quem é esse observador? O que é essa energia? O que compõe esse observador? Para respondermos essas perguntas, precisaremos abordar questões metafísicas e espirituais.

Não existe eu, você, mesa, cadeira, papagaio, passarinho, etc. Quem me acompanha sabe que repito isso todas as vezes possíveis em meus conteúdos, porque é fundamental compreendermos que só existe uma energia, só existe um todo.

Esse conceito é plenamente aceito por tradições religiosas como o Budismo e o Hinduísmo, bem como por Escolas Mágicas. Mas, agora, com a mecânica quântica, conseguimos elucidar ainda mais tudo isso.

Não que a mecânica quântica deva ser utilizada para fins espirituais, mas ela nos auxilia a termos uma noção maior da realidade. 

Ela nos diz que, se pegarmos um microscópio superpotente (hipotético, nesse caso) e o aprofundarmos na mão, veremos células.

Se continuarmos aprofundando nas células, veremos moléculas. Aprofundando nas moléculas, veremos átomos. Aprofundando nos átomos, veremos prótons, elétrons e nêutrons. Aprofundando nos prótons, veremos quarks.

Aprofundando nos quarks, veremos as supercordas, que são cordas energéticas que vibram em frequências específicas e que criam tudo o que existe. E, finalmente, se aprofundássemos nas supercordas, veríamos uma massa única de energia.

O corpo físico é uma massa de energia. Uma massa de energia organizada atomicamente através do referido processo, o qual é responsável por formar o corpo físico como o conhecemos. Mas o ponto é: em última instância, só existe energia.

Isso vale para qualquer coisa, por isso, tudo o que existe é uma única massa de energia pura. Porém, além disso, existe uma inteligência por trás, uma consciência inteligente que organiza essa energia em átomos e moléculas, criando tudo o que existe.

Quem é essa consciência inteligente que cria tudo o que existe? Deus. Ele é a consciência que junta os átomos, que também são Ele próprio, e que reorganiza dentro de si essa energia e cria tudo o que existe.

Assim, Ele cria o Tibério, Ele cria a mesa, Ele cria o oxigênio, Ele cria o planeta Terra, Ele cria o Sol. Tudo provém de uma única fonte de energia. Mas o que O leva a querer se individualizar em tudo?

Vamos imaginar um cenário no qual Deus está presente. Lembrando que isso, por si só, é uma suposição, já que não podemos falar nada sobre Deus, uma vez que não temos capacidade mental e consciencial para afirmar coisa alguma sobre Ele e Sua vontade. Então, este é apenas um exercício metafísico.

Vamos imaginar que Deus tem a eternidade pela frente. E aí, um dia, Ele resolveu que gostaria de experimentar a si mesmo de infinitas outras formas. Assim, Ele se individualizou em personas, em pequenas consciências que se esqueceram que são Deus.

Uma vez que elas se esqueceram que são uma única energia, podem experimentar e interagir entre elas, criando infinitas possibilidades de informação. Sei que pode ser um pouco complexo assimilar essa ideia, portanto, vamos tentar de novo.

Deus estava lá na eternidade e resolveu que queria brincar de ser filósofo. Então ele se individualizou em uma consciência, em uma micro consciência, em uma fagulha de Si, e criou o ego, que é o Tibério, por exemplo.

E aí, por meio do Tibério, Ele brinca de ser filósofo. Então, o observador, essa consciência final, aquilo que está dentro da gente e que se perpetua mesmo quando esse corpo físico morre, é um pedaço dessa consciência divina.

Essa consciência divina individualizada é que escolhe e controla os pensamentos. É ela que escolhe que tipo de realidade quer observar na vida. É ela que controla esse corpo físico, e não o contrário.

Mas para conseguirmos, via consciência, controlar o corpo físico, temos que compreender que essa consciência existe e que não somos apenas o corpo físico, tampouco somos apenas pensamentos.

Nosso corpo físico é apenas um instrumento da consciência para que ela possa estar aqui na terceira dimensão. Essa consciência possui capacidade real de controlar tudo isso, então, quanto mais contato temos com ela, mais controle temos da nossa vida.

Deixo como exercício que vocês peguem tudo o que pensam e tentem compreender que alguém está observando esses pensamentos, e que esse alguém que observa é a consciência.

A partir do momento que percebemos que ela observa, percebemos que ela escolhe quais pensamentos quer ou não ter. Assim, se é um pensamento positivo, que melhora nossa frequência energética, aumenta nossa produtividade ou traz paz, ela o manterá.

Mas se é um pensamento negativo, destrutivo, que tira nossa paz de espírito, tira a nossa saúde e baixa nossa produtividade, ela o eliminará. Saber que a consciência é quem escolhe deixa tudo mais fácil.

E fica mais fácil porque, quando um pensamento negativo vem à nossa mente, podemos dizer “Eu não quero esse pensamento!”, e ele vai embora! Não é parar o pensamento, é ignorá-lo.

Por exemplo, se estamos cozinhando e vem um pensamento de uma mágoa que tivemos há 20 anos, esse pensamento surgiu porque o cérebro o está gerando, e isso é inevitável, assim como a mágoa que surge junto.

Mas a consciência pode decidir não dar atenção a isso. Nesse contexto, a mágoa, como uma nuvem, vai passando e passando, até que vai embora porque não demos atenção a ela.

A consciência se conecta com os pensamentos por meio do instrumento da atenção. Isso quer dizer que, se em vez de ignorar a mágoa, colocarmos atenção nela, criaremos uma conexão energética com esse pensamento, e aí ela crescerá.

Essa mágoa vai começar a mudar nosso padrão cerebral e a estrutura química do nosso corpo, alterando nossos batimentos cardíacos, nossa respiração, nossa pressão arterial, tudo!

E tudo isso começou porque, como observadores, resolvemos nos conectar a esse pensamento de mágoa. Então, o primeiro treino para compreendermos o que é a consciência é observarmos que os pensamentos passam.

Treinem colocar foco em um pensamento e vê-lo crescer, e não colocar foco e ver ele se apagar. Assim, vamos compreendendo, na prática, que somos o observador que controla esses pensamentos.

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Copyright do texto © 2022 Tibério Z Dados internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste artigo pode ser reproduzida ou usada de qualquer forma ou por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, inclusive fotocópias, gravações ou sistema de armazenamento em banco de dados, sem permissão por escrito, exceto nos casos de trechos curtos citados em resenhas críticas ou artigos de revistas. (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) ISBN: 978-65-00-27681-7

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