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Usar tecnologia com sabedoria

Nesse post vamos ver mais uma prática fundamental para praticar atenção plena que é usar a tecnologia com sabedoria.
usar tecnologia com sabedoria

Uma outra prática necessária para desenvolver Atenção Plena é usar a tecnologia com sabedoria. Celular, computador, tablet e televisão são ótimos! Talvez este conteúdo nem chegasse até vocês sem a tecnologia.

Mas o uso que damos a toda essa tecnologia é que pode ser negativo e prejudicial. Por exemplo, as redes sociais podem ser ótimas, mas, se não controlarmos nosso ego, elas nos levam ainda mais facilmente para o passado ou para o futuro.

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Problemas das redes sociais

Outro grande problema das redes sociais é a facilidade com que entramos em processos de comparação, novamente por um descontrole do ego.

Por exemplo, nesses espaços, ao vermos uma modelo com o abdômen negativo, estabelecemos comparações com ela e a julgamos. Eventualmente, ainda saímos do momento presente fazendo projeções.

Trabalho e descanso

Outro mau uso é não separarmos os momentos de trabalho e os de descanso, pois o computador e o celular estão sempre à mão. Assim, é difícil o profissional que não atende clientes ou resolve problemas mesmo estando em família e fora do horário de trabalho.

Estamos sempre ansiosos pelos likes que vamos ganhar, pela foto “instagramável” que vamos postar, pelo próximo trabalho que vamos fechar. Isso nos faz não aproveitar o momento e nos impede de estarmos presentes, mesmo quando merecíamos colher os frutos do nosso esforço.

Pensem em quantas pessoas viajam de férias para lindos lugares na natureza, mas só conseguem pensar em tirar a foto perfeita para as redes sociais. E percebam como estamos sempre no futuro quando fazemos um mau uso da tecnologia.

Antigamente era mais simples

Antigamente, antes de existirem os computadores, as pessoas iam para o trabalho às 8h da manhã, às 17h voltavam para casa e realmente podiam desligar suas mentes do trabalho. Atualmente, nós nunca nos desconectamos e descansamos de fato.

Até mesmo o excesso de notícias e informação nos prejudica e nos mantém em estado de alerta o tempo todo. Chegamos a um ponto em que não conseguimos mais reter ou assimilar corretamente o que lemos.

É uma necessidade do cérebro ter novas informações, mas o Facebook, o Instagram e as demais mídias usam essa característica de modo a viciarmos em ver mais uma foto, a assistirmos a só mais um vídeo, mesmo que o conteúdo nem faça tanto sentido naquele momento para nós.

Com isso, vamos nos isolando da realidade e alimentamos o cérebro apenas com informações das redes sociais. Então, não há nada de errado com a tecnologia em si, mas, se não temos sabedoria ao usá-la, colhemos muitos maus frutos.

Através de redes sociais, podemos interagir, adquirir conhecimento, aprender, divertir-nos, entre outras coisas, mas desde que saibamos delimitar esse tempo e escolher o melhor conteúdo para nós.

Além disso, o tempo com a família, os amigos, os hobbies e para a vida “real” deve ser preservado. Porém, não é o que vemos por aí, pois as pessoas estão constantemente ao lado da família e mexendo no celular.

Tendências a vícios

O ser humano é um ser que tem uma tendência a vícios e exageros. Então, precisamos conscientemente buscar o equilíbrio, porque, se deixarmos correrem livres os acontecimentos, não teremos momento algum no agora.

Não estou dizendo que é fácil colocar esses limites, seja em nós ou em nosso trabalho, mas certamente é necessário. As pessoas realmente estão entrando em burnout ou tomando ações absurdas por causa desses excessos de conectividade.

Então, precisamos focar no presente e nos perguntar se essas ações que estamos tendo são do ego ou do Divino. Quem precisa de likes, o ego ou o Divino? É o ego que precisa de aprovação externa constante.

Também precisamos entender que somos yin e yang, portanto, para nós e para nosso cérebro, a inércia é tão importante quanto a ação. O cérebro precisa de um tempo para processar as informações a que tem acesso, mas esse tempo tem que ser de qualidade.

Concluindo

Umberto Eco falava: “O grande problema da sociedade hoje é o excesso de informações.” Alguns anos atrás tínhamos acesso a alguns livros, portanto, pensávamos sobre eles, os relíamos algumas vezes. Hoje, a pergunta é: “Quantos livros você leu esse ano?”.

Só que infinitamente mais importante do que quantos livros lemos é o poder de transformação que esses livros tiveram sobre nós. Talvez esteja sendo tendencioso nessa opinião, mas acho preferível ler um Platão do que cem livros dos quais, depois, lembro do título.

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