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Utilizar substâncias para meditar

Nesse artigo o Prof. Tibério Z responde a pergunta do aluno sobre se podemos utilizar substância para meditar.

A meditação não deve ser feita com nenhum tipo de substância que altere a consciência. Pois ela é o ato de estarmos em consciência absoluta.

Meditação não é fazer nada

Estudando o cérebro de monges que meditavam há muitos anos, descobriram que a atividade cerebral é muito mais intensa durante a meditação do que no estado de vigília normal.

Isso acontece porque o estado meditativo não é o estado de não fazer nada, é o estado de prestar atenção em tudo.

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Na meditação verdadeira, prestamos atenção aos nossos pensamentos, ao nosso corpo físico, aos nossos sentimentos… então é um estado de consciência máxima.

Não existe no planeta Terra um estado de maior consciência do que a meditação.

Por que não devemos usar substâncias para meditar? h3

Qualquer coisa que interfira na consciência, nos tira da meditação.

Quem é meu aluno sabe que não indico nem meditar com música.

Porque a meditação é um ato solitário, é um ato apenas como o nosso corpo, com a nossa respiração, com os nossos pensamentos e mais nada.

Se condicionamos nosso cérebro a uma música, uma planta de poder ou qualquer outra coisa, ficamos escravos disso para conseguir chegar em estados meditativos.

E a meditação é a libertação, não a escravidão.

A meditação é justamente o caminho que nos mostra que não precisamos de mais nada na vida a não ser nossa consciência.

Vamos praticar!

O exercício de meditação mais simples e mais complexo que existe é esse que vou passar para vocês.

Recomendo que já façam agora:

Fechem os olhos e prestem atenção na respiração.

Não interfiram na respiração, apenas prestem atenção no ar entrando, inflando os pulmões e saindo deles.

Virá um pensamento. Isso é normal.

Vamos simplesmente observá-lo como uma terceira pessoa, como se ele não fosse nosso, sem nos relacionarmos ou envolvermos com esse pensamento.

E vamos deixa-lo ir e passar por nós como se fosse uma nuvem.

Então voltamos nossa atenção para a respiração.

Imediatamente virá outro pensamento.

Vamos observá-lo, deixa-lo ir e voltar nossa atenção para a respiração.

E repetiremos esse processo não importa quantos pensamentos apareçam.

O paradoxo da meditação

Chamamos esse exercício de gangorra: porque ficamos voltando a atenção para a respiração, mesmo que os pensamentos apareçam.

Isso funciona como uma musculação para o cérebro.

E com o tempo, os intervalos entre um pensamento e outro vão ficando maiores.

É nesse silêncio entre um pensamento e outro que existe a meditação.

Mas, paradoxalmente, meditar não é parar de pensar, meditar é prestar atenção nos pensamentos.

Pois não podemos impedir o surgimento dos pensamentos, mas prestando atenção neles, vamos deixando de nos associar a eles e eles vão deixando de surgir.

Meditação e a expansão da consciência

Meditando começamos a entender como funciona nossa mente, como nosso cérebro produz um pensamento, como esse pensamento se desenvolve e gera um sentimento e como esse pensamento vai embora.

A meditação também nos traz a consciência de que não somos nossos pensamentos, e que eles são, na verdade, apenas um produto da nossa mente.

O pensamento é uma produção do ego e não do ser.

Por isso a importância de não nos associarmos a eles e de compreendermos que eles passam como as nuvens no céu.

E conforme treinamos, os intervalos entre pensamentos ficam maiores, o silêncio mental aumenta e é nesse silêncio que encontramos o divino.

Mas se não ensinamos a mente a parar de tagarelar, o divino não consegue se manifestar.

Copyright do texto © 2022 Tibério Z Dados internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste artigo pode ser reproduzida ou usada de qualquer forma ou por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, inclusive fotocópias, gravações ou sistema de armazenamento em banco de dados, sem permissão por escrito, exceto nos casos de trechos curtos citados em resenhas críticas ou artigos de revistas. (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) ISBN: 978-65-00-20884-9

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